<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317</id><updated>2011-10-12T03:44:10.466-03:00</updated><category term='u'/><title type='text'>A d j u n t o A d v e r b i a l</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>103</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-4482462674413953238</id><published>2011-08-19T12:39:00.001-03:00</published><updated>2011-08-19T12:41:49.836-03:00</updated><title type='text'>Uma questão de bom gosto musical. Será?</title><content type='html'>Eis que ressuscito das cinzas mais profundas e obscuras para retomar isso aqui. Perdão, leitores, por tê-los abandonado... quem me conhece sabe que, às vezes, por mais que eu queira, a súbita vontade de escrever acaba sendo tomada pelo cansaço diário e, ao ter tempo livre, substituída por um desejo insano de descansar – e nada mais.&lt;br /&gt;Também confesso que, durante esse tempo que me mantive ausente neste espaço, fui tomada por certos conformismos, que não me deram vontade de debater assuntos diversos, como fazia antes. Completamente péssimo uma acadêmica de jornalismo ser conformada com algumas situações, eu sei, mas foi o que aconteceu... até ser invadida por uma indignação súbita ao analisar alguns fatos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há tempo vejo muitas pessoas distribuírem ódios gratuitos para artistas de gêneros musicais, segundo eles, duvidosos. Tipo quem? Justin Bieber, Fiuk, Restart, etc. Aliás, Justin Biba, Fiuk trouxa, coloridos de m, etc. Deus me livre falar que curte um desses artistas taxados de babacas tocadores de guitarras – você imediatamente vai ser considerado de um clã inferior a qualquer inferioridade existente. E como é que se chama isso, meu amigo? Ter bom senso? Saber escolher um gênero musical decente e se indignar com o que não é decente (pra você)? Não. Isso tem outro nome... um nome horrível, mais profano do que o sentimento que esses artistas despertam em quem não gosta deles: PRECONCEITO. Preconceito puro, puríssimo, dos piores existentes. Aí você me diz, “não é preconceito. Conheço os artistas, são ruins. Não tocam música de verdade. Logo, quem gosta dessas músicas também não é de verdade.” Pois te digo que essas pessoas são de verdade, sim senhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredito que ninguém pode se dar o direito de dizer o que é música boa e o que não é. Isso é uma questão pessoal, de opinião própria. Eu, por exemplo, não gosto de sertanejo universitário, não curto mesmo... Mas não é por isso que vou ficar por aí indignada, gritando e desejando a morte de Jorge e Mateus, Maria Cecília e Rodolfo, Muriel e Sandro (isso existe?), e outros tantos espalhados pelo mundo. Eu sei que esses artistas são admirados por milhares e milhares de pessoas e, escondidos pelos holofotes, playbacks e violões, são seres humanos normais... Após a morte de Amy Whinehouse, cansei de ver gente fazendo cálculos no facebook de quantos anos demoraria pro Justin Bieber morrer. PRA QUÊ? Qual é a graça de ficar fazendo isso? Quais são os argumentos para odiá-lo tanto assim?! Por favor me apresentem, estou deveras curiosa... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isso, continuo acreditando que nenhum indivíduo pode se dar o direito de ficar incomodando os fãs desses artistas e, até mesmo, os próprios. Não gosta da música deles? Pois bem, NÃO AS OUÇA. Simples assim. E respeite quem ouça... Afinal, nem todo o mundo admira os mesmos ídolos, os mesmos artistas, as mesmas coisas. Temos uma diversidade musical muito grande nesse mundo – ainda bem – e possuímos o livre arbítrio de escolher o que queremos escutar, em situações quaisquer. Já pensou que tédio seria se só existisse rock e seus tantos subgêneros? Eu não reclamaria, certamente, mas seria muito chato viver sem bufar quando o Luan Santana toca na rádio... (Beijo pros meus tantos amigos fãs de sertanejo universitário, hehe).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-4482462674413953238?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/4482462674413953238/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=4482462674413953238' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/4482462674413953238'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/4482462674413953238'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2011/08/uma-questao-de-bom-gosto-musical-sera.html' title='Uma questão de bom gosto musical. Será?'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-7374703130461732568</id><published>2011-05-23T13:02:00.002-03:00</published><updated>2011-05-23T13:06:58.204-03:00</updated><title type='text'>sim ao amor, seja como for</title><content type='html'>Demorei a me manifestar sobre o caso... mas acho que nunca é tarde para falar de algo tão importante que aconteceu na nossa sociedade!&lt;br /&gt;No início do mês, o Supremo Tribunal Federal deu um importante passo para tornar o nosso país mais igual, mais justo, mais humano. Foi reconhecido como legal a união estável de casais homossexuais. A aprovação significa que esses casais terão os mesmos direitos que os casais heterossexuais: dividir bens, heranças, previdência, entre outros. Bela atitude dos nossos ministros e mais bela ainda a fala de Luiz Fux: “o homossexual, em regra, não pode constituir família por força de duas coisas abominadas por nossa constituição: a intolerância e o preconceito”. Isso, meu amigo, é dizer sim à felicidade, à dignidade, ao amor. Somos seres humanos que amamos incondicionalmente, seja quem for. Esse é o nosso direito quanto ser vivo, quanto ser intenso, cheio de sentimentos e emoções querendo sair da nossa pele. É mais do que um reconhecimento perante a lei, é a oportunidade desses cidadãos formarem uma família, é um grito de vitória bem soado pelas cordas vocais! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar desse “vencer bem vencido”, a parcela da população que é homossexual terá ainda que enfrentar uma barreira que só será quebrada com uma mudança cultural muito grande: o preconceito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se pregamos uma sociedade plural, por que insistimos em barrar a alegria dos outros com o preconceito? Por que muitos seres humanos não têm a sensibilidade de pensar no seu coletivo, julgando procedente a oportunidade de livre escolha de cada um? Por que muitas pessoas abrem bem a boca para falar que não têm preconceito e não aceitam seus filhos homossexuais? Esses são alguns questionamentos que não têm resposta, pois não há explicação nenhuma que gere um sentimento de recusa dentro de nós, que faz com que não queiramos que os nossos semelhantes sejam felizes. Aliás, isso é questão de educação, de respeito para com o próximo. Não vejo nenhum problema no fato de pessoas do mesmo sexo se amarem, serem companheiras, parceiras, amigas íntimas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, há muitos casais gays que são exemplo e colocam “no chinelo” casais heterossexuais. Por quê? Porque eles respeitam o convívio mútuo e ouso até dizer que são mais amáveis. Uma união estável, para os homossexuais, agora é mais do que um projeto de vida... é um projeto de felicidade! E que todos sejam felizes para sempre, pois não tenho nenhuma dúvida do merecimento disso.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-7374703130461732568?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/7374703130461732568/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=7374703130461732568' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/7374703130461732568'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/7374703130461732568'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2011/05/sim-ao-amor-seja-como-for.html' title='sim ao amor, seja como for'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-6564096626821947497</id><published>2011-04-15T20:28:00.001-03:00</published><updated>2011-04-15T20:28:55.317-03:00</updated><title type='text'>Gente mais ou menos</title><content type='html'>Se tem um negócio que consegue me deixar profundamente irritada são as pessoas “mais ou menos”. Não se comprometem com o que fazem, não querem responsabilidades para cima de si, não vivem 100% - sempre estão lá pelos 90 e olhe lá. Não sei se é porque eu tenho essa mania de ser imediata, de resolver as coisas logo, mas sério, não consigo suportar esse povo sem levar a sério a sua própria vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seja no trabalho, empurrando as coisas para última hora, demorando para resolver o que lhe solicitaram; seja na vida escolar/acadêmica, não estudando, levando tudo sempre “nas coxas” e ver no que dá. ASCO dessas situações!!&lt;br /&gt;Se as pessoas te dão responsabilidades, você deve ser comprometido com as mesmas. Eu, pelo menos, sempre pensei assim e acredito que sempre pensarei. Tenho preguiça quando as pessoas dizem “aaaah, pra que ler esse texto! Pra que estudar para essa prova! Pra que fazer o que o chefe/professor pediu! Pra que, pra que, pra que?”, como se a vida precisasse de motivos de sobra para, simplesmente, vivê-la!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem não se compromete, quem não VIVE com todas as letras, quem só faz alguma coisa por um motivo bem conveniente, também não evolui.&lt;br /&gt;E não, não sou 8 ou 80. Não sou extremista. Sou 100 e ponto final.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-6564096626821947497?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/6564096626821947497/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=6564096626821947497' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/6564096626821947497'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/6564096626821947497'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2011/04/gente-mais-ou-menos.html' title='Gente mais ou menos'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-5635052061005648654</id><published>2011-03-30T20:40:00.000-03:00</published><updated>2011-03-30T20:41:58.123-03:00</updated><title type='text'>Estável, intenso e feliz</title><content type='html'>Eu acho extremamente cômica essa mania que a gente tem de viver idealizando as coisas. Seja no lado profissional, no lado pessoal, no lado que for, somos invadidos por um mar de utopia que nos faz acreditar no impossível. E, quando esse impossível não ocorre, viramos uns chatos pessimistas, achando que nunca nada de bom acontecerá conosco novamente. Ah, piegas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se enxergássemos mais as coisas como elas são, de um jeito otimista e positivo – leia-se NÃO EXAGERADO E UTÓPICO - com certeza teríamos uma melhora significativa na nossa qualidade de viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adolescemos. Somos convidados a conhecer o fascinante e viciante mundo das paixões diversas. Paixões que duram um só dia, paixões que duram cinco dias, paixões que duram o intenso “para sempre” – na nossa visão adolescente da coisa, é claro. Depois crescemos, amadurecemos, vemos que tudo que vivíamos quando éramos pré-adolescentes não é bem assim. Mais vale o amor, o companheirismo e a paixão no seu ritmo que os hormônios fulminantes saltando dentro de si. Mais vale a calma, curtir a vida tranquila, a estabilidade. Pois é. Quem me conhecia há cinco anos certamente dará gargalhadas dessa minha colocação. Mas não, não é piadinha do Malandro. É a mais pura verdade – apesar de muitas pessoas continuarem vivendo nesse mundinho (apaixonante/viciante/movido por hormônios) adolescente até chegar à fase idosa da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descobri que a estabilidade pode ser tão quanto – ou até mais! – intensa do que o prazer de nunca ter certeza de nada. A instabilidade para mim era combustível, era sinônimo de viver como se não houvesse amanhã, era sentir um misto de sentimentos inexplicáveis, era estar ao fundo do poço e, como que num segundo, voltar ao paraíso. Senti, ressenti, vivi e revivi (apesar dos 20 aninhos de vida). Mas ai, nada como viver a vida nos seus conformes, dando tudo certo, como ela precisa ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou adepta à filosofia de que atraímos as coisas boas pela nossa maneira de pensar e agir. Se pensarmos em algo bom, eis que o bom virá. Se vivermos nos amargurando no mundo da utopia e, por conseqüência, do pessimismo... não adianta reclamarmos que as coisas não dão certo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descobri que posso ser feliz vivendo a felicidade em si! Ser realizada, trabalhar com o que gosto, ter pessoas que gostam de mim ao meu redor... abdicar-me das amizades que não acrescentam em nada, das pessoas que não acrescentam em nada, dos atos que não acrescentam em nada, da vidinha mais ou menos de loucuras que NÃO ACRESCENTAM EM NADA! Vivo uma aventura, uma aventura do meu jeito, uma aventura tranquilamente bem vivida! E tenho convicção de que todas as loucuras que já fiz, deixei para trás... presente em mim? Só nas lembranças, e nada mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Viver é uma arte, um ofício, só que precisa cuidado...”&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-5635052061005648654?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/5635052061005648654/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=5635052061005648654' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/5635052061005648654'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/5635052061005648654'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2011/03/estavel-intenso-e-feliz.html' title='Estável, intenso e feliz'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-1532921242434334608</id><published>2011-03-14T14:18:00.003-03:00</published><updated>2011-03-14T14:42:18.746-03:00</updated><title type='text'>Eu procrastino, tu procrastinas, nós procrastinamos - mas não deveríamos.</title><content type='html'>Pois bem. Para quem não acredita que esse blog está atualizado, vou confessar que é surpresa até pra mim. Minha rotina absurdamente caótica impediu esses momentos de parar, sentar, olhar para a tela e dedilhar letras que formam palavras que, por sua vez, formam frases.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem mais delongas e explicações... descobri, na semana passada, após uma aula, a minha mania mais horripilante de todas as manias: a de procrastinar.&lt;br /&gt;Procrastinar, sim, vocês leram isso. É o maldito ato de adiar as coisas.&lt;br /&gt;É quando você precisa estudar e vê que há um mundo lindo para ser aproveitado lá fora - deixa o ato que deveria ser primordial para depois. É quando você precisa escrever e escuta sua cama te chamando após um dia insuportavelmente cansativo - adia novamente. É quando você não aguenta mais seu namorado e precisa terminar essa angústia que os cerca e vê que é muito mais cômodo ficar ao lado dele e ter programação definida aos finais de semana - adia mais uma vez.&lt;br /&gt;Adiar, adiar, adiar. Viver pra quê? "Vivemos esperando o dia em que seremos melhores". E por que a gente não resolve que HOJE é o melhor dia para sermos... melhores em tudo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mais próximo exemplo prático para entender meu raciocínio é a rotina brasileira no fim/início do ano. Chega o Natal, o Brasil morre. E só ressuscita depois das 1.500 festas de Carnaval. Os meses de janeiro e fevereiro praticamente somem do calendário de grande parte da população. Vive-se sim, porém em stand by. Dá-se respostas automáticas, gestos automáticos, atos automáticos. Nada é, de fato, de verdade. A vida se torna uma mera passagem automática. Novamente, viver pra quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois não interessa se é primavera ou se é verão. Se é julho ou se é janeiro. Viver é um verbo que deveria ser conjugado com intensidade. Aquela intensidade "infinita enquanto dure" como ressalvou um dia, sabiamente, meu mestre Vinícius de Moraes. Não é justo conosco que deixemos tudo para depois. Aliás, é tolice da nossa parte, pois nem sabemos ao certo se esse depois chegará. O tempo corre, não volta atrás, um segundo sequer que seja. Não que vivamos somente de coisas úteis, pois isso nem condiz com a nossa própria condição de ser humano. Mas deixar de viver as coisas, sejam úteis ou não, por preguiça e procrastinação é muita ingenuidade (pra não dizer outra coisa).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já que o ano de 2011 começou há pouco para uma massante parte dos brasileiros, que este ano seja bom/ótimo/intenso. Seja um ano de aproveitar o HOJE, o presente, que é, de fato, um imenso PRESENTE para todos nós. Não vivamos nos preocupando pelo que acontecerá amanhã (escutei isso de um padre, acreditem), nem nos martirizando pelo que ocorreu ontem... vamos ser feitos de hoje, de intensidade. Vamos deixar rolar, da melhor maneira possível, e ver no que dá. E sem procrastinar essa decisão, ok? É a sua vida que está em jogo nesta constante luta e, ao mesmo tempo, benção que é o dia-a-dia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-1532921242434334608?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/1532921242434334608/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=1532921242434334608' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/1532921242434334608'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/1532921242434334608'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2011/03/eu-procrastino-tu-procrastinas-nos.html' title='Eu procrastino, tu procrastinas, nós procrastinamos - mas não deveríamos.'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-1881276289660287037</id><published>2010-10-14T23:55:00.002-03:00</published><updated>2010-10-15T00:00:34.449-03:00</updated><title type='text'>deixa a música te levar</title><content type='html'>Tem músicas que conseguem me proporcionar sensações que nem o melhor dos chocolates suíços me proporcionaria. Aliás, nos últimos tempos venho notando o quanto sou sensível para a musicalidade, o quanto um simples grave ou agudo de uma voz consegue me arrepiar tão facilmente. Por falar em arrepiar, sou daquelas que identifica se a música é boa ou não pela quantidade de arrepios que causa. As péssimas, nenhum arrepiozinho. As mais ou menos, arrepio na orelha. As boas, arrepio no corpo todo. As sensacionais, corpo todo e bochechas. É, arrepio nas bochechas. Basta escutar uma melodia muito bem composta e uma voz estonteante que parece que meus pelos sairão do meu corpo – inclusive os microscópicos localizados nas bochechas – de tão arrepiada que fico. E, quando menos percebo, estou fechando os olhos, sorrindo no canto da boca, prestando atenção em cada detalhe daquela canção – uma boba completamente declarada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas músicas me dão um aperto no coração, parecem que foram feitas para a minha pessoa, exatamente naquele momento que as ouço. Já outras aceleram esse meu pulsar, dá vontade de sair gritando para o mundo inteiro as minhas vontades, as minhas raivas, os meus medos, as minhas opressões. Outras, ainda, tremelicam esse mesmo órgão que vos falo, acendendo em mim um desejo insano de pular – e mais nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adoro, inclusive, quando toca uma música e, quando eu menos percebo, meus lábios cantam a canção, acompanhando cada ritmo – por mais que, às vezes, eu não saiba exatamente a letra. Fazendo isso mais pareço uma retardada, eu sei, mas uma retardada estupidamente feliz!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A música me tira do sério, me faz chorar quando eu mais preciso, me faz cair em gargalhadas ou, simplesmente, mata aquela minha vontade de desafinar por aí. A música é uma válvula de escape, um tempero para a inspiração, um motivo para despertar o que estava escondido lá no fundo da alma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mais incrível disso tudo é quem faz a música e compõe a letra. Puxa! Como eu admiro esses artistas que, ao dedilhar o seu violão velho, conseguem descobrir notas que se transformam em arrepios para mim. E, também, como eu admiro essa gente que tem voz que transpira emoção a cada letra cantada, que fazem eu ser completamente apaixonada pela minha audição e os demais sentidos que ela acaba despertando. Música, gente, eu não poderia viver sem. Sem essas sensações, sem esses desejos ocultos despertados, sem esses arrepios – nas bochechas, inclusive.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Post inspirado no filme Across The Universe – que demorei tanto tempo para ver, mas, agora que vi, nunca mais vou me esquecer.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-1881276289660287037?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/1881276289660287037/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=1881276289660287037' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/1881276289660287037'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/1881276289660287037'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2010/10/deixa-musica-te-levar.html' title='deixa a música te levar'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-8956957944514656728</id><published>2010-10-07T16:20:00.000-03:00</published><updated>2010-10-07T16:21:45.569-03:00</updated><title type='text'>Ser de menos pode ser demais</title><content type='html'>Tudo que útil demais, também é chato demais. Tudo que é demais também é de menos. Palavras demais, sorrisos demais, funcionalidades demais. Demais enjoa. Demais é ter seu tempo e aproveitá-lo com utilidades, se e somente se. Pois bem. O inútil também é demais – no melhor sentido da palavra – acredite! Ser inútil, de vez em quando, não é problema, muito pelo contrário, É NECESSÁRIO. Parar um pouco no tempo porque está tocando a sua música preferida. Desmarcar um compromisso pra curtir sua cama – você trabalhou demais hoje. Depois de um semestre inteiro, permitir-se à “inutilidade” de jogar conversa fora com seus amigos de faculdade. Quem foi que disse que pra viver bem precisa ser útil cem por cento do tempo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A arte, por exemplo, não é algo de extrema utilidade. Pra que comprar um quadro? Se ele só vai enfeitar a parede? Pra que ir ao teatro? Pagar caro pra ver artistas que você nem sabe quem são? As flores, também, não são úteis. Ora, bolas, por que uma montoeira de violetas na janela, se elas só dão trabalho? A poesia, então... qual é a utilidade de ler o que o poeta criou no seu mais profundo momento de melancolia? Viver não é útil – se mata logo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acontece, meus amigos, que temos que parar com essa nossa mania constante de querer atribuir valores a tudo e a todos, atribuir utilidades a tudo e a todos. Poxa, você poderia fazer tantas coisas, mas resolve ficar deitado a tarde toda na rede, vendo os passarinhos que pousam sobre o muro da sua casa. Você poderia estar lendo mil textos, mas prefere ficar com sua mãe pra ver a novela junto com ela. Você poderia se matar trabalhando hoje, mas prefere fazer só o que lhe é necessário. E deu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É nas pequenas inutilidades cotidianas que você tem uma grande válvula de escape – a possibilidade de se permitir. A possibilidade de fugir da rotina, intervir ao que se está acostumado a todo o momento, alimentar suas loucuras e, principalmente, sua vontade de estar cada vez mais vivo. As coisas inúteis te fazem SER HUMANO, te jogam pra bem longe de quaisquer possibilidades de perfeição. Alteram o seu curso, lhe fazem pensar um pouco mais em si, lhe fazem ficar encantado por alguns segundos e horas. Não há como ser inútil o tempo todo, por obviedades, mas de vez em quando dá e faz bem.  E como faz! “É o nada que, em sua extrema pureza, dá o verdadeiro sentido da vida” (MEDEIROS, Martha. 2010). Ser demais é ser de menos. Assim como ser de menos, com certeza, pode ser demais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-8956957944514656728?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/8956957944514656728/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=8956957944514656728' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/8956957944514656728'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/8956957944514656728'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2010/10/ser-de-menos-pode-ser-demais.html' title='Ser de menos pode ser demais'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-2202767950958293013</id><published>2010-09-30T12:38:00.002-03:00</published><updated>2010-09-30T12:41:59.893-03:00</updated><title type='text'>A hora é agora</title><content type='html'>Domingo é um dia deveras importante para a democracia brasileira. É o dia em que milhares e milhares de brasileiros sairão do conforto de seus lares para exercer um direito que tantos anos demoramos a obtê-lo: VOTAR. Direito lindo, magnífico, é a voz do povo que decide quem vai governar a sua nação por quatro anos! Não somente a sua nação, mas seu estado!!! E ainda poder escolher deputados (estaduais e federais) bem como senadores, que vão pitar – e muito – no cotidiano dos votantes, definindo leis e uma “quinquilharia” de outras tarefas. Que poder mais sublime que o povo tem, não é? É! E não é à toa que a afamada frase “A voz do povo é a voz de Deus”, tantas vezes é dita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confesso estar utópica hoje. Sim, MUITO utópica. Quem acompanhou direitinho o desempenho daqueles que vão escolher os seus governantes – os tais eleitores (NÓS!!!) – durante toda a campanha política, sabe que a realidade não é bem assim. Ouvi gente desprezando o voto, esse direito magnânimo que vos falo, com raiva de ter que votar, com ódio de ter que perder seu precioso tempo teclando naquela urna eletrônica mais de 20 cliques. Nessas horas, minha gente, eu encarno os revolucionários que conseguiram esse direito NA LUTA, e sou tomada por uma raiva momentânea.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, temos que entender, brasileiro (generalizadamente falando), não curte muito esse negócio de agir sob pressão, obrigado. Sei de muitos que, ou escolheram seus candidatos a dedo, ou pelo que está nos patamares das pesquisas, ou pelo rosto bonitinho, ou pela fala mais firme, ou porque “meu amigo/tio/vizinho/primo/cachorro(?) entendido em política vota nele, logo também vou votar”, ou por razões indeterminadas. Também sei de muitos que nem sabem os vices dos seus candidatos ao governo do estado e à presidência, os partidos dos suplentes do seu senador, se seu candidato a deputado está disposto a fazer algo pela região que você mora. Ok, ninguém precisa entender perfeitamente isso para teclar nas teclas da urna eletrônica – mas deveria. Deveria, porque é O SEU TECLAR NOS NUMEROZINHOS QUE VAI DEFINIR O SEU DESTINO. Clichê, sim, porém um clichê inexplicavelmente verdadeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra coisa que me deixou muito chateada nessa época de campanha, é a aversão que uma maioria esmagadora da população tem para com o horário eleitoral. Cara, sei que ali não diz MUITA coisa, mas é a partir dali que você poderá estar a par dos enfoques de campanha dos candidatos, sobre o que ele fala, se ele mais ataca os outros do que fala de si. Vai poder ver se ele está sendo bem assessorado, se os olhos dele dizem o mesmo que a boca - e suas promessas de um país/estado perfeito. Vai poder ver se ele está numa campanha baseada nas suas PRÓPRIAS qualidades ou sendo adepto da imagem de terceiros mais populares, aproveitando para apelar aos sentimentos e tocar nesse seu coração mole (ok, não resisti, beijos). Enfim, vai poder tirar suas próprias conclusões a respeito de muita coisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Domingo está quase aí, eu sei. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Mas ainda há tempo&lt;/span&gt;! Pesquise, saiba do passado do seu candidato, saiba das SUAS PROPOSTAS, o que é o básico do básico que você precisa saber. Não faça parte daquela parcela que não sabe em quem votou nas últimas eleições – NÃO SEJA BOBO, POXA. Seja consciente nessa sua escolha, não adianta, depois das eleições, querer abrir a boca só pra reclamar do governo e seus protagonistas, sendo que você não fez honestamente a sua parte nesse dia 3 de outubro. Faça jus à maravilhosa conquista desse direito que temos – direito este que atinge diretamente a sua vida, meu caro. Não adianta depois chorar sobre o CONFIRMA clicado. &lt;span style="font-style:italic;"&gt;A hora é agora.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-2202767950958293013?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/2202767950958293013/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=2202767950958293013' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/2202767950958293013'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/2202767950958293013'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2010/09/hora-e-agora.html' title='A hora é agora'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-7367561027525237777</id><published>2010-09-14T22:31:00.002-03:00</published><updated>2010-09-14T22:38:49.109-03:00</updated><title type='text'>Vítimas da mídia instantânea</title><content type='html'>Tenho várias amigas que são como eu já fui: afobadas, querem tudo resolvido na hora, falam sem pensar (muitas vezes) e são vítimas da globalização tecnológica. Sim, vítimas. Em meio a tantas facilidades que a tecnologia nos proporciona, eis que cito um grande defeito, sob um ponto de vista mega prático para a VIDA PESSOAL: a instantaneidade da mídia. É. Sou uma comunicadora, mas tenho uma baita impaciência com uma mídia instantânea que consegue me descabelar: o tal do MSN. Ali, num instante, você consegue falar com o seu paquera que está lá no Alasca, consegue saber como está a sua amiga que você não fala há tanto tempo. Mas consegue, também, falar coisas “no calor da hora”, coisas das quais, em grande parte das vezes, você ligeiramente se arrepende após o teclar do enter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antigamente, quando algo drástico acontecia na sua vida pessoal, você fazia o quê? (Adeptos a essa época, respondam!!) – escrevia uma carta amargurada, derramando lágrimas sobre a mesma que chegavam até a borrar a caneta tinteira (ok, não é pra tanto). Você transpõe a sua alma naquela carta, os seus sentimentos, as suas revoltas momentâneas. Você tem a convicção de que o remetente vai se sensibilizar com aquilo. E, logo após uma noite de sono, lê novamente aquela coisa horrorosa e pensa “não mando isso nem que me paguem, como sou idiota”. É, experiência própria. Escrevi uma dessas cartas e tenho até hoje guardada na minha gaveta, e toda vez que eu a leio dou graças a Deus por não ter chegado às mãos do dito cujo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois hoje a realidade não é bem assim. Quando você se revolta, instantaneamente faz o quê? Escreve um e-mail, um depoimento no orkut, externa sua raiva via twitter ou, o pior, vai direto às vias de fato e fala com o motivo da sua revolta via MSN (aaargh). Clica para enviar, nem pensa, nessa hora é quase impossível estar consciente sobre seus atos. Eis um ato que pode estragar um relacionamento, ou deixa-lo suscetível a coisas, no mínimo, erradas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sou contra qualquer tipo de mídia social, muito pelo contrário, sou apaixonada por elas (menos pelo MSN, enfim). Só acredito que tenhamos que pensar muito mais antes de usá-las para desabafar coisas de momento. Mais tolerância para com elas, talvez. Claro, há pessoas que externam seus sentimentos e não se arrependem depois. Mas acredito que essa parcela da população cibernética seja muito pequena... Por isso, peço um pouco mais de paciência consigo mesmo. Sei que é difícil, pode parecer quase impossível, mas, acredite nisso – respire um pouco antes de querer falar tudo que vem à sua mente. Pensar mais faz bem. Aliás, como diz um conhecido meu “tem coisas que só se pensa, e NÃO SE DIZ”. Quem sabe escreva em uma carta o que você queira transpor. Depois releia, no mínimo, três vezes, deixando passar uma hora da sua escrita. Com certeza você poderá mudar de opinião. Use a mídia instantânea a seu favor, não deixe que ela lhe torne mais uma vítima dessa comunicação-globalização-tecnologia-instantaneamente. Confesso que me salvei de muitas encrencas pensando dessa maneira – e já me ferrei inúmeras vezes por deixar de pensar assim. #Ficadica&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-7367561027525237777?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/7367561027525237777/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=7367561027525237777' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/7367561027525237777'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/7367561027525237777'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2010/09/vitimas-da-midia-instantanea.html' title='Vítimas da mídia instantânea'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-998134352223539809</id><published>2010-08-20T12:38:00.003-03:00</published><updated>2010-08-20T13:19:27.513-03:00</updated><title type='text'>Pra "mim" fazer? Ai.</title><content type='html'>Analisem a cena: profissional de comunicação, super renomado, valorizado no mercado de trabalho, mais de vinte anos de profissão. Escreveu artigos, artigos e mais um pouco de artigos. É admirado por muitos alunos, fãs, colegas e etc. Aí vem a sua digna fala “(...) sempre preciso de inspiração pra mim fazer um texto...”. Tudo bem nessa frase? Não, definitivamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se até eu, ser humano leigo em tantas noções de vida, sei que o MIM NÃO CONJUGA VERBO, como que um profissional de tal “estirpe” pode falar uma coisa dessas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou neurótica por causa disso, confesso. Não sou perfeita, cometo erros de português, sejam eles de gramática ou ortografia. Não tenho ainda graduação, nem pós, tampouco mestrado, doutorado e o diabo a quatro. Mas, pra mim (rá), a reputação de uma pessoa supostamente “poderosa” aos olhos dos outros muda completamente quando ela diz “pra mim fazer, pra mim andar, pra mim comer”. Se herdamos isso dos nossos pioneiros indígenas (com todo o respeito, por favor), não sei. Mim comer uma carne agora! É, amigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei que não dá para julgar pessoas que falam “errado”, até porque muitos não tiveram condições de estudar e ter ótimas professoras de português como eu tive. Sei que não posso julgar alguém pela sua maneira de se expressar, afinal, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o que importa é a comunicação, não necessariamente a forma com que ela é feita&lt;/span&gt;. Mas, com licença, eu me permito a achar ridículo gente estudada, graduada e mimimis que conjuguem verbo com mim. Aaaah, se me permito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pronome pessoal reto EU foi criado para conjugar verbos na primeira pessoa do singular. Tão mais simples, tão mais bonito. Já o MIM é um pronome pessoal oblíquo... é usado depois do “para” em finais de frase, por exemplo! Dê esse livro para mim. (ponto final, sem verbo depois, oks). É aqui que o cérebro de muitas pessoas – inclusive das graduadas – faz uma confusão, uma vez que geralmente estamos acostumados a falar o mim depois do para. PORÉM, há um caso em que o mim pode anteceder um verbo. E é quando o mesmo se refere à pessoa e não ao verbo e você pode perceber que o mim não "tem a intenção" de conjugar o verbo!!!! Um exemplo: "é um prazer para mim estar aqui" - quem emprega essa frase dispõem em ordem inversa os termos da oração. Explico: essa frase poderia também ser empregada dessas maneiras - Para mim, é um prazer estar aqui. Estar aqui é um prazer para mim. ENFIM, sem a intenção de conjugar o maldito verbo. (Professores e mestres de português: qualquer coisa me corrijam, oks). Apesar de todo esse blábláblá, ainda não consigo entender e justificar como o erro pode ocorrer por profissionais "bambambans".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o pior de tudo: quando você fala certo, muitas pessoas olham torto, fazem biquinho, acham estranho. É realmente estranho falar “pra eu fazer um texto”, confesso. Mas não interessa, é o certo. Já traumatizei tantas pessoas por causa da minha mania de corrigir esse erro que muitas tiraram o MIM do seu vocabulário. Volta e meia vejo amigas, parentes e etc falando “Alcança esse texto pra eu”. Haha. Como sou má.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que fique bem claro que, depois de tantos surtos psicóticos por ver pessoas cometendo erros de português (inclusive ter escrito um texto que condenava quem fazia questão de errar), tirei essa mania da minha vida – apesar de ganhar ataques no fígado quando vejo alguém cometer erros absurdos, não aqueles perdoáveis. Mas “pra mim fazer” já é demais. Pra mim. E não pra eu. Entendem? Ok, sou doida e deixei vocês confusos, garanto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ps.: por favor, não me venham com a frase “errado é aquele que fala correto e não vive o que diz”, porque eu concordo com ela. Só não concordo que continuem usando o MIM de forma errônea. Só isso. Por favor, me perdoem por essa mania, vai.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-998134352223539809?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/998134352223539809/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=998134352223539809' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/998134352223539809'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/998134352223539809'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2010/08/pra-mim-fazer-ai.html' title='Pra &quot;mim&quot; fazer? Ai.'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-6795388403431090880</id><published>2010-08-17T12:25:00.001-03:00</published><updated>2010-08-17T12:25:58.761-03:00</updated><title type='text'>Cof, cof, atchim! Cigarro.</title><content type='html'>Lendo uma baita reportagem que saiu no último caderno Kzuka, senti-me na obrigação de falar sobre algo que sempre quis falar, mas nunca tive coragem: o cigarro.&lt;br /&gt;É extremamente horrível essa sensação - e certeza, convenhamos - de que essa realidade da "geração chaminé" só aumente. Mais horrível ainda é sentir-se fora dos padrões de qualquer ser humano por ser totalmente contra isso. Não gosto do cheiro, não gosto da aparência plástica de um cigarro na mão, não gosto de ver as pessoas soltando aquela fumaça pela boca - e achando a coisa mais linda do mundo. Terrível também é quando você diz a um fumante "hey, não curto... será que você pode fumar longe de mim?" e a mesma criatura dar risada da sua cara e jogar aquele bafo que esvoaça em direção ao seu rosto. Leis que impedem a população de fumar em locais fechados? Repercussão total na teoria, pena que na prática não funciona. Nunca vi lei que fosse mais desrespeitada - e olha que quase todas são.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Por falar em lei, lembro de um episódio no qual estava curtindo uma festa em minha cidade, logo depois da lei municipal ter sido sancionada. Uma certa criatura, muito crente da certeza dos seus atos, tirou o cigarro da carteira e começou a fumar, ali, no meio do ambiente fechado, como se nada estivesse acontecendo. O dono do estabelecimento, então, preocupado com os não fumantes que cercavam o dito cujo (e também com medo de tomar AQUELA multa, caso o amável fumante fosse denunciado) quis intervir. O fumante? Ficou ofendido, claro. Queria brigar. Onde já se viu ele não poder desfrutar desse prazer da vida? Que se dane a proibição. Pois é.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Sempre fui adepta à filosofia "usufrua da sua liberdade, desde que a mesma não interfira na dos outros". Quem fuma, não fuma sozinho. A fumaça contamina todo o ambiente, tornando os contra-cigarro meros fumantes passivos que não tem direito de reclamar de nada.&lt;br /&gt;Se fumar fosse estragar a vida unicamente do ser que realiza o ato, não seria contra. Até porque você ganhou sua vida, logo faça dela o que bem entender.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O álcool, por exemplo, que também é considerado uma droga que igualmente gera dependência, estraga vidas, sim. Mas de uma forma única - o máximo que vai interferir na vida dos outros é ter que aturar o bafo e as atitudes do bêbado. Ou também fazer as pessoas ao seu redor sofrer, caso você seja um dependente. Enfim. Ele prejudica fisicamente só a pessoa que faz uso dele. Não vou dizer que não bebo e quaisquer etcéteras, até porque estaria me contradizendo. Bebo sim, daquele jeito moderado, lá de vez em quando aos finais de semana. Fiquei bêbada sim, mais que uma vez. E dessas vezes, tirei lições. Umas divertidas, outras nem tanto.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Não sou contra quem quer extravasar, curtir a vida de uma maneira diferente, não. Faço isso - mas nem sempre. E é esse "semprefazerisso" que estraga a vida de muita gente por aí. Infelizmente, ter o tão afamado auto-controle às vezes não resolve, pois quando você menos espera, seu controle é jogado ao léu e você também.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Voltando ao cigarro, sei que muita gente fuma por aparência, já outros, porque gostam (gostar disso, pra mim, é totalmente incompreensível. PRA MIM). Sei que muita gente "só faz isso em festas". Sei que muita gente pensa que não é viciado, mas é. Sei que muita gente tem consciência do vício e não sente vontade de parar com isso. Sei que muita gente acha os que são contra TOTAIS CARETAS, ora bolas, é só se controlar.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;"O jovem tem hoje todas as informações que precisa sobre o cigarro, mas não quer ser controlado. (...) O cigarro começa com as festas do final de semana, onde eles tomam trago. Daí começam a fumar principalmente nas festas, o que também é um vício. Quem pensa que para quando quer está errado, pois você não sabe como seu corpo vai se comportar", palavras de Luiz Carlos Correa da Silva; médico, chefe do serviço de pneumologia da Santa Casa de POA, professor da UFSCPA, UFRGS E UPF e coordenador do Fumo Zero da AMRIGS (trecho publicado nas páginas centrais do caderno Kzuka).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Sei que muita parcela dessa tal geração chaminé respeita os que não curtem. Sou admiradora de tais pessoas - pena que, até agora, vi que essa parcela da população é mínima.Tenho muitos amigos que fumaram e continuam fumando, outros que provaram e viram que não era bom. Eu nunca provei, e cada dia que passa sinto ainda mais certeza de que não farei isso. Se só o cheiro me causa irritação e espirros constantes, imagina aquela fumaça circulando no meu pulmão e causando um alvoroço interno em mim? Não, muito obrigada. Prefiro continuar assim, careta, como queiram, na minha vidinha mais ou menos de extravasar de vez em quando - e olhe lá - com bebidinhas e tal.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;PS.: Um beijo pros fumantes que respeitam quem não curte. Vocês não imaginam o quanto são legais. :*&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-6795388403431090880?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/6795388403431090880/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=6795388403431090880' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/6795388403431090880'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/6795388403431090880'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2010/08/cof-cof-atchim-cigarro.html' title='Cof, cof, atchim! Cigarro.'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-7552456666149501158</id><published>2010-08-06T15:27:00.002-03:00</published><updated>2010-08-06T15:41:35.771-03:00</updated><title type='text'>eu sou assim</title><content type='html'>“(...)porque só pode ser teimosia crônica essa mania de nascer assim, crescer assim, viver assim e, mais grave, ser sempre assim. Por mais que “assim” seja bom, é muito assim pra pouco assado.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É por tal motivo que Martha me fascina. Sim, é da Martha Medeiros que vos falo. Ela consegue adivinhar tudo que morro de vontade de externar e é por isso que sempre aguardo ansiosíssima as quartas-feiras, pois é quando acompanho as suas palavras. Em especial nesta quarta, dia 4 de agosto, ela tocou em um assunto que me senti na obrigação de falar sobre. Essa mania que muita gente tem de se mostrar de opinião única, mostrar-se íntegro e , bler, AUTÊNTICO. Mania de querer defender suas teses até a morte e nunca admitir-se errado, não ser flexível e tampouco ter humildade para pôr as cartas na mesa e dizer “sim, eu mudo, eu mudei, eu mudarei”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mudar, na prática, não é crime nem pecado algum. Faz parte da nossa condição de animal racional e condiz totalmente a uma evolução. Se eu defendia uma religião com unhas e dentes e, após ler textos e escutar conversas mais convincentes do que minhas certezas, por que não mudar e passar a jogá-la ao léu? Para parecer “autenticamente em defesa de uma causa”? Por favor, né. Já dizia Raul Seixas que "eu prefiro ser essa metamorfose ambulante, do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo". Nunca vi frase mais clichê. Porém nunca vi um clichê que fosse tão verdadeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não vivo mudando de opinião, não. Tenho minhas convicções que serão difíceis de serem contrariadas. Serão difíceis, mas não impossíveis, caso me provem que eu esteja errada. Aliás, não vejo problema algum em estar errada, ter me enganado, ter caído em mim de que tudo que acreditei não passou de uma ilusão muito boba. Cara, a gente vive pra isso: errar, acertar, errar, acertar. É uma constante na nossa existência e admitir isso é uma questão de obviedade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Só não muda quem não se relaciona com o mundo, não passou por nenhuma experiência amorosa, por nenhuma frustração. Só não muda quem não consegue racionalizar sobre o que acontece a sua volta, não se interessa pela condição humana, não é curioso a respeito de si mesmo...”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Defender seus ideais e seus princípios é até questão de caráter. Mas vai, mudar uma cláusula ou um parágrafo em alguma de suas certezas não vai fazer de você um ser “frívolo” ou frustrado. Vai fazer de você um ser humano, o que, no fim das contas, é o que você é, né?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Martha Medeiros, obrigada por existir.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-7552456666149501158?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/7552456666149501158/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=7552456666149501158' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/7552456666149501158'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/7552456666149501158'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2010/08/eu-sou-assim.html' title='eu sou assim'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-5545980282237524675</id><published>2010-08-05T18:48:00.003-03:00</published><updated>2010-08-05T19:17:45.863-03:00</updated><title type='text'>#MEME</title><content type='html'>Em primeiríssimo lugar, mil desculpas pelo abandono.&lt;br /&gt;Não vou nem justificar os porquês, pois de nada adiantaria. Enfim!&lt;br /&gt;O Rod, do poético &lt;a href="http://sujeito-simples.blogspot.com"&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;sujeito simples&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, me mandou essa entrevista. E, já que as oportunidades para que eu possa estar "do outro lado da coisa" são poucas, resolvi respondê-las :)&lt;br /&gt;Aproveito para passar a mesma entrevista pra Nicole, do &lt;a href="http://blogandocomnicole.blogspot.com"&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;blogando com nicole&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; (que acabou de me mandar um esmalte pink vigarista lindíssimo e um livro muito fofo de presente) para que ela faça o mesmo e responda o questionário. Afinal, dona Nicole é um projeto de jornalista que nem eu, acredito que vai amar estar do outro lado também. Haha.&lt;br /&gt;Sem mais delongas, segue:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – Qual seu nome?&lt;br /&gt;Bianca Hoffmann Hennemann&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 – Onde você mora?&lt;br /&gt;Na belíssima e florida Nova Petrópolis, no meu amado estado Rio Grande do Sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 – Quantos anos você tem e quando é seu aniversário?&lt;br /&gt;Tenho 19 anos muito bem vividos que se completam a cada 25 de julho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 – Qual sua altura e qual número você calça?&lt;br /&gt;Tenho 1,65 de altura e calço por vezes 36, por vezes 37.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5 – Estado civil ou situação, tem filhos?&lt;br /&gt;Estado civil: Namorando. Situação? Compromissadamente apaixonada.&lt;br /&gt;Tenho duas calopsitas. Serve? Haha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6 – Qual sua comida favorita?&lt;br /&gt;Injusto dizer só uma. Lasanha de frango da mamis, massa ao molho de quatro queijos do namors e minha pizza &lt;3&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7 – Qual a sua bebida favorita?&lt;br /&gt;Caipirinha de cachaça. Descobri há pouco tempo e morro de vergonha de ter que ser sincera e dizer isso. E, claro, chimarrão e café. Meus parceiros todos os dias!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8 – Como você se auto define?&lt;br /&gt;Muito observadora, com oscilações súbitas de humor, am. Costumo dizer que sou subjetiva demais para procurar me expor em falsas objetividades. Então, melhor nem tentar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9 – Qual o seu sonho?&lt;br /&gt;Ser realizada ainda mais na profissão e poder ajudar todos que já me ajudaram. Principalmente minha mãe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10 – Qual o seu pior defeito?&lt;br /&gt;Odeio me sentir culpada a todo tempo. Que droga. Penso demais... Esse é meu defeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11 – Trabalha atualmente em quê?&lt;br /&gt;Saí da reportagem para um ramo incrível no jornalismo: assessoria de imprensa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12 – Faz faculdade ou algum curso?&lt;br /&gt;Curso Jornalismo na Unisinos e pretendo dar continuidade a um curso de espanhol. Queria muito continuar no teatro também... Mas isso será possível quando meu dia tiver 36 horas ou mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13 – Tem algum bichinho de estimação, qual o nome?&lt;br /&gt;Sim! Dois bichinhos que me fazem muito feliz. A Elvis e a Vick, duas calopsitas. Só quem tem sabe o bem que esses 'serezinhos' podem nos proporcionar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14 – Qual sua banda, dupla ou cantor[a] favorito?&lt;br /&gt;Foo Fighters é viciante e me arrepia. Ana Carolina e Amelie Poulain me acalmam e me inspiram. Sou adepta ao rock, bossa nova e MPB. E outros, quando estou de bom humor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15 – Teu filme e ator/atriz favorito?&lt;br /&gt;GENTE! Tantos filmes que mexeram comigo... São eles: Laranja Mecânica, Um Estranho no Ninho, Uma Mente Brilhante, Freud além da alma, August Rush, Patch Adams, Efeito Borboleta, Oliver Twist, O Menino do Pijama Listrado, A Era do Gelo 1, 2, 3; UP! Altas Aventuras e Alice no País das Maravilhas. Ator e atriz? Admiro TODOS! Claro, os quem têm talento de verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16 – Tem saudade de algo, ou alguém?&lt;br /&gt;Sim. Da época do colégio, de Tocantins, de quando eu podia só me matar de estudar. Sério...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17 – Fato que mais marcou sua vida?&lt;br /&gt;Sou uma pessoa completamente jovem na teoria, mas já adulta na prática. Adulta só pelos acontecimentos marcantes da minha vida, que foram VÁRIOS. Acredito que um dos mais marcantes foi quando consegui meu primeiro emprego e vi que, a partir dali, as responsabilidades só aumentariam na minha vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18 – Tem apelidos, quem te chama?&lt;br /&gt;Sim! Bia é universal. Pitty é só da mãe. Paixão é só do namors :)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19 – Com o que você não pode sair de casa sem?&lt;br /&gt;Um blush na cara. Preciso criar a ilusão de que sou saudável. Dá-lhe bochechas vermelhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20 – Qual tua marca de maquiagem favorita?&lt;br /&gt;Natura, disparado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;21 – Onde costuma comprar roupas?&lt;br /&gt;Na Renner. Minha perdição!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;22 – Você pretende casar?&lt;br /&gt;Pulo a pergunta!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;23 – Você está apaixonada/o?&lt;br /&gt;Completamente. Pela vida, pelas pessoas, pelos objetos, pelos animais, pelos sentimentos. Sou muito apaixonada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;24 – Qual produto que você não troca de jeito nenhum?&lt;br /&gt;Produtos, pra mim, são produtos. Logo, são totalmente “trocáveis”. Desapego, né. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;25 – Diga uma dica, truque ou produto que descobriu na internet:&lt;br /&gt;Bah, difícil essa. A última "dica" que me marcou foi quando li diversas resenhas sobre o filme Alice e me apaixonei, mesmo sem ter visto. Depois que vi, me apaixonei mais ainda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;26 – Diga 2 produtos [área da beleza] que você quer, mas ainda não comprou:&lt;br /&gt;Um curvex superpoderoso e muitos pares de cílios postiços. Haha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;27 – Por que decidiu criar um blog?&lt;br /&gt;Tinha muitos textos de gaveta... Gostavam do que eu escrevia... Aí foi, né. Resolvi externar tudo - e descobri que foi a MELHOR coisa que fiz na minha vida. Juro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-5545980282237524675?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/5545980282237524675/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=5545980282237524675' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/5545980282237524675'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/5545980282237524675'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2010/08/meme.html' title='#MEME'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-4690673014108748276</id><published>2010-07-05T17:49:00.000-03:00</published><updated>2010-07-05T17:51:14.450-03:00</updated><title type='text'>Amor?</title><content type='html'>Sempre tive pra mim que o sentimento mais indescritível e inexplicável é o amor. E quanto mais o tempo passa, mais tenho certeza disso. Esse sentimento intriga a humanidade desde os seus primórdios. Diversos renomados filósofos gastaram praticamente todas suas vidas tentando explicar esse sentimento e o que ele pode causar nas pessoas. Shopenhauer, por exemplo, tratou o amor de forma direta, abrangente, é aquilo e ponto. Já Freud viu em inúmeras sensações implícitas significados e explicações múltiplas pro tal do amor. (Baseado em conhecimentos mínimos, os especialistas em filosofia que me perdoem). O dicionário define amor como sentimento que predispõe alguém a desejar o bem de outrem, entre tantas outras linhas de palavras que só nos deixam ainda mais confusos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem, filósofos, Aurélio, pessoas leigas. Pra mim, definir o amor e procurar razões para sua existência é pura perda de tempo. Por mais que estudiosos insistam em achar termos e etc para mostrar uma certa consistência a esse sentimento, o amor consegue ser a coisa mais subjetiva do mundo. Subjetiva, intocável, distinta e igual. O amor pode ser lindo, como pode ser horrível. Pode ser o melhor sentimento do mundo e também pode ser o pior. Pode ser sentido no mesmo instante ou pode demorar anos para ser construído. Pode ser puro, pode ser doentio. Pode deixar a pessoa no céu e também pode deixá-la no mais ardente dos infernos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O amor é o amor, aquele que consegue ser o cúmulo do abstracionismo, aquele que é sentido de maneira diferente e pessoal por cada um. Não dá para dizer quem ama mais, quem ama menos, quem ama certo, quem ama errado. Amor não tem disso, não tem nada disso. Ele não pode ser julgado, falado, repetido, comparado. Só pode ser sentido, curtido e interpretado individualmente. Afinal, mal sabemos se ele existe ou se é puro fruto da nossa insistência em idealizar tudo...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-4690673014108748276?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/4690673014108748276/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=4690673014108748276' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/4690673014108748276'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/4690673014108748276'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2010/07/amor.html' title='Amor?'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-6421030784415302353</id><published>2010-06-09T16:30:00.006-03:00</published><updated>2010-06-11T08:58:14.573-03:00</updated><title type='text'>Dia do$ namorado$</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBIkmb8oh0I/AAAAAAAAAaA/7sDk0mVfjuo/s1600/IMG_5831_c%C3%B3pia.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 245px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBIkmb8oh0I/AAAAAAAAAaA/7sDk0mVfjuo/s320/IMG_5831_c%C3%B3pia.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5481483939219015490" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adoro o dia dos namorados. Acho um dia tão romântico, lindo e lá fora aparecem milhões de coraçõezinhos simbolizando que é o dia D. Ok, exagerei. Na real, eu não sou muito a favor desse negócio de data comemorativa. Todo o simbolismo sentimental que a tal data é para proporcionar vai por água abaixo. O que mais vem à mente dos casais enamorados é, nada mais e nada menos do que a palavra PRESENTE. É. Um dia que, na teoria, deveria ser significativo, na prática, é $ignificativo, se é que você me entende. O dia dos namorados é totalmente criado para impulsionar o mercado: marcas criam novos produtos pro tal dia, hotéis lotam na Serra Gaúcha, alinças quase sem correndo das joalherias e até os solteiros frustrados choram em casa e gastam horrores em diversões solitárias por não ter com quem partilhar o dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, infelizmente, não é só com o dia dos namorados que isso acontece. Na páscoa, ovos de chocolate, e só. No dia das mães, "que presente vou dar pra minha mamis?", um cartão de euteamoobrigadaportudo, e só. No natal, presente pra todo mundo, e só. O máximo que fazem é reunir a família pra cantar cantigas para então distribuir os presentes que saem de um saco gigante vermelho. Er, odeio generalizar, pode ser que com você não seja assim. Mas, nesse caso, me permito a tal ato. Porque com a tão afamada maioria é assim mesmo que ocorre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltamos ao dia dos namorados. Conheço muitos que vão se dar presentes, uns beijinhos, e deu. Conheço outros que vão passar um dia romântico em não sei aonde. Outros, vão virar pro lado e dormir. Sei que é totalmente clichê dizer isso, mas o dia de namorar, dia de olhar pra pessoa amada e dizer o quanto se sente bem por estar com ela, não deveria ser centralizado num só dia comemorativo. Aos que não fazem isso, minhas admirações. Aos que fazem, vamos nos ligar, né? Mimar quem você ama/gosta/curte, não necessariamente nessa ordem, deveria ser espontâneo e não ceder às pressões causadas por um dia D. E menos valor ao consumismo... Já que a data existe, deixe-se levar pelo seu lado mais sentimental, faça momentos nostálgicos e curta intensamente com seu amor :)&lt;br /&gt;E aos solteiros, sem pressão. É só encarar o dia como se fosse como qualquer outro, ué. (Apesar dos milhões de coraçõezinhos no ar não te deixarem em paz. Exagerei de novo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, e feliz dia pro meu namors :) O moreninho lindo da foto lá em cima, ó! s2&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-6421030784415302353?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/6421030784415302353/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=6421030784415302353' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/6421030784415302353'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/6421030784415302353'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2010/06/dia-do-namorado.html' title='Dia do$ namorado$'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBIkmb8oh0I/AAAAAAAAAaA/7sDk0mVfjuo/s72-c/IMG_5831_c%C3%B3pia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-2240415905458976318</id><published>2010-06-08T16:58:00.003-03:00</published><updated>2010-06-09T00:01:19.598-03:00</updated><title type='text'>Ela</title><content type='html'>Ela se encanta.  Percebe nele os mais ínfimos detalhes, como o sorriso do canto da sua boca ou aqueles choros com suspiros que a enlouquecem. Ela ama estar com ele, sentir o cheiro dele, tocar na pele dele, estar com ele. Lembra de todas as datas, de todos os beijos, de todos os gostos. Apaga as brigas e quaisquer resquícios de discussão da memória, não quer desgastar um sentimento tão lindo e visivelmente nobre. Ela repara em todos os jeitos de agir dele: a voz de manhã cedo, o olhar dizendo boa noite, o cheiro tão único que ele exala. Ela o tem na sua vida. Ele não parece ter. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esquece de avisá-la que hoje não vão poder comemorar mais um mês juntos porque o futebol com os amigos é mais importante (se é que vai jogar futebol). Deixa ela plantada na janela do apartamento esperando ver o farol do seu carro chegar. Esquece que ela tinha uma reunião decisiva hoje e sequer pede como foi. Não se importa com ela tanto quanto ela se importa com “os mais ínfimos detalhes” dele. Ela dá um valor absurdo pra ele. Ele não. Ela quer ele pra ela todo dia. Ele, de vez em quando. Ela se contenta com um sorriso dele. Ele não se contenta só com um beijo dela. Ela quer mais dele. Ele quer mais ELA. E só. Ele não pensa nos sentimentos, já ela é toda coração. Ela começa a se cansar. Desgastar. Desencantar.  Ensaia quinze vezes a maneira que vai se desfazer de tudo isso, mas basta ele chegar com toda sua fila de ínfimos detalhes pra ela jogar pra longe a possibilidade de viver sem ele. Até que ela, de tanto se amargurar, de tanto juntar situações de desvalorização explícita, se esgota. Se esgota e vê que é melhor viver de coisas concretas. De quem enxerga nela aqueles malditos detalhes que ela enxergava nele. Ela diz adeus pra ele. Ele que nem parecia ter dito oi pra ela. Pra ela e pros sentimentos dela. Basta o adeus dela pra ele começar a sentir um terço do que ela sentia. Pra ele começar a reparar nela mais. Bem mais. Pra ele perceber que tinha uma ótima pessoa ao seu lado. Se arrepende. Ele, claro. Ele resolve buscá-la novamente. Declarações, escusas, palavras ditas agora que deveriam ter sido ditas antes. Bem antes. Ela, agora, não dá mais bola. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esqueceu dos detalhes, esqueceu dos sorrisos, esqueceu da voz, do cheiro e tudo que isso a fazia sentir.  Guarda-o pra sempre, nas lembranças, e não mais que isso. Ele que não tinha ela na memória agora não sabe mais o que fazer para tirá-la do coração. E é assim que muitas histórias de amor são escritas. Pra um dos autores, teve começo e fim. Já pro outro, que não soube escrever o começo, se perdeu no infinito e jamais saberá onde fica o ponto final. E nem adianta voltar para tentar recomeçar o prefácio. O livro já está fechado para ela. Digitado, editado, impresso e mofando nas prateleiras.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-2240415905458976318?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/2240415905458976318/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=2240415905458976318' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/2240415905458976318'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/2240415905458976318'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2010/06/ela.html' title='Ela'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-726102500139051571</id><published>2010-05-12T12:25:00.002-03:00</published><updated>2010-05-12T12:30:56.269-03:00</updated><title type='text'>SALVEM a seleção</title><content type='html'>Não sei como, depois de ontem, as orelhas do técnico Dunga não caíram. De tanto que ferveram, de tanto que este foi o nome mais comentado na tarde desta terça-feira, um mês antecedendo a Copa Do Mundo. Às 12h45 min estavam todos na expectativa de quem seriam os escalados para representar o país na competição mais importante pra nós (nesse caso ouso generalizar). Glenda Kozlowski, o tal do Tiago no Globo Esporte e eu, fixa na TV. Após o ocorrido, após aquela lista de convocados, que me fez encarar cada jogador por três segundos, a decepção. Cadê o Victor? Cadê o Ronaldinho Gaúcho? Cadê o resto dos Meninos da Vila? Pois é. Corri pro twitter e vi que não era só eu. Geral tocou no nome do Dunga. Todos utilizaram ao menos um minuto do seu precioso tempo para filosofar a respeito da decisão do técnico. Uns mais timidamente, dizendo que Dunga tá lá e sabe o que faz. Outros mais revoltados, não entendendo inúmeros porquês, todos com nomes: Ganso, Neymar, Ronaldinho, Adriano, etc e tal. Jogadores chorando por não terem sido convocados, já outros chorando de alegria porque vão conhecer a África do Sul. Não sou lá muito entendida de futebol, confesso, bem como confesso que Dunga entende disso um milhão de vezes mais que eu. Acontece que eu fiz parte dos 80%, ou grande maioria, como queiram, que se revoltou com essa escalação. Fiquei indignada, porque grande parte dos jogadores que foram escalados eu mal conheço (eu disse que era desentendida)!! Chateada, porque ao invés de eu gritar pelo Ronaldinho, vou ter que gritar pelo Grafite (???) que eu nunca vi mais magro, desculpe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ídolos dessa maioria não entraram. E a válvula de escape foi atirar todas as raivas e pedras em cima do técnico, que ganhou os adjetivos mais horripilantes imagináveis e inimagináveis. Dunga não cedeu às pressões do povão. Colocou como lateral jogadores que não estavam jogando nessa função. Enfim, surtou. Fumou, loqueou, teve uma intuição que assim funcionaria, sei lá. E foi comparado com Felipão, que não escalou Romário para a Copa de 2002, foi chamado de burro e o diabo a quatro, mas trouxe o penta pra nós. Literalmente, calou a boca da tão chatinha maioria. Se esse episódio vai se repetir novamente esse ano? Não sei. Mas espero que sim. Pois, caso não aconteça, dou a dica pro tal do Dunga não sair mais de casa, de tanta pressão que vai sofrer com os “e se o Neymar tivesse jogado”, “e se o Victor tivesse no gol aquela hora”, “e se o Ganso tivesse lá naquele minuto”, e se, e se, e se. Na boa, fiquei com raiva do técnico e agora, mais calma, estou com pena. A gente tem essa mania de sofrer por antecipação, cobrar por antecipação, mas, CALMA, a Copa tem um mês ainda pra começar. Acho melhor só deixarmos pra sofrer todas essas angústias e amarguras depois, na hora, no ato. Todo mundo merece uma chance, e vai, o Dunga também merece. Mas confesso que não me sinto nada empolgada em ter que gritar e torcer pelo tal do Grafite. Me dou o direito dessa implicância.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-726102500139051571?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/726102500139051571/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=726102500139051571' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/726102500139051571'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/726102500139051571'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2010/05/salvem-selecao.html' title='SALVEM a seleção'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-693008070256700330</id><published>2010-05-04T21:13:00.002-03:00</published><updated>2010-05-04T21:18:09.241-03:00</updated><title type='text'>Abandone as verdades universais</title><content type='html'>Se tem uma coisa que consegue me irritar profundamente são as famosas verdades universais. Gosto não se discute, o amor é o sentimento mais nobre que existe, inveja é falta de capacidade, entre outras tantas milhares chatas como essas. É, chatas. Essas frases são consideradas “verdades”, pois uma grande maioria dos indivíduos concorda com elas. Quer saber? Grande coisa. Não consigo entender, aliás, como uma verdade pode ser estabelecida a partir de uma maioria. Enfim. Já não gostava dessas tais verdades, e depois de sair de uma aula de filosofia, passei a gostar menos ainda. Finalmente escutei alguém dizer “gosto não se discute? Pois não há nada mais discutível do que o gosto” e Kant, um filósofo alemão, concorda comigo, com licença. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sou daquelas que enlouquece buscando explicações, mas não se cansa enquanto não achá-las. Pois bem, exemplifico essa questão. Uma amiga sua adora andar de rosa, azul bic e verde limão. Você olha, acha estranho, mas se conforma pensando que o gosto não é discutível. Ora, como não discutir o gosto diante de uma situação dessas? Ela deve ter um motivo no mínimo esquisito pra gostar dessa combinação. Um trauma de infância talvez. Ou, sei lá, viu uma famosa usando e achou que era moda. Olha, sem querer querendo, acabei discutindo o gosto da coitada (e sei que você também fez isso, ainda que involuntariamente). Dizendo que o gosto é discutível, no meio de 500 pessoas dizendo que não é, é chato... muito chato. Aí, o que acontece? Você acaba concordando com a ideia da maioria, ainda que, no fundo, não concorde, e passa a ser um mero um por cento a mais pra tal da generalização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra coisa nesse papo todo que me deixa, como diria um amigo meu, “tiririca”, é escutar as pessoas dizendo “sua inveja faz o meu sucesso, inveja é falta de capacidade, sou o que sou e ninguém vai me mudar”. Frases prontas, ditas da boca pra fora. A pessoa que diz tooooda essa ladainha, acho que nunca parou pra pensar no que tudo isso quer dizer. E depois, ainda, ousam dizer “sou original” o que, nas entrelinhas, significa “me inveeeeeeeeeeje”, contradizendo totalmente com as benditas frases prontinhas. É. O que quero dizer a vocês, caros leitores, é que muita gente tem vontade de destruir essas verdades universais mas, por comodismo, preguiça de pensar, falta de vontade de contrariar 99,9% das pessoas, acaba deixando assim. Afinal, muito desgastante gastar suas cordas vocais com seus próprios argumentos, né? Melhor não arriscar? Pois bem, eu vos digo: CORAGEM, arrisque-se! Não tenha medo disso, até porque seus pensamentos é que fazem você, por mais que estes sejam adversos à opinião geral da nação, amém. Se eu estou certa ou errada de pensar assim? Sei lá, é minha opinião, “sou o que sou e ninguém vai me mudar”, HEHE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS.: adjunto de novo visu *-* algo mais clean, porque resolvi ficar discreta (não me peça explicações). créditos ao meu amado rodrigo rott, que fez a capa pra mim. rod é dono do blog sujeito-simples.blogspot.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-693008070256700330?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/693008070256700330/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=693008070256700330' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/693008070256700330'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/693008070256700330'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2010/05/abandone-as-verdades-universais.html' title='Abandone as verdades universais'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-4563361350413667579</id><published>2010-04-28T11:32:00.001-03:00</published><updated>2010-04-28T11:32:57.538-03:00</updated><title type='text'>Realidade Plastificada</title><content type='html'>Primeiramente, quero pedir um número inexistente de desculpas pelo abandono do adjunto adverbial.&lt;br /&gt;Não quero e tampouco pretendo aqui citar motivos para isso ter ocorrido, só afirmar que o blog está de volta a ativa, eba pra alguns e aaah pra outros. Hehe.&lt;br /&gt;Enfim, sem mais delongas... Uma realidade que venho percebendo ser frequente na nossa nação é a quantidade de vidas plastificadas. Sim, caro leitor, é da cirurgia plástica que vos falo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por ano, os brasileiros e brasileiras (mais as brasileiras, pressuponho) realizam UM BILHÃO de cirurgias plásticas. Seja para corrigir aquele nariz que você insiste enxergar 15 vezes maior do que o coitado é, seja para aumentar os seios para a sua blusa preferida ficar mais “recheada”, seja para tirar orelhas de abano que fazem você parecer o Dumbo, enfim, para corrigir o que você e as pessoas ao seu redor declaram como sendo defeito. Sei que esses supostos defeitos podem estar acabando com a tal da sua auto-estima, bem como sei que a cirurgia plástica já mudou (pra melhor) a vida de tantos e tantos indivíduos. Que bom que a medicina com suas tecnologias nos propiciam essa válvula de escape!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora o questionamento que eu vos faço é outro: até que ponto a plástica pode mudar pra melhor a vida de uma pessoa e até que ponto ela está sendo alvo de exageros ocorridos por pura vaidade? Cansei de assistir reportagens de mulheres que não se contentam com seus 500 ml de silicone e resolvem colocar mais, pra ficar ainda mais bonita (?) ou, simplesmente, aparecer (confesso acreditar mais na segunda hipótese). Cansei das notícias da tal da Bismarck que já gastou mais de cem mil com isso e mais parece uma mulher de plástico, criada nas mesas de cirurgia. Cansei de ver até consórcios pra realizar esse “sonho”. Cansei de ver mulheres como a Miss Rio Grande do Sul 2009, a Bruna Jackson (hehe), xingar e difamar seu médico por ter feito seu nariz errado (sendo que ela deveria estar ciente que isso poderia acontecer. Na certa ela pediu um nariz minúsculo para o doutor, e foi o que ele fez, neam. Mas enfim!! Vejam como ela era mil vezes mais bonita antes de ter feito a burrada: http://f.i.uol.com.br/folha/ilustrada/images/0915850.jpg). Cansei dessas meninas que já são lindas e vivem reparando em defeitos que sequer existem pra ter a barriguinha da fulana de tal, pra ter o narizinho arrebitado da ciclana, pra ter a bunda da deltrana. Na boa, cansei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não entendo como alguém supostamente bonito aos olhos da sociedade pode se olhar no espelho e viver reparando nos defeitos, preferir correr riscos numa mesa de cirurgia ao invés de se aceitar como é. Também ainda não entendo como alguém prefere pagar uma plástica pra ter o rostinho e o corpinho do ano ao invés de investir esse dinheiro em educação, para a formação de um CARÁTER melhor, este que deveria ser mais bem reparado do que um reles nariz bem feitinho. Aliás, já pensou se existisse uma maneira médica de modificar o interior de uma pessoa por completo, de um dia pro outro? Cruzes, a fila, na teoria, deveria ser maior do que pra fazer a tal da plástica. Outro fato que eu acho ridículo é o concurso de Miss. Eu sou totalmente a favor de não aceitarem mais mulheres totalmente de plástico. Analisem na passarela: quais candidatas não têm silicone, ou não corrigiram o nariz, ou não tiraram uma costela? Quantas mulheres bonitas POR NATUREZA desistem desses concursos porque vão perder pra uma mulher que, na mais pura realidade, não é bem assim como parece? Onde está a beleza natural das brasileiras que é taaaanto lembrada?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, enquanto a aparência continuar sendo o fator de maior importância na vida das pessoas, continuaremos a ver na televisão panicats de corpo perfeitamente plastificado, lindas de morrer, que só rebolam e distribuem sorrisos, porque quando abrem a boca... Continuaremos a ser um dos países que mais realiza cirurgias. Mas também continuaremos a ser o país que mais exibe mulheres lindas, belas, cheias de artefatos que enlouquecem os olhos de qualquer um. E só, infelizmente. Afinal, pra que se aceitar cheio de defeitos, se você pode ser perfeito? A mais pura verdade é que ninguém mais quer realmente aceitar a sua condição: a de SER HUMANO, acima de qualquer promessa (insuportável, diria) de perfeição.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-4563361350413667579?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/4563361350413667579/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=4563361350413667579' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/4563361350413667579'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/4563361350413667579'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2010/04/realidade-plastificada.html' title='Realidade Plastificada'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-4465656834672072885</id><published>2010-02-23T09:35:00.001-03:00</published><updated>2010-02-23T09:39:32.061-03:00</updated><title type='text'>da gaveta</title><content type='html'>eu respiro, és tu que vens na minha mente.&lt;br /&gt;eu enxergo, és tu que vejo a minha frente.&lt;br /&gt;eu suspiro, és tu que estás aqui presente.&lt;br /&gt;eu deliro, és tu que não me permite ser inocente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;sou culpada por te fazer inspiração,&lt;br /&gt;sou culpada por não tolerar a razão,&lt;br /&gt;sou culpada por me sufocar nesta ilusão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;eu sei que é absolutamente meu o arbítrio de te ter pra sempre, eu tenho plena consciência de que posso viver o resto da minha vida sem sequer lembrar da tua imagem.&lt;br /&gt;porém algo dentro de mim sempre grita mais alto, exclama mais forte, explicita a todos os sentidos da órbita, fazendo com que o simples fato de te esquecer seja, assim, tão arriscado e difícil.&lt;br /&gt;enquanto não encontro respostas a que tudo isso que dentro de mim acontece se destina, continuarei a interpretar, a cantar, a poetizar.&lt;br /&gt;mas, por favor, diga-me logo quem tu és, porque preciso te viver - e continuar não esquecendo de ti jamais, ainda que não tenha te possuído literalmente.&lt;br /&gt;ouço as canções e pareço te escutar, um arrepio frio me domina por completo, me faz te sentir aqui do meu lado.&lt;br /&gt;fecho os olhos e percebo o teu sussurar no meu ouvido, o teu penetrar em minha mente, o toque do teu tato em minha pele já tão sensível.&lt;br /&gt;por que o desconheço? por que não apareces materialmente? por que pareço te ter todo o dia e, às vezes, passar pelos meus pensamentos equivocados que tu não passas de uma ilusão?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-style:italic;"&gt;achei esse meu texto de 2008 numa gaveta, por aí.&lt;br /&gt;não sei quem o inspirou, não me lembro em qual transitoriedade da vida estava quando escrevi.&lt;br /&gt;mas, como eu mesma digo sempre, eu não me preocupo em buscar explicações.&lt;br /&gt;tudo em mim é inexplicável.&lt;br /&gt;:*&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-4465656834672072885?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/4465656834672072885/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=4465656834672072885' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/4465656834672072885'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/4465656834672072885'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2010/02/da-gaveta.html' title='da gaveta'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-4713061916326171139</id><published>2010-02-19T09:22:00.001-02:00</published><updated>2010-02-19T09:22:57.403-02:00</updated><title type='text'>eu lírico</title><content type='html'>eu sou um pouco de muito e um muito de nada. eu sou aquilo que nem eu&lt;br /&gt;mesma vejo. não transpareço meu desejo de ser apenas o que eu queria&lt;br /&gt;que eu fosse.&lt;br /&gt;eu sou puramente consequência das metamorfoses do meu próprio tempo...&lt;br /&gt;eu sou emoção e contradição.&lt;br /&gt;eu simplesmente não faço sentido e tampouco me obrigo a fazer.&lt;br /&gt;eu preciso ser exatamente aquilo que nunca fui, sempre, a todo momento.&lt;br /&gt;eu preciso te ser insuportavelmente inesquecível. assim, existo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-4713061916326171139?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/4713061916326171139/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=4713061916326171139' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/4713061916326171139'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/4713061916326171139'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2010/02/eu-lirico.html' title='eu lírico'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-1025284787339659169</id><published>2010-02-11T16:21:00.002-02:00</published><updated>2010-02-11T16:26:33.271-02:00</updated><title type='text'>Big Bosta Brasil?</title><content type='html'>“98% das pessoas do twitter sabem o nome de todos os BBB’s. Se você faz parte dos 2% que não sabe o nome de nenhum, dê RT”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom. Estava eu escrevendo esse post há muito tempo, confesso. Muito mesmo, pois já faz seis semanas que o reality show mais visto no Brasil começou: o Big Brother Brasil. Mas já estava ficando maluca de não poder externar a minha opinião sobre este programa tão polêmico da televisão. Quando começa o Big Brother, começam os mesmos papinhos de sempre. Principalmente de pseudo-intelectuais, que supostamente defendem uma cultura antitelevisiva sem nem eles mesmos saberem o porquê da questão.&lt;br /&gt;Não julgo quem não gosta desse programa por realmente ter motivo para isto. Achar chato, achar o cúmulo, achar um verdadeiro show de putaria, achar que não vai acrescentar nada na sua vida. Ok. Viva ao pensamento livre. Viva à diversidade. Acontece que, o que me deixa deveras irritada, é o fato de muitas pessoas dizerem “bah, tu gosta de BBB? Nossa, se fosse tu não sairia de casa mais. Que vergonha, hein?” e depois, essa mesma pessoa que cometeu a infelicidade de dizer essa frase, ser a primeira a acompanhar o que aconteceu depois das frases polêmicas da Lia, o que o Dourado falou sobre homossexualismo, o que o Dicésar “aplontou no pgogama”.&lt;br /&gt;Não consigo acreditar em tamanha hipocrisia. De gente que quer parecer culta, digna, inteligente, simplesmente por falar que não assiste esse programa.&lt;br /&gt;E sabe quais são os argumentos da grande maioria? “Televisão não é cultura, Big Brother não é cultura.”. Simples assim. Aí começam os discursos demagogos e sensacionalistas, de que a televisão influencia a vida das pessoas, de que nos deixamos manipular por este tipo de coisas, de que devíamos plantar árvores e lutar pela paz mundial &lt;3&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quer saber??? Fala sério. Quer cultura, de verdade? Vá a um teatro, leia um livro, mas não ligue a televisão. Isso mesmo. Todos nós sabemos que a televisão realmente é precária de cultura. Que serve para nos distrair e nos manter informados.&lt;br /&gt;Seria isso, não é? Pois bem. Então, por que olhar Big Brother?&lt;br /&gt;Olha, meus caros. Não hesito em dizer que ali realmente não há conteúdo que se assemelhe com um livro de fantasias ou algo do gênero.&lt;br /&gt;Mas acho meio mal amado quem nunca viu direito o programa ou não soube interpretar a verdadeira essência dele.&lt;br /&gt;Acho totalmente superficial quem passa os olhos por cima do que está acontecendo e, em relação a isso, tenha sua verdadeira opinião do programa. Eu adoro assistir Big Brother. Adoro mesmo. Já fui dessas que não gostava sem conhecer de verdade, confesso. Mas hoje em dia não temo em dizer que acho divertidíssimo e uma delícia.&lt;br /&gt;O Big Brother é um verdadeiro show de realidade, como o nome diz. Traz para a telinha pessoas totalmente diferentes, que possuem divergências entre si. Traz à tona como alguém pode se transformar num confinamento. Traz pra gente como ser e não ser, como calcular o quanto podemos ser amigos de alguém em apenas três meses, o quanto que a “voz do povo é a voz de Deus”. Saber analisar cada olhar dos participantes, cada gesto bem pensado, cada deslize, cada respirar do maravilhoso jornalista Pedro Bial... Isso sim é saber interpretar o que o BBB quer passar. Ser um pouco mais otimista em relação a isso, quiçá. Se há algo manipulado pelo diretor Boninho? Se ele escolhe a dedo os participantes do programa? Olha, não seria isso motivo de julgar o reality. O diretor faz o que bem entender, e ele mesmo confessa. Ou você acha que ele não falou pro Brasil que convidou pessoas a entrar no programa? Bem, caros. Ele não precisa disso... E outra: enquanto muita gente perde seu tempo montando discursinhos baratos contra a televisão, muitos estão ganhando horrores com isso. Se há política de pão e circo? Se com isso desvirtuamos pensamentos para a realidade? Aí é outra história... Assistir, acompanhar é uma coisa. Viver pra isso é outra :S&lt;br /&gt;É a lei da audiência. É a lei da vida. Porque, me desculpe, de cultura totalmente útil e de uma vida politicamente correta não somos feitos. Eu, pelo menos, não.&lt;br /&gt;Relaxem. Extravasem. CONHEÇAM e descubram o verdadeiro objetivo de algo para depois julgar. Se conhecer e não gostar, ok. Mas não venha pra cima de mim e dos outros 98% com argumentos supérfluos, sem pé e nem cabeça. Obrigada :)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-1025284787339659169?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/1025284787339659169/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=1025284787339659169' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/1025284787339659169'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/1025284787339659169'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2010/02/big-bosta-brasil.html' title='Big Bosta Brasil?'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-4042000554613835825</id><published>2010-01-21T15:55:00.002-02:00</published><updated>2010-01-21T15:57:50.855-02:00</updated><title type='text'>Maldito stress</title><content type='html'>Stress é, definitivamente, a doença da moda. Já percebeu que, por qualquer coisa, as pessoas se dizem “stressadas”? Se incomodam no trabalho, pronto, tão stressadas. Discutem com o namorado(a)? Não encosta, tá stressada. O cachorro latiu? Stress. A mãe falou mais alto? Iiih, de novo stress. Stress é tudo, é pra tudo. Isso, aquilo e mais um pouco.&lt;br /&gt;Até eu mesma já cometi (e várias vezes) esses pequenos delitos. Pena que pra mim, conforme avaliações médicas (e inacreditáveis, por eu ter apenas 18 anos), eu realmente sofro desse mal. E como!! E o grande problema é que eu guardo tudo para mim... sofro, fico com uma raiva absurda, mas tudo internamente, não deixo externar de maneira nenhuma. E, caros leitores, o que acontece com esse corpo aqui? Ora, fico de mal com minha alma, tão logo fico mal fisicamente. Baixa a imunidade, vem as doenças, alergias e afins. Tudo devido a esse tal do stress - resultado de uma reação que o nosso organismo tem quando estimulado por fatores externos desfavoráveis.&lt;br /&gt;O pior de tudo isso é externar esses sentimentos quando se está sozinho. Chorar, principalmente. Quando estou nesse estado de humor, parecem que as lágrimas rolam no rosto, fervendo, a mil por hora, e parece que nunca vai parar. Aquela sensação é, definitivamente, uma das piores que eu já senti – e sinto constantemente.&lt;br /&gt;Mas ainda pior que tudo isso é descontar nas outras pessoas. Você age por impulso e morre de remorso depois... É difícil controlar, mas acredite, dá pra fazer isso.&lt;br /&gt;Uma coisa que eu aprendi, e que está dando muito certo, para que eu alivie ao menos um pouco desse meu problema, é respirar. Isso, exatamente, tão simples, porém inexplicavelmente eficaz. Respirar fundo, tentar desviar os pensamentos, simplesmente esquecer o que se passou.&lt;br /&gt;Porque se você não esquece, não adianta. A raiva e, consequentemente o stress, só aumentarão.&lt;br /&gt;Portanto, gente, sei que é difícil lidar com esses momentos “entediantes” (e essas pessoas que dá vontade de espancar), mas, sério... Vamos tentar usar menos essa palavra (stress? é! shhhhhh!), respirar fundo 500 vezes se for preciso, mas não se estragar dessa forma.&lt;br /&gt;Porque esses sentimentos ruins, sim, estragam nosso corpo, nossa alma e nossa vida. &lt;br /&gt;Mais respiração e menos stress. Pra você, pra mim e pra todos nós.&lt;br /&gt;(Vou ter que ler esse texto umas 500 vezes também para aprender a me controlar. Fato! Mas, tudo bem, nada melhor que a persistência. E disso, colegas, [sem falsas modéstias], eu tenho de sobra).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-4042000554613835825?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/4042000554613835825/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=4042000554613835825' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/4042000554613835825'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/4042000554613835825'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2010/01/maldito-stress.html' title='Maldito stress'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-3644178105660846524</id><published>2010-01-06T16:02:00.003-02:00</published><updated>2010-01-06T16:20:28.118-02:00</updated><title type='text'>Teimosia infundada</title><content type='html'>se tem um substantivo que eu juro pensar todo dia, este é TEIMOSIA.&lt;br /&gt;esses dias mesmo estava eu a filosofar sobre isso e decidi, de uma vez por todas, ter uma opinião formada acerca dessa palavra.&lt;br /&gt;percebi, a partir de uma análise a fundo das minhas atitudes, que só sou teimosa com minhas convicções, o resto não, me considero 'maleável'. aliás, sou totalmente antipática com teimosia sem fundamento.&lt;br /&gt;se eu tenho certeza de algo, mas certeza absoluta MESMO, vou até o fim com a minha palavra, persistindo sempre até conseguir provar o que estou defendendo.&lt;br /&gt;o que eu não suporto, e não temo em expor, são aquelas pessoas que acham, 100% do tempo, que sua razão é a que cerca o mundo.&lt;br /&gt;gente que defende uma tese sem nem ao menos saber o que está falando, gente que não abre mão do seu orgulhozinho barato, gente que não tem a humildade de aceitar que está errado, gente que não admite a si mesmo diante de suas fraquezas e dificuldades.&lt;br /&gt;às vezes parece que essas pessoas não vão evoluir nunca, uma vez que a sua mente não é aberta a ideias de terceiros, por aceitar somente as suas PRÓPRIAS definições e verdades.&lt;br /&gt;discutir com gente que tem argumentos é uma delícia.&lt;br /&gt;discutir com gente que ACHA que tem argumentos, estes que não passam de conclusões particulares infundadas, é um tédio, ou a treva, como diria a minha xará da novela das sete (férias é isso, até novela eu assisto. haha).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;beijos e viva à teimosia com fundamento, esta que eu considero uma questão de caráter, de gente que sabe expor com inteligência as suas ideias e certezas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-3644178105660846524?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/3644178105660846524/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=3644178105660846524' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/3644178105660846524'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/3644178105660846524'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2010/01/teimosia-infundada.html' title='Teimosia infundada'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-8966173432336835739</id><published>2009-12-22T22:35:00.002-02:00</published><updated>2009-12-22T23:08:46.377-02:00</updated><title type='text'>Todos os anos da minha vida.</title><content type='html'>Confesso que estava fugindo muito desse post de final de ano. Confesso também não entender o por que de eu estar sendo tomada por um sentimento inexplicavelmente forte de angústia e melancolia. Sempre assimilei final de ano com festa, alegria, diversão, amizade, loucura, e tudo que há de bom.&lt;br /&gt;Porém, nesse ano de 2009, mais precisamente agora no final dele, começou a cair a minha ficha... a ficha de que as coisas não são mais 100% cor de rosa, que a vida não sorri pra você exatamante todo o tempo.&lt;br /&gt;Discursinho pessimista? Não, caro leitor... entro naquele clichê de dizer que esses meus relatos não passam do mais doce e puro realismo.&lt;br /&gt;Sabe que 2009 foi um ano de muitos aprendizados... se não o de maior aprendizado!&lt;br /&gt;Largar a escola, encarar a faculdade, encarar primeiro emprego, encarar RES-PON-SA-BI-LI-DA-DE, com todas as sílabas.&lt;br /&gt;Não foi nada fácil largar a rotina de ensino médio, não ver mais os seus colegas que você via todo dia, ter que se virar na fria rotina acadêmica, ter que engolir MUITA gente chata.&lt;br /&gt;Porém, confesso admitir que tive muita sorte. Coisa boa ter achado emprego na minha área, e de cara poder desfrutar das delícias da melhor profissão do mundo... Ter achado colegas tão bacanas, aqueles que senti desde o começo que estariam do meu lado em todas e quaisquer circunstâncias e situações.&lt;br /&gt;Confesso admitir que, de cara, sabia o que queria pra mim e pra minha vida... ter escolhido um curso que parece ser moldado perfeitamente pra mim, obedecendo todos os detalhes possíveis.&lt;br /&gt;Confesso que fiz muita festa, muita folia, muitas loucuras... Fiquei trêbada, tive amnésias, dei muita risada, curti intensamente os melhores amigos que poderiam existir pra mim.&lt;br /&gt;Me decepcionei, aprendi. Me apaixonei, enlouqueci. Amei, desamei, sofri, sorri, chorei, gargalhei, briguei, cantei, desencantei, iludi, fui iludida, acordei bem humorada, acordei bufando, dormi chorando, dormi amando, tive frios na barriga, engoli 783 sapos, escrevi horrores, me emocionei, e, principalmente, aprendi.&lt;br /&gt;Aprendi com absolutamente cada intenso segundo vivido em 2009, este que foi o ano mais f*da até então, e o ano que passou mais rápido.&lt;br /&gt;Rápido porque não vi o tempo passar, rápido porque nem fiz planos, deixei acontecer.&lt;br /&gt;2009 foi o ano do crescimento. O ápice. Aquele que eu aprendi que eu sou independente, independentemente da minha dependência. Aprendi que eu posso amar e ser amada, sem precisar sofrer. E isso também me fez crescer. MUITO!&lt;br /&gt;Aprendi que, infelizmente, não dá pra abraçar o mundo. Que a palavra que eu mais odeio no mundo é também a mais verdadeira. PRIORIDADE. Nossa, tenho pavor de falar, ouvir e ler isso. BLÉ. Amigas ou namorado? Será que elas vão entender? Mãe ou trabalho da faculdade? Será que ela vai entender? Me controlo ou jogo tudo pro alto? Será que todos vão entender?&lt;br /&gt;Pois bem. Para 2010 eu digo o seguinte: DESPREOCUPE-SE. Conselho de mim para mim mesma.&lt;br /&gt;Deixe acontecer, deixe viver, deixe que a vida siga nos seus conformes, bem como deve ser.&lt;br /&gt;Eu acredito em destino e eu sinto que esse ano vai ser meu. De novo.&lt;br /&gt;Adeus, ano velho, obrigada por ser assim, como todos os anos da minha vida: MEU.&lt;br /&gt;Obrigada pelas pessoas que passaram cada dia por mim, mas MUITO MAIS obrigada pelas que continuarão a passar e por aquelas que virão.&lt;br /&gt;Eu tô com muita ânsia de te viver, 2010, porque sei que tu serás único, especial, cheio de surpresas e aprendizados.&lt;br /&gt;E para você, que perdeu um pouco do seu tempo lendo isso aqui... sem promessas, sem choros, sem velas... Apenas viva! Viva, pois não há nada mais maravilhoso que deixar acontecer e deixar que a vida e o destino se encarreguem do resto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;QUE TUDO SE REALIZE NO ANO QUE VAI NASCER.&lt;br /&gt;É o que eu desejo pra mim. É o que eu desejo pra você.&lt;br /&gt;Feliz 2010.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-8966173432336835739?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/8966173432336835739/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=8966173432336835739' title='14 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/8966173432336835739'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/8966173432336835739'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2009/12/todos-os-anos-da-minha-vida.html' title='Todos os anos da minha vida.'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>14</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-6507777423001958437</id><published>2009-12-18T22:51:00.000-02:00</published><updated>2009-12-18T22:52:06.935-02:00</updated><title type='text'>140 caracteres</title><content type='html'>Seríamos capazes de dizer absolutamente tudo que sentimos e deixamos de sentir num espaço twitteramente de 140 caracteres? Ok, permito-me às generalizações e afirmo que... não. Eu não sei, me incomodo com o fato de ter espaço limitado para me expressar, por mais que isso possa ser uma forma de organização, bem organizada, por sinal. Mas sei lá, eu que sou, definitivamente, de fazer rodeios, de às vezes ser adepta ao tal do “embromation”, realmente me surpreendi por estar usando (e direto, por sinal), esse tal do twitter. Um meio de comunicação fácil, rápido, prático, simples e, para mim, uma forma de desabafo. Às vezes pareço falar comigo mesma naquele espaço, traduzo meus pensamentos e sentimentos para os (malditos) 140 caracteres e confesso me sentir inexplicavelmente aliviada depois. Incrível como descobri a minha necessidade de desabafo depois que eu comecei a ser adepta dessa tecnologia. Confesso às vezes nem dar bola para o que os que eu sigo escrevem, e percebi isso porque deixei de seguir umas 15 pessoas essa semana. Incrível como eu estou mais próxima de mim mesma, rindo das minhas próprias piadas e desgraças. Incrível como só eu mesma consigo me entender, às vezes, ou como nem eu sei o porquê de ter escrito isso ou aquilo. Estaria eu usando essa ferramenta do modo incorreto? Será que mais gente usa o twitter como forma de desabafo? Sem mais delongas e questionamentos, acho, sim, maravilhosa essa capacidade de comunicação. Seja consigo mesmo, seja de si para com seus seguidores, seja dos que você segue para eles mesmos, sei lá, eu acho isso incrível. É, eu sou uma apaixonada pela comunicação mesmo. Porém, desculpe, twitter, mas sem limitações. Ele que me livre de limitar minhas palavras. Enlouqueceria. Fato.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-6507777423001958437?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/6507777423001958437/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=6507777423001958437' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/6507777423001958437'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/6507777423001958437'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2009/12/140-caracteres.html' title='140 caracteres'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-4558414418740792208</id><published>2009-12-10T21:29:00.007-02:00</published><updated>2009-12-10T21:46:22.958-02:00</updated><title type='text'>É dela a sensação inédita (em fotos)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/SyGFm2RN4eI/AAAAAAAAAX0/GyFH6AOtOnw/s1600-h/DSC+027+c%C3%B3pia.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 214px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/SyGFm2RN4eI/AAAAAAAAAX0/GyFH6AOtOnw/s320/DSC+027+c%C3%B3pia.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5413755129525297634" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela acreditava que um dia seria possível. Aliás, ela mal e mal sabe distinguir o possível do impossível. Ela é apenas uma menina, uma ingênua menina... que está descobrindo (e precisando saber) o que é o verdadeiro poder do amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/SyGGDEFsLGI/AAAAAAAAAX8/GqrQr6ivTrk/s1600-h/DSC+029+c%C3%B3pia.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 214px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/SyGGDEFsLGI/AAAAAAAAAX8/GqrQr6ivTrk/s320/DSC+029+c%C3%B3pia.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5413755614271384674" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela engolia os sentimentos como se fossem demônios a incorporando. Ela queria intensidade, só intensidade... Sede de sentimentos inéditos, fome de sensações adversas, desejo por qualquer tipo de paixão. E, de tanto que buscou, ela desistiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/SyGGi71owvI/AAAAAAAAAYE/A9kzFsEJFhI/s1600-h/DSC+033+c%C3%B3pia.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 214px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/SyGGi71owvI/AAAAAAAAAYE/A9kzFsEJFhI/s320/DSC+033+c%C3%B3pia.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5413756161812382450" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a vida, essa vida e seu destino que insistem pregar peças, resolveu a surpreender. Um beijo e um gosto mal lembrado foi o suficiente para que a instigasse. O almejo para conhecer melhor aquilo que ela não se recordava estava tomando sua alma por completo. Ela enlouqueceria se não pudesse repetir a cena, se não pudesse viver aquilo mais uma vez – nem que fosse somente uma vez, apesar de ela querer isso para o resto da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/SyGG9PY-WWI/AAAAAAAAAYM/IuvxtE99slQ/s1600-h/DSC+052+c%C3%B3pia.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 187px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/SyGG9PY-WWI/AAAAAAAAAYM/IuvxtE99slQ/s320/DSC+052+c%C3%B3pia.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5413756613737470306" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi aí, então, que ela enlouqueceu. Não quis saber do tal do possível ou impossível, ela queria aquela sensação de novo, e se jogou. Foi de cabeça, de corpo e de alma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/SyGHZC1bLmI/AAAAAAAAAYU/Ohqdmjiespw/s1600-h/DSC+055+c%C3%B3pia.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 246px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/SyGHZC1bLmI/AAAAAAAAAYU/Ohqdmjiespw/s320/DSC+055+c%C3%B3pia.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5413757091403476578" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os olhos dela brilhavam. O coração palpitava aquela sensação inédita-que-não-era-inédita que ela sempre quis. Aos poucos o beijo e o gosto, que não passavam de um fio de lembrança na sua memória, foram se tornando um misto de sentimentos inexplicáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/SyGHwD1fB2I/AAAAAAAAAYc/3GNRLJnU8rI/s1600-h/DSC+068+c%C3%B3pia.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 214px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/SyGHwD1fB2I/AAAAAAAAAYc/3GNRLJnU8rI/s320/DSC+068+c%C3%B3pia.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5413757486809155426" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentro dela foi composta uma poesia, uma canção, uma lenda, o início de uma história sem previsão de final. E a cada vez que ela sentia aquilo, mais e mais ela necessitava sentir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/SyGILSQ7NuI/AAAAAAAAAYk/hTSf8BnJljg/s1600-h/DSC+073+c%C3%B3pia.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 214px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/SyGILSQ7NuI/AAAAAAAAAYk/hTSf8BnJljg/s320/DSC+073+c%C3%B3pia.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5413757954538813154" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E essa menina, essa ingênua menina, hoje desfruta das melhores sensações do mundo. Ela acreditava que um dia seria possível...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-4558414418740792208?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/4558414418740792208/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=4558414418740792208' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/4558414418740792208'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/4558414418740792208'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2009/12/e-dela-sensacao-inedita-em-fotos.html' title='É dela a sensação inédita (em fotos)'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/SyGFm2RN4eI/AAAAAAAAAX0/GyFH6AOtOnw/s72-c/DSC+027+c%C3%B3pia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-5688160879451145979</id><published>2009-12-10T20:56:00.000-02:00</published><updated>2009-12-10T20:59:06.537-02:00</updated><title type='text'>Amor ou demônio?</title><content type='html'>Do amor e outros demônios (Del amor y outros demonios) é um romance mágico do colombiano Gabriel Garcia Márquez, reconhecido por redigir histórias baseadas na sua vivência como jornalista. Neste livro, com publicação da Editora Record e tradução de Moacir Werneck, esta realidade não é diferente. Garcia Márquez relata a vida de uma marquesinha de doze anos e, paralelo à menina, trata temas polêmicos como o preconceito, a intolerância, os conflitos religiosos e o desprezo dos progenitores para com a filha. O livro foi inspirado por uma reportagem que o autor deveria fazer acerca da demolição do Convento Santa Clara. Ao chegar no local, teve acesso ao túmulo das freiras e em um deles encontrou o esqueleto de uma adolescente com uma enorme cabeleira. Tal fato o fez lembrar de uma lenda contada por sua avó, da marquesinha que tinha mais de vinte metros de cabelo, lenda esta que foi relatada no decorrer deste romance que chega à sua 6ª edição em 1995, recebendo o prêmio Nobel de Literatura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa fantástica obra-prima, Gabriel García Márquez sensibiliza seus leitores com a história da pequena Sierva Maria de Todos Los Angeles, menina que fora rejeitada pelos pais marqueses assim que nasceu. Sierva Maria foi criada pelos escravos africanos da casa e com eles aprendeu os costumes e a religião da África. No dia do seu décimo segundo aniversário, uma das escravas a levou até a feira, onde a menina foi mordida por um cão que estava com raiva. Ninguém se deu conta do perigo, até o dia em que uma cigana apareceu na casa do marquês e contou que a menina fora mordida. Mesmo não acreditando, o pai foi averiguar. Após um tempo, Sierva Maria apresentou sintomas da doença, deixando o pai totalmente culpado por não tê-la amado. Aí, então, o marquês passa a dar valor à filha, procurando ajudá-la de todas as formas, algumas não apoiadas pela Igreja. O bispo, tendo consciência do fato, chamou o marquês para uma conversa, e supôs que a menina estava em plena possessão demoníaca e que deveria ser imediatamente internada no convento. Lá, Sierva Maria foi internada na ala das enterradas vivas. No dia que fora ao convento, diversos fatos intrigantes ocorreram, reforçando a ideia de que a menina estava mesmo sob posse de demônios. O bispo convoca o padre Caeytano para ajudá-la e eles acabam se apaixonando. O romance puro, porém proibido, é delicadamente relatado até o final do livro, fazendo levantar um questionamento se a menina sofria de possessão de demônios ou se o seu problema era única e exclusivamente a escassez de amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É inevitável não lembrar dos contos de fadas ao ler este romance. Gabriel Garcia Márquez parece fazer uma analogia clara entre a menina Sieva Maria e a princesa Rapunzel, não somente pela longa cabeleira que ambas possuíam, mas também pela amabilidade escondida num rosto de donzela. Ambas tinham um “príncipe encantado” em suas vidas e, enquanto Rapunzel estendia suas longas tranças para seu amado escalar a torre, o padre Cayetano escalava heroicamente o muro para visitar sua amada e com ela trocar juras de amor eterno. As duas histórias distinguem-se no final, sendo o conto de fadas um final feliz e a história da menina e do padre um final trágico, porém lógico e extremamente racional e emocionante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O amor do padre e da menina era o único demônio presente constantemente na obra. Demônio este que possuiu a alma de ambos, tornando-os dependentes daquele sentimento inédito. Gabriel Garcia Márquez foi totalmente feliz em construir esta história regada a lições, despertando em seus leitores sentimentos de cumplicidade para com a obra, esta que possui um final surpreendentemente incrível, fugindo de todos os clichês. Do Amor e Outros Demônios é para todos aqueles que buscam surpresas em palavras magicamente bem escritas.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;br /&gt;Leiam, vocês vão amar.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-5688160879451145979?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/5688160879451145979/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=5688160879451145979' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/5688160879451145979'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/5688160879451145979'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2009/12/amor-ou-demonio.html' title='Amor ou demônio?'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-4352571729086675666</id><published>2009-11-11T11:56:00.000-02:00</published><updated>2009-11-11T11:57:20.113-02:00</updated><title type='text'>Tamanho da saia ou tamanho da mente?</title><content type='html'>A essa altura do campeonato, todos devem ter ouvido, visto ou até mesmo presenciado o fato ocorrido com a universitária da Uniban. A jovem estudante de 20 anos foi completamente ridicularizada no dia 22 de outubro por ir à faculdade usando um vestido rosa, considerado muito curto pelos seus (fofíssimos) colegas. Num país onde somos reconhecidos pelo uso de biquínis que mal e mal escondem o que, na prática e teoria, não deveria ser mostrado, tal fato é, no mínimo, irônico. Engraçado mesmo, pois o vestido sequer tinha decote e o comprimento era suficiente, nada supostamente vulgar. Pelo menos não tanto assim para se chegar ao ponto de uma expulsão e de uma repercussão negativamente estrondosa. É completamente lastimável pensar que as pessoas, nesse caso ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS E NÃO DE COLEGIAIS PRIMÁRIOS, ainda julgam por aparências. E, diante disso tudo, eu me pergunto se o vestido era pequeno ou pequena era a mente dos que protestaram, hostilizaram e expulsaram a menina do seu direito de estudar. Direito este que, mais uma vez ironicamente, é para todos. Sem nenhum tipo de restrição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pauta para o site do &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Tudo de Blog&lt;/span&gt; 2009: Depois desse bafafá todo com a universitária da Uniban, fica a questão: o problema todo foi mesmo o tamanho da saia? De quem foi a culpa, no final das contas (Se é que houve culpados, claro!)?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-4352571729086675666?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/4352571729086675666/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=4352571729086675666' title='17 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/4352571729086675666'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/4352571729086675666'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2009/11/tamanho-da-saia-ou-tamanho-da-mente.html' title='Tamanho da saia ou tamanho da mente?'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>17</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-4770951755820546003</id><published>2009-11-06T11:46:00.002-02:00</published><updated>2009-11-06T11:48:18.772-02:00</updated><title type='text'>É dela a sensação inédita</title><content type='html'>Ela acreditava que um dia seria possível. Aliás, ela mal e mal sabe distinguir o possível do impossível. Ela é apenas uma menina, uma ingênua menina... que está descobrindo (e precisando saber) o que é o verdadeiro poder do amor. Ela engolia os sentimentos como se fossem demônios a incorporando. Ela queria intensidade, só intensidade... Sede de sentimentos inéditos, fome de sensações adversas, desejo por qualquer tipo de paixão. E, de tanto que buscou, ela desistiu. Mas a vida, essa vida e seu destino que insistem pregar peças, resolveu a surpreender. Um beijo e um gosto mal lembrado foi o suficiente para que a instigasse. O almejo para conhecer melhor aquilo que ela não se recordava estava tomando sua alma por completo. Ela enlouqueceria se não pudesse repetir a cena, se não pudesse viver aquilo mais uma vez – nem que fosse somente uma vez, apesar de ela querer isso para o resto da vida. Foi aí, então, que ela enlouqueceu. Não quis saber do tal do possível ou impossível, ela queria aquela sensação de novo, e se jogou. Foi de cabeça, de corpo e de alma. Os olhos dela brilhavam. O coração palpitava aquela sensação inédita-que-não-era-inédita que ela sempre quis. Aos poucos o beijo e o gosto, que não passavam de um fio de lembrança na sua memória, foram se tornando um misto de sentimentos inexplicáveis. Dentro dela foi composta uma poesia, uma canção, uma lenda, o início de uma história sem previsão de final. E a cada vez que ela sentia aquilo, mais e mais ela necessitava sentir. E essa menina, essa ingênua menina, hoje desfruta das melhores sensações do mundo. Ela acreditava que um dia seria possível...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;mil perdões pela falta de atualização.&lt;br /&gt;prometo não abandonar nem o blog e nem vocês!&lt;br /&gt;beijss&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-4770951755820546003?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/4770951755820546003/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=4770951755820546003' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/4770951755820546003'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/4770951755820546003'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2009/11/e-dela-sensacao-inedita.html' title='É dela a sensação inédita'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-1816023806198667214</id><published>2009-09-25T00:28:00.000-03:00</published><updated>2009-09-25T00:29:53.374-03:00</updated><title type='text'>Dom de hipnotizar</title><content type='html'>Eu não tinha a consciência do meu apego aos sentidos, e só passei a ter depois de diversos fatos corriqueiros que me fizeram perceber. É mágica a multiplicidade de sensações que ocorrem no meu eu lírico quando entro em contato com perfumes, cheiros, gostos, sabores... Um simples fechar de olhos e sentir o que paira no ar me faz viajar a lugares distantes, relembrando momentos, fatos e, principalmente, indivíduos. Sou totalmente dependente das fragrâncias e dos gostos. Preciso senti-los excessivamente e com uma imensa intensidade, para que qualquer mísero detalhe possa se impregnar em minha mente, para nunca mais sair. Sou tão obcecada e maluca, que sou capaz de sentir o cheiro hipnotizante no ar, ou até mesmo o gosto viciante na boca, sem quaisquer tipos de contatos físicos concretos. Ouso até afirmar que me apaixono mais pelos sentidos do que pelas pessoas que me proporcionam os mesmos. Sentidos são mais poéticos, são mais excitantes, são mais intensos e inexplicavelmente viciantes e hipnóticos. Ao menos para mim, uma idealizadora nata.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-1816023806198667214?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/1816023806198667214/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=1816023806198667214' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/1816023806198667214'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/1816023806198667214'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2009/09/dom-de-hipnotizar.html' title='Dom de hipnotizar'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-394709488524363185</id><published>2009-09-09T22:04:00.001-03:00</published><updated>2009-09-09T22:04:24.929-03:00</updated><title type='text'>vida louca...</title><content type='html'>Eu admiro a maneira com que a humanidade se porta em reclamar da loucura de suas vidas ao invés de simplesmente vivê-la, sem esperar por consequências imediatas.&lt;br /&gt;Todos vivem se martirizando por um suposto auto-conhecimento que, muitas vezes, não nos leva a lugar algum, só acaba deixando a vida um tanto pouco sem graça.&lt;br /&gt;Não sei quem foi que inventou que precisamos conhecer os nossos limites para sermos alguém feliz. Desculpe o inventor deste grandioso jeito de pensar, mas eu discordo plenamente. Viver com uma ânsia desconhecida é muito melhor que passar um período imenso da vida se auto-conhecendo. E eu digo o porquê: eu adoro o fato de saber que estou convivendo com uma alma desconhecida que pode me surpreender a cada momento, seja através de um gesto, de uma palavra, de uma simples ação. Eu não tenho vergonha de dizer que não me conheço, e tampouco tenho pressa para saber quem eu sou verdadeiramente. Eu pretendo deixar que o tempo responda aos meus questionamentos, sem queimar nenhuma etapa.&lt;br /&gt;Quiçá seja isso que falta na vida de muitos: permitir-se, não viver com essa teimosa urgência. Creio que digo isso por acreditar em destino, por acreditar que simplesmente vivendo o presente (sem esse negócio de ser apressadinho) o futuro vem nos seus conformes, bem como ele deve ser.&lt;br /&gt;E, sabe o quê? O bom de toda essa vida maluca é saber que os nossos limites às vezes nos surpreendem. O prazer da realidade cada um permite a si, seja da forma que ela for. A solução é se permitir, a solução é a intensidade, a solução é olhar pra trás e agradecer o que está por vir. Se a gente colhe o que planta, não há nada a temer. A vida, por mais previsível que pareça, continuará loucamente nos surpreendendo. Felizes aqueles que desconhecem seus limites, pois esses viverão perplexamente e com uma ânsia muito maior de viver.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-394709488524363185?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/394709488524363185/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=394709488524363185' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/394709488524363185'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/394709488524363185'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2009/09/vida-louca.html' title='vida louca...'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-4155604680188487961</id><published>2009-08-23T19:54:00.002-03:00</published><updated>2009-08-23T20:01:37.088-03:00</updated><title type='text'>Beleza é fundamental?</title><content type='html'>Num desses breves papos que iniciam a semana, lá estava eu dialogando com minha linda amiga que participou de um concurso de beleza. Seria um papo normal se eu não tivesse ficado absurdamente embasbacada em relação a um fato visivelmente ascendente na sociedade: fazer de tudo para criar uma beleza perfeita. Sim, exatamente isso... As pessoas não se contentam com o que tem, arrumam absurdos motivos para se acharem ridículas e fazem plásticas e diversas correções em si jogando as culpas na coitada da baixa auto-estima. Não sei quem foi que criou os padrões de beleza, mas, convenhamos, ô serzinho maldito! Chega a ser cômico pensar que vivemos no auge da era moderna e as pessoas ainda conseguem ter um pensamento pré-histórico onde se você não possuir um narizinho arrebitado, um corpinho sarado e afins, você não passa de um "protozoário" (e olha que fui gentil). Ok, até deixo você pensar que sou exagerada, até porque adoro hipérboles. Mas tenho um certo tipo de convicção para falar sobre isso, porque vivo num universo onde os defeitos são ligeiramente notados. E essa velocidade de percepção às vezes é tamanha que a pessoa vira paranóica e acaba enxergando seu defeito completamente embaralhado. Não vem ao caso achar os culpados para que isso ocorra, mas é muito comum ligar a televisão ou abrir as revistas e se deparar logo na primeira olhada com pessoas lindamente  idealizadas. A mídia às vezes passa aos seus espectadores uma visão absurda de beleza e faz as mesmas viverem em constantes comparações. Tudo então parece ir por água a baixo quando você não tem o estereótipo do Gianecchini ou da Aline Moraes. Passar pelo espelho se torna um pesadelo e se você não emagrecer aqueles malditos cinco quilos sua vida vai virar um inferno!! É lastimável ver que o índice de plásticas só aumenta e está sendo feito cada vez mais cedo. Óbvio, algumas pessoas realmente precisam, caso a parte a ser corrigida seja verdadeiramente um incômodo. Só critico explicitamente as pessoas com quem a natureza foi gentil que ficam reclamando porque querem ser um molde da perfeição, quiçá ponderando que assim serão mais bem quistas aos olhos desse povo julgador. Discordando do verso do meu queridíssimo Vinicius de Moraes: "as muito feias que me perdoem, mas beleza é fundamental", dar bola somente para aparências não passa de um sentimento abstrato e inseguro. É preciso se olhar no espelho, permitir-se enxergar o que você tem de melhor e valorizar isso tão delicadamente quanto uma mãe que paparica seu neném recém-nascido. A beleza natural é a coisa mais linda que existe, por mais que você se enxergue como o tal do protozoário. E, acima de tudo, valorize o seu amor próprio, antes que ele se una aos inúmeros amores-próprios que estão em disparate perdidos ao mundo. Afinal, se você não gostar de si próprio, será que alguém irá gostar? (claro, a não ser a sua avó, que lhe acha lindo em qualquer situação).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Beleza atrai, conteúdo convence&lt;/span&gt;" :)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-4155604680188487961?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/4155604680188487961/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=4155604680188487961' title='19 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/4155604680188487961'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/4155604680188487961'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2009/08/beleza-e-fundamental.html' title='Beleza é fundamental?'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>19</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-5645411641266288382</id><published>2009-08-21T22:41:00.001-03:00</published><updated>2009-08-21T22:41:59.382-03:00</updated><title type='text'>Querido diário,</title><content type='html'>primeiro, preciso declarar as minhas sensações do momento, certo? Pois bem, estou cansada. Antes que tu penses “ih, lá vem as palavras melancólicas de Bianca Hennemann”, não, estou cansada literalmente mesmo. Tu sabes, melhor que ninguém, que se há algo que eu venero nesse mundo é conjugar o verbo dormir – em todos e quaisquer tempos. E isso é um dos atos que menos faço nestes últimos tempos... Durmo tarde devido à aula e, quando posso dormir mais cedo, minhas mãos se atraem inexplicavelmente ao teclado e fazem com que eu fique até altas horas reportando informações (lê-se fazendo uma social) via internet (e escutando minha mãe acordar de dez em dez minutos: filhavaidormiramanhãvocêtrabalha). Enfim. Vou lhe relatar a minha quinta-feira maluca. Vim cambaleando até o jornal, e tive que encarar um computador babaca – o meu estragou na quarta. Aquele teclado me irrita, tenho que digitar com força e, como se não bastasse, às vezes as letras eram “comidas” por ele e o monitor não vai com minha cara. BLÉ. Enfim, sem mais delongas quanto a isso, tem coisas do trabalho que eu não tô a fim de relatar. Cheguemos à parte mais interessante: a ida à faculdade. No ônibus, dormidinha básica, em meio as minhas 500 coisas que preciso levar junto, senão enlouqueço. Viagem seguia tranquila, até chegar em Picada São Paulo, quando minha amiga linda veio sentar do meu lado. Fofoquinhas em dia, foi aí que percebi QUANTA coisa aconteceu comigo nas férias. Eu, hein. Desde trabalho, família e, principalmente, assuntos que diz respeito ao meu lado afetivo. Hm... Chegando à faculdade, fui logo ao barzinho para encontrar as meninas mais lindas da Unisinos (e só de pensar que elas não são minhas colegas neste semestre, já me bate AQUELA angústia. Chorei). Mais fofoquinhas, fui à sala. Ok. Entrei, dei boa noite pra turma, fui com a cara da professora (linda e loira, bah!). Me sentei, quase que me ajeitei, ela me deu uma folhinha. Ok. Comecei a assistir a aula e me senti meio estranha. Até que a loira aqui resolve ler o que a folhinha dizia... me deparei com um belo INGLÊS INSTRUMENTAL, sendo que o nome da minha cadeira da noite era um pouquinho diferente... Português para Comunicação II. Tudo bem, sou uma Hennemann, consegui sair pela tangente - HAHA [/mentira]. Saí no desespero para achar minha sala correta. Pensei: “pronto, tudo conspira ao meu favor aqui, ótimo”. Tudo bem. Segunda-feira a aula foi uma verdadeira chatice. Não só pela professora, que fala e fala e fala e não diz nada, mas pelos meus colegas, uma vez que não fui com a cara de quase ninguém. Sim, diário, tu sabes que eu sou muito dessa coisa de bater o santo. Como se não bastasse, na terça-feira ocorreu a mesma coisa. E recebi um prêmio especial que talvez não cabe comentar aqui. HAHA. Enfim, voltemos à quinta-feira. Finalmente um pingo de sorte numa semana que tinha tudo para ser absolutamente frustrada: meus colegas são legais, minha professora é um amor amor amor (não, dessa vez não fui irônica), e conheci uma amiga nova que já vi que me darei muito bem no decorrer do semestre :) Tudo para ser perfeito, né? Pois bem, para cortar o meu barato, descobri que esse ano terei que perder um domingo para fazer um exame de avaliação para o MEC. Fui convocada. Psss... Não tem problema, nasci mesmo pra me ferrar, já estou me acostumando com a ideia. Deve ser o governo resolvendo “me dar nos dedos” por todas as verdades que já escrevi acerca dos seus atos. Depois da aula maravilhosa, resolvi passear pelos corredores do Direito, junto com minha amiga. Encontro lindo com uma professora queridíssima no... banheiro. Ótimo lugar para se encontrar professoras antigas, né? Haha. Ok. Volto ao ônibus. A viagem de volta me deixa angustiada, sério. Mas, inacreditavelmente, diááário, CONSEGUI dormir! Perfeito seria se eu não tivesse sonhado, pois acordei de supetão com o bus quase chegando na minha casa e, pra completar, o sonho estava bom. Saco. Acordei apaixonada e perdi o sono. A volta foi como sempre... beijo na Elvis (que não curtiu muito a ideia de eu acordÁ-la, e me deu uma carinhosa bicada), beijo na mãe, leitura de quinze minutos. Finalizei minha quinta-feira maluca tentando de todas as maneiras voltar pro sonho da viagem de volta. Me virei, desvirei, virei novamente, me olhei nos espelhos espalhados pelo quarto, tentando enxergar o que havia no meu inconsciente pra continuar aquele sonho... Óbvio que não consegui, né. Mas, enfim, quem sabe ele se torne realidade – juro que vou me contentar com isso ;)&lt;br /&gt;Beijos, querido diário, até um dia desses.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-5645411641266288382?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/5645411641266288382/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=5645411641266288382' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/5645411641266288382'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/5645411641266288382'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2009/08/querido-diario.html' title='Querido diário,'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-8420964993708388034</id><published>2009-08-13T21:24:00.003-03:00</published><updated>2009-08-13T21:32:26.561-03:00</updated><title type='text'>A fé que move o mundo?</title><content type='html'>É incrível como existe nesse mundo indivíduos com alto poder de persuasão. Tais pessoas, dignas da ousada definição “correspondentes de Deus”, conseguem mover ideias de uma maioria significativa a partir de uma concepção individual. Sim, é do caso Edir Macedo que eu vos falo. Não sei até que ponto as informações transmitidas pelos veículos de comunicação são reais ou equivocadas, mas sei que é impressionante a maneira com que esse senhor conseguiu persuadir tanta gente, digamos que ingênuas, por uma causa que mexe com o interior de muitos: a fé. Sinceramente, prefiro não explicitar a minha opinião sobre a capacidade humana de exagerar nas próprias crenças, até porque não acredito que ela seja hiper bem fundamentada... O que posso adiantar é que não consigo engolir certos dogmas impostos por tais instituições sem sequer me questionar os seus porquês, inclusive questões acerca da intenção financeira que elas têm por trás de todos os sublimes ensinamentos (ok, eu havia dito que não explicitaria nada, mas isso eu juro que não resisti – hehe).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, voltemos ao assunto mencionado. Até que ponto um ser humano é capaz de ir para defender a sua própria fé? Até que ponto esse mesmo ser humano pode chegar acreditando nos vocábulos que um único indivíduo menciona? Com todo o caso reportado para a realidade brasileira anteontem, 11 de agosto, você já parou para se perguntar quantas pessoas foram afetadas? Quantos seguidores tiveram que suportar o fato de que foram passados para trás e, sim, feitos de trouxas, babacas, e todos os adjetivos terríveis nem um pouco condizentes com o que a questão religiosa, na teoria, quer passar? Infelizmente, caro leitor, tais interrogações eu sou completamente incapaz de responder. A única coisa que posso afirmar, diante disso tudo, é que quiçá nenhum desses fiéis (clientela, quem sabe) tenha parado esse tempo para se indagar se tudo o que o tal do Macedo dizia era, na verdade, a própria verdade (!) e o caminho certo a seguir. Ou você doaria a cama onde você mesmo dorme àquele correspondente citado na terceira linha deste humilde texto? (um exemplo, ok, não que isso necessariamente tenha ocorrido). Fica aqui alguns dos meus questionamentos, pena que talvez nunca posso eu obter a resposta dos mesmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, mais impressionante que o próprio caso do excelentíssimo Macedo, é a oportunidade que a mídia vê nisso tudo. Sim, volto a falar de repercussão. Eis o assunto que talvez fará com que esse povão esqueça um pouco a maldita gripe suína, gripe a, gripe h1n1, gripe nova, gripe do dimonho, sei lá a definição que você tem para a queridíssima. Tudo isso por um simples e claro motivo: a briga de gigantes entre as emissoras Record, da qual Edir Macedo é dono, e Globo, que transparece um certo anseio para com a primeira emissora mencionada. Sim, MEDO. Ou teria outra explicação para gastar cerca de 1/3 do telejornal principal da emissora falando, nitidamente, mal da outra, mostrando graficozinhos, fatos explicados tim tim por tim tim para onde supostamente o dinheiro dos fiéis era direcionado? E o mais engraçado é que o tal medo parece ser (lê-se É) recíproco. E o que é ainda mais cômico de todo esse fuzuê é, no outro dia, ver a ex queridinha da Globo, agora na Record, explicando uma versão modificada dos fatos e “tacando” mais fogo na lareira alfinetando a emissora toda poderosa! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, o ramo jornalístico tem dessas. E mal sei eu se um dia não morderei minha língua por falar tudo isso. O grande problema é que essa área, tão pomposa e magnífica a meu ver, sempre acaba passando uma imagem bem negativa para a população (e o pior que muitas vezes com tamanha razão). Da mesma forma que um fiel é capaz de fazer tudo pela religião, tais meios de comunicação fazem tudo para obter o alvo central da mídia. É tudo um verdadeiro circo na televisão brasileira, e o pior que quem compra a pipoca e assiste de camarote somos nós mesmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS. 1: Sem quaisquer ofensas àqueles da religião mencionada.&lt;br /&gt;PS. 2: Entenda um pouco mais da situação no http://teletube.wordpress.com, post do B!&lt;br /&gt;PS. 3: Uma boa noite, e até amanhã. [/William Bonner] HAHA ;*&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-8420964993708388034?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/8420964993708388034/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=8420964993708388034' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/8420964993708388034'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/8420964993708388034'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2009/08/fe-que-move-o-mundo.html' title='A fé que move o mundo?'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-7606806846599531482</id><published>2009-08-06T12:08:00.000-03:00</published><updated>2009-08-06T12:09:08.185-03:00</updated><title type='text'>Confissões de uma chocólatra</title><content type='html'>Sentir derreter em minha boca o melhor sabor existente no universo. Cerrar os olhos e permitir-se viajar para lugares distantes, longe de quaisquer alcances, com essa sensação deliciosamente ‘viciante’. Deixar que essa sintonia me invada por completo, escutar a musicalidade que esse misto de sentidos me causa, tão sutilmente que me faça sentir a criatura mais divina e esplêndida comparada às demais. Não há maior prazer concreto que consola o espírito que essa pasta alimentícia feita de cacau e açúcar, popularmente conhecida como chocolate. Por ti alimento uma paixão agradavelmente platônica, uma relação amorosa explícita, uma admiração sem limites conhecidos. Sei que jamais poderá se expressar para me recitar qualquer vocábulo poético, sei que nunca serei correspondida por tamanho afeto, assim como tenho plena consciência que em tempo nenhum poderei retribuir o tamanho bem que tu me fazes. Portanto me contento com a leveza da sensação que me proporcionas, capaz de me transferir ao meu infinito peculiar e me fazer omitir tudo, até mesmo a minha própria existência.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-7606806846599531482?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/7606806846599531482/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=7606806846599531482' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/7606806846599531482'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/7606806846599531482'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2009/08/confissoes-de-uma-chocolatra.html' title='Confissões de uma chocólatra'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-5378563845781033572</id><published>2009-08-05T18:59:00.001-03:00</published><updated>2009-08-05T19:01:50.043-03:00</updated><title type='text'>Paga pau?</title><content type='html'>Eu herdei da minha mãe uma virtude que falta a muitos seres humanos: a capacidade de elogiar. Que atire as pedras necessárias o indivíduo que não gosta de escutar qualquer tipo de reconhecimento por algo que fez, tem ou é. Além de levantar a auto-estima, o simples fato de explicitar uma opinião positiva para com alguém torna o convívio muito mais harmônico e pacífico. Não entendo o porquê do elogio ser tão repreendido para ser dito, e por que a crítica parece ser tão mais prática e sublime de sair da boca de alguém. O problema das pessoas que reconhecem no seu próximo as suas qualidades, é que elas são taxadas (ridiculamente) de “paga pau”. Elogio a algum órgão público, por exemplo, por algum ato feito? Aí você é paga pau, puxa saco, baba ovo, ou outra expressão clichê que você conheça. Crítica para com o mesmo? Aí você passa para a renomada e respeitadíssima classe da normalidade de um ser humano. Convenhamos, as coisas estão viradas mesmo. Para você não custará nada apenas olhar para uma pessoa e dizer o quão bela ela está naquele dia, o quão bem ela fica de azul marinho, o quão bom foi o texto que ela fez, o quão bacana foi o ato que ela tomou ao ajudar um conhecido seu. Elogios há de tantas formas, gêneros, graus e números, pena que são praticamente todos desconhecidos aos vocábulos de uma população acostumada somente com expressões negativas. Conjugue mais o verbo elogiar, não hesite em ser sincero quando precisar reconhecer o que seu próximo fez de legal. Isso abrilhantará o otimismo e as boas vibrações existentes ao seu redor, tão simples de serem atraídas e que fazem um bem incomensurável para o nosso meio social.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-5378563845781033572?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/5378563845781033572/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=5378563845781033572' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/5378563845781033572'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/5378563845781033572'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2009/08/paga-pau.html' title='Paga pau?'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-6725142254715648075</id><published>2009-08-02T21:29:00.003-03:00</published><updated>2009-08-02T21:43:55.791-03:00</updated><title type='text'>Razões</title><content type='html'>Não procure razões para me viver, para me tornar completa, para ser a paixão que eu esperava. Deixa eu te bastar, deixa eu ser somente tua, deixa eu te olhar e te sentir. Não me queira por frações, nem por segundos. Me queira por horas e horas e horas, intensas tanto quanto todo esse sentimento que eu tenho pra te fazer perceptível. Encontro-me em momentos incomensuráveis de solidão e perigo, e te confesso um terrível pudor de amar. Porquanto, deixa eu somente me apaixonar, submeter-me a ser a mais idiota das criaturas. Não estrague este momento, não deixa que eu perca essa sitonia que brota dentro de mim toda vez que te vejo de perto, que sinto teu perfume, que ouço tua voz. Tu não és um ser humano para eu consumir em sonhos, tu não és uma paixão para que não passe das palavras. Quero-te como minha mais sublime inspiração. É mesmo exagero, tenho plena consciência, porém em ti quero por em prática todas as minhas idealizações, só por um momento. Então fica, bem aqui, e deixa. Deixa eu fazer parte da tua vida, e só. E não procure razões para eu te ser infinita, pois logo irei sumir, para nunca mais te ter, nem sequer em pensamento.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-6725142254715648075?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/6725142254715648075/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=6725142254715648075' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/6725142254715648075'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/6725142254715648075'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2009/08/razoes.html' title='Razões'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-7489134567722844922</id><published>2009-08-02T21:15:00.002-03:00</published><updated>2009-08-02T21:28:07.160-03:00</updated><title type='text'>Quero ter você bem mais que perto</title><content type='html'>Fecho os olhos e sinto teu cheiro impregnado na minha pele. Meu delírio, meu martírio, não suporto o fato de te ter em pensamento. Some de mim, meu amor, não quero mais ser invadida por lembranças contínuas tampouco por sensações que tu insistes me proporcionar, ainda que longe do meu alcance. Como posso ainda ser presa ao teu sorriso, teu cheiro, teu jeito, por quê? Busco no meu caminhar explicações para não ter te perdido, para não ter te esquecido, para não ter te vivido tão intensamente quanto eu almejava e quanto nossas almas mereciam. Pareço ainda sentir a nossa sintonia mágica perceptível em nosso pulsar interno, nosso magnetismo incontrolável, nossa paixão em chamas. Minha memória não te apaga, meu sentimento por ti parece estar tão forte preso em minha mente que me torno dependente das tuas lembranças, das nossas vidas juntas, inseparáveis. Não, não queria poder voltar atrás, não queria mudar absolutamente nada, uma vírgula sequer. A nossa história terá muitos capítulos, jamais dignos de um ponto final. Agora deixa eu te ter, deixa que nós sejamos literais, deixa eu te mostrar porque vim viver esta vida para nós (e somente para nós).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-7489134567722844922?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/7489134567722844922/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=7489134567722844922' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/7489134567722844922'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/7489134567722844922'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2009/08/quero-ter-voce-bem-mais-que-perto.html' title='Quero ter você bem mais que perto'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-5759958595233676201</id><published>2009-07-21T18:20:00.002-03:00</published><updated>2009-07-21T19:12:17.485-03:00</updated><title type='text'>Volta, verão!</title><content type='html'>Em meio a corizas devido a um ataque súbito de rinite alérgica ou resfriado momentâneo, ou os dois, sei lá, venho falar sobre essa maldita estação que só me traz angústias e que só me motiva a ficar debaixo de cinco cobertas o dia todo devorando toneladas de chocolate. Pois então, venho aqui, de uma vez por todas, explicitar a grande aversão que eu tenho para com o inverno. Sim, a neve é, até certo ponto, emocionante; a paisagem preto, branco e cinza é muito digna de elegância, o friozinho da Serra Gaúcha é convidativo para momentos de eterno romance (ainda que eu não me encaixe no último quesito). Porém, caros amigos, não aguento mais acordar já com sono, sair da minha cama quentinha e encarar o vento gelado que mais parece que lhe dar socos quando bate na sua cara. Não aguento parecer um saco de batatas de tão encasacada, não aguento parecer uma moribunda com minhas mãos e pés gelados, não aguento mais me retorcer de tanto bater o queixo. Não aguento ir para a faculdade tendo que me enrolar em cobertas parecendo um urso polar devido ao fato do ar condicionado estar em temperatura ambiente “-43ºC função Patagônia Andes” (http://teletube.wordpress.com), não aguento parecer uma esfomeada necessitando todo o momento de capuccino, nescau quente, cafés diversos, (ain delícia) ENFIM. O frio me deixa melancólica, comilona, compulsiva, angustiada, emburrada, e dominada por todos os adjetivos de tal ordem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando lembro do verão, quase choro de saudades. Poder acordar e tomar um banho geladinho pra começar bem o dia, vestir tecidos leves e sentir-se como tais, sair para a rua e ser recepcionada com um sol maravilhoso que deixa qualquer paisagem coloridamente otimista. E, no fim de tarde, poder caminhar e tomar um sorvete com seus amigos, sem preocupação de se encasacar (leia: “ensacolar”) ou bater o queixo desesperadamente. Poder ir a uma festa sem deixar 587 coisas na chapelaria, namorar à beira do mar, curtir o som de um violão à luz da lua... Poderia ficar o resto do dia, sem sequer hesitar, bajulando a estação da perdição, das novas amizades, da vibração mais do que positiva da praia e da manga curta... Porém preciso acordar pra realidade e engolir o fato de que vai demorar dois meses ou mais para que eu possa sentir calorzinhos constantes, sem me preocupar com doenças invernais e afins. Sinceramente? Não nasci pro frio. Agora me deem licença, vou buscar o 623º café do dia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-5759958595233676201?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/5759958595233676201/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=5759958595233676201' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/5759958595233676201'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/5759958595233676201'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2009/07/volta-verao.html' title='Volta, verão!'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-3506841253941327592</id><published>2009-07-20T11:59:00.001-03:00</published><updated>2009-07-20T12:01:23.174-03:00</updated><title type='text'>Se arrependimento matasse...</title><content type='html'>Durma arrependida, mas jamais acorde com vontade. Melhor arrepender-se de algo que fez do que de algo que deixou de fazer. Seja lá a frase clichê que você escolha para definir sua verdade acerca do arrependimento, conto um caso que não se encaixa em nenhuma definição repetitiva. Maldito o dia, o único dia, que briguei com a minha mãe. Por uma causa infundada, um motivo que não valia nada, um ataque súbito de loucura que dominou minha mente. Não queria ter saído do carro cuspindo as palavras mais grossas do mundo, rebaixando a minha razão existencial nos piores patamares existentes. Discuti com ela, justamente porque ela queria meu bem. Paguei de ingrata e o pior – só percebi isso depois. Realmente foi esse o dia que eu queria ter o controle remoto do Click para voltar atrás e jamais ter tomado essa atitude para com a pessoa que me deu o presente mais lindo que já ganhei: a vida. Me arrependo amargamente disso, só disso, por ter decepcionado, ainda que uma única vez, a pessoa por quem mais tenho consideração no mundo. O resto dos meus equívocos guardo como aprendizado, mas jamais como arrependimento – quiçá sem eles jamais teria me tornado quem hoje eu sou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Post para o &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Tudo de Blog 2009&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Pauta&lt;/span&gt;: Qual o seu maior arrependimento?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-3506841253941327592?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/3506841253941327592/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=3506841253941327592' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/3506841253941327592'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/3506841253941327592'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2009/07/se-arrependimento-matasse.html' title='Se arrependimento matasse...'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-6163159863465436160</id><published>2009-07-17T11:56:00.000-03:00</published><updated>2009-07-17T11:57:23.295-03:00</updated><title type='text'>Em prol da bagunça organizada</title><content type='html'>“Filha, dá um jeito nessa tua bagunça infernal!”. Juro que essa foi a frase que eu mais escutei em toda minha vida, depois dos diários eu te amos da minha mãe. Pois bem, sempre dei um jeito na tal da bagunça infernal, ainda mais quando era pedido com tanta sutileza por parte da minha queridíssima mudi (não riam, chamo ela assim há mil anos). Claro, o jeito citado na frase acima, é o MEU jeito de arrumar, ou seja, adepta do eufemismo, dando uma ajeitadinha nas coisas que parecem sempre ter sido atingidas por um furacão, deixando a bagunça com uma definição diferenciada de bagunça organizada. Exatamente isso que você leu. Quem enxerga a minha bagunça pode pensar horrores sobre o meu eu lírico, dizer que não tenho a delicadeza ou a feminilidade que uma menina de quase dezoito anos precisa ter, blá blá blá whiskas sachê. Pois bem, eu a enxergo da maneira mais linda do mundo, uma vez que sei exatamente onde está cada objeto, seja ele debaixo da terceira folha da última prova de geografia que fiz que está misturada com os envelopes de documentos do jornal ou na terceira gaveta junto com as meias onde tem uma blusinha perdida. Sim, são meus códigos, é a minha vida, é o meu quarto, é a minha bagunça, organizadamente bagunçada. Agora que meu quarto é novo, com convicção o “organizar” é um verbo que vou ter que aprender a conjugar, antes de sofrer chantagens emocionais tão sutis quanto a primeira frase deste post. Ainda bem que há um monte de gavetas pra esconder a minha bagunça querida, coitada – ainda que oculta, ela está lá, bem reservadinha. Já que jornalista tem fama de ser desorganizado, tô fazendo jus ao adjetivo... Portanto, caso se depare com algo bagunçado, não me julgue, não diga tampouco pense nada. Eu sou assim e ponto final. Acho que a minha mãe vai ter que continuar com a tal da frase, até eu tomar jeito (ou seja, nunca – rerere).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beijos e bom final de semana ;D&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-6163159863465436160?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/6163159863465436160/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=6163159863465436160' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/6163159863465436160'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/6163159863465436160'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2009/07/em-prol-da-bagunca-organizada.html' title='Em prol da bagunça organizada'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-8147099262107457679</id><published>2009-07-13T21:02:00.002-03:00</published><updated>2009-07-13T21:03:16.467-03:00</updated><title type='text'>A primeira ela não esquece.</title><content type='html'>Cinquenta e sete tentativas frustradas. E nada. Nervosismo, insegurança, medo e uma infinidade de substantivos que, por mais que sejam abstratos na gramática, são completamente concretos quando o assunto é... primeira vez. Com ela, claro, não foi diferente. Apesar de todo o amor que sentia, e de ter escutado n histórias sobre o assunto, a mocinha não parava de pensar como seria, se seria, quando seria. Nas tentativas, o pensamento que seria a pior dor do mundo foi tão presente, que o psicológico não a deixou pensar o contrário. Porém, um dia, aconteceu. Depois de um filme de amor. E, comicamente, foi como no filme, romântico, intenso, como um misto de todos os melhores sentimentos do mundo. E a mocinha, assustada, foi para o paraíso – e lá descobriu que a maçã nem é tão ruim assim, como dizem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Post para o &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Tudo de Blog 2009&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Pauta&lt;/span&gt;: Primeira vez.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-8147099262107457679?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/8147099262107457679/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=8147099262107457679' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/8147099262107457679'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/8147099262107457679'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2009/07/primeira-ela-nao-esquece.html' title='A primeira ela não esquece.'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-336827186694130866</id><published>2009-07-09T21:26:00.005-03:00</published><updated>2009-07-10T11:36:26.988-03:00</updated><title type='text'>Gripe Michael Jackson</title><content type='html'>Permitam-me, inicialmente, a minha indignação.&lt;br /&gt;Após, peço desculpas se parecer negativa demais, porém principiarei as minhas palavras com uma negação.&lt;br /&gt;Não, eu não sinto a mínima vontade e o mínimo interesse de ligar a televisão seja pela manhã, ao meio-dia, à tarde ou à noite.&lt;br /&gt;Não pela falta de conteúdo que já havia me afligindo há muitos e muitos anos, não pela realidade televisa que engloba o mundo social enfocando fofocas e afins.&lt;br /&gt;Mas, sim, pelo sensacionalismo. Pela insegurança e incredibilidade que os jornalistas são praticamente obrigados a comunicar e reportar, ainda que a situação esteja totalmente saturada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Explico: quando ouso apertar o botão vermelho do controle remoto, ou vejo michael jackson, ou vejo gripe A.&lt;br /&gt;Sobre o astro do pop, perdoem-me os fanáticos, admiradores ou simpatizantes, mas, convenhamos, é algo que merece, sem sombras de dúvidas, seu espaço, mas TODO o espaço? Seria realmente necessário? Seria realmente plausível passar na televisão o velório (!) inteiro de uma pessoa, com a única intenção de comover os indivíduos para com uma perda tamanha e significante?&lt;br /&gt;Desculpem-me as minhas insistentes generalizações, mas acho que damos voltas e voltas e paramos no mesmo lugar.&lt;br /&gt;Essas voltas circulares, esse desvio de enfoques informativos demonstrados pela famosa política de pão e circo, não passam de meios para tirar a atenção das pessoas e, desculpe mais uma vez, acabando por fazer as mesmas de trouxas.&lt;br /&gt;Será que alguém acompanhou os reais problemas da sua cidade, estado, país, enquanto a televisão venerava o astro do pop? Será possível que a população, ao invés de se questionar sobre a sua realidade, questionava onde o bendito corpo seria enterrado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Respeito a uma alma em memória é uma coisa, mas exagero é outra. Por que, quando vivo, o tal do Michael não tinha o mesmo reconhecimento? E o mais equivocado desta realidade é o fato de inúmeras pessoas tornarem-se fãs, agora, e venerar um cara que, há poucos tempos atrás, era considerado como uma das pessoas mais indignas de respeito e admiração, não pela sua arte, mas pelo seu SER HUMANO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fugindo um pouco deste caso, entro em outro que é tão comentado quanto, ou até ainda mais: a gripe suína. Está certo que a função jornalística é manter a população informada de todos os detalhes possíveis. Mas, será que não está havendo um excesso de informações? De tão mencionado, o assunto acaba deixando as pessoas paranóicas, fazendo-as comprar máscaras, correr desesperadamente em busca de anti-gripais e afins ou, o pior, garantir ainda mais a raiva para com os "hermanos" e outras nacionalidades que demonstram ter mais casos da nova gripe.&lt;br /&gt;O próprio ministro da saúde do país afirmou que a gripe A é mais uma gripe, apenas de novo tipo, mas que é tão ofensiva quanto a gripe comum, notada pelos sintomas parecidíssimos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois então, caros leitores, qual é o motivo de todo esse insistente alarde? Claro, a preocupação deve ser algo totalmente existente e consciente, mas preocupar-se demais não vai aniquilar a gripe. Aqui na minha cidade, por exemplo, será feito um Festival de Folclore, e cogitou-se a possibilidade de cancelar a vinda de grupos estrangeiros onde os casos da gripe são existentes em maior quantidade. Pois não seria melhor observar os membros do grupo e ver se há algum caso, ao invés de, simplesmente, impedi-los de comparecer a um evento baseado somente em suposições?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que está na hora de questionar o que é mostrado e reportado, não simplesmente acreditar em tudo que a caixa de botões diz. Claro, é até de uma certa utilidade distrair-se dos problemas pessoais, entretendo-se com a televisão. Mas, convenhamos, ingenuidade tem limite. Paciência tem limite. Notícia também tem limite. Pois então, vamos abrir os olhos e não nos deixarmos comover por repercussões relâmpago. Ou você lembra ainda de todos os mínimos detalhes da gripe aviária? Ou, ainda, quando a menina Isabella foi atirada? Onde estão as pessoas comovidas com esse caso? Será que ainda procuram saber como isso foi resolvido?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É, gente. Jornalismo tem dessas. Não vou julgar a melhor profissão do mundo, mas vou julgar o que o excesso de sensacionalismo e informações exageradas provoca nas pessoas. E depois ainda tem gente que afirma que não é preciso qualificação para reportar notícias com credibilidade. Se, com a tal da qualificação, este tipo de coisa acontece, imagina sem ela?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem mais delongas, até porque sei que aquele nariz de palhaço que você vê no template desse blog vai demorar, e MUITO, para sair de lá. Assim como o seu, que de tanto pão e circo, você nem enxerga mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desculpe qualquer equívoco, mas era isso.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-336827186694130866?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/336827186694130866/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=336827186694130866' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/336827186694130866'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/336827186694130866'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2009/07/gripe-michael-jackson.html' title='Gripe Michael Jackson'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-6081736488299610107</id><published>2009-07-02T21:13:00.000-03:00</published><updated>2009-07-02T21:14:22.337-03:00</updated><title type='text'>Monólogo interior de uma oscilação de sentimentos súbitos</title><content type='html'>Eu não sei, eu te procurei há tanto tempo que eu nem acredito que estou agora olhando para o fundo dos teus olhos e descobrindo estas múltiplas sensações inexplicáveis. Cada gesto teu, cada palavra tua, cada pensamento, ah, como eu queria que fossem todos direcionados a mim. Sim, sou essa egoísta mesmo que tu estás vendo exteriormente. Sou maluca, confesso. Cada pensamento meu direcionado a ti faz meu pulsar interno disparar da forma mais incontrolável possível. Quanto mais eu tento desviar, mais minha imaginação acha caminhos que me levam ao teu encontro, ao tato da tua pele, ao selar do teu beijo. A mágica é tanta que, mesmo tudo sendo frutos de inverdades, eu mesma consigo me permitir a ponto dos meus sentimentos já bastarem pra te ter aqui comigo. Juro, não entendo, e, quer saber? Não busco explicações. Às vezes me bate uma loucura súbita que me faz querer largar tudo e ir correndo sem direção e sem data marcada para volta, só pra não pensar em ti nunca mais. Mas tem vezes que essa loucura oscila na mais profunda emoção utopicamente romântica, que a vontade é de pensar em ti a todo o momento, por toda a vida. Aliás, não me obrigue a te ter pra sempre, eu não suportaria tal fato. Não creio em nada eterno, apenas necessito da intensidade que tu tens a me proporcionar. Ou, melhor ainda, quem sabe tu não consegues fazer com que minhas teses sejam jogadas para bem longe do meu ser, quem sabe tu me mudes, quem sabe tu até me convença. Só consigo parar de filosofar as nossas vidas unidas uma a outra quando sou dominada pelo desespero do teu abandono desordenado. Será que um dia tu serias capaz de me deixar? Como que eu viveria? Onde ficaria todos os sonhos, todos os pensamentos, todas as tentativas de me tornar um molde perfeitamente teu? Não, preciso me afastar de ti, não te quero ter nem por mais um minuto, some de mim, some de mim, some de mim! É. Eu acho que é sina, acho que é o destino. Acho melhor eu me entregar aos braços da solidão para o tal do pra sempre que eu não acreditei, mas depois de ti eu acredito. Me esquece, e, quem sabe, fica assim tudo bem. E não, eu não te amei, eu só interpretei a inspiração que este teu olhar que tanto procurei me passou, assim, tantas vezes. Agora se vá, dê espaço a um novo amor, quem sabe um dia eu volte a te sentir novamente. Quem sabe um dia...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-6081736488299610107?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/6081736488299610107/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=6081736488299610107' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/6081736488299610107'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/6081736488299610107'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2009/07/monologo-interior-de-uma-oscilacao-de.html' title='Monólogo interior de uma oscilação de sentimentos súbitos'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-8803361022955518234</id><published>2009-07-01T19:16:00.000-03:00</published><updated>2009-07-01T19:16:25.586-03:00</updated><title type='text'>insana</title><content type='html'>e se há um remoto tempo atrás,&lt;br /&gt;não quis a ti outorgar meu apreço?&lt;br /&gt;é que a minha loucura súbita me faz &lt;br /&gt;muito mais insana do que pareço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;porque eu acredito na exalação de inspirações presentes em cada olhar que eu vejo, em cada voz que eu escuto, em cada ar que eu respiro.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-8803361022955518234?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/8803361022955518234/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=8803361022955518234' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/8803361022955518234'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/8803361022955518234'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2009/07/insana.html' title='insana'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-2803203916824025637</id><published>2009-06-28T19:59:00.001-03:00</published><updated>2009-06-28T20:11:58.129-03:00</updated><title type='text'>Desejo</title><content type='html'>não desejo um amor correto, nem fabuloso, tampouco cheio de certezas.&lt;br /&gt;não aspiro um amor verdadeiro, nem desejos puros, tampouco finais felizes.&lt;br /&gt;quero amor com paixão, amor com ódio, amor proibido, amor com defeitos, amor mascarado, amores breves e intensos, longos e mais intensos ainda.&lt;br /&gt;quero um amor que fuja da razão, que fuja do comum, que seja distinto.&lt;br /&gt;não quero um amor com qualquer tipo de "verdadeirices".&lt;br /&gt;quero apenas amor, e só.&lt;br /&gt;um amor mais do que eu queira, mais do que eu possa, mais do que eu deva, mas não mais do que eu precise.&lt;br /&gt;(quero justamente esse amor que só tu sabes me fornecer).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;"a mim me deste a suprema pobreza: o dom da poesia e a capacidade de amar em silêncio"&lt;/span&gt; (vinícius de moraes)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-2803203916824025637?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/2803203916824025637/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=2803203916824025637' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/2803203916824025637'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/2803203916824025637'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2009/06/desejo.html' title='Desejo'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-907683066405960862</id><published>2009-06-28T19:49:00.002-03:00</published><updated>2009-06-28T19:49:44.670-03:00</updated><title type='text'>Uma questão de sonho</title><content type='html'>Deparando com minha página inicial do Orkut, leio uma tal sorte de hoje a qual diz: SEU MAIOR SONHO SERÁ REALIZADO. Juro, por tudo que há de mais sagrado, empolguei-me por alguns minutos com a possibilidade de eu realizar os meus sonhos, desde os mais simplórios até os mais complexos. Sabe, quando o coração bate forte, na probabilidade de algo muito bom acontecer? Pois é, isso aconteceu comigo. E dominada pelo sensacionalismo orkutiano, acabei esquecendo que é uma mera frase que é sorteada (literalmente) a alguns perfis e colocadas, assim, sem ter nexo nenhum. Depois disso, comecei a pensar... se eu tivesse a certeza que meus sonhos seriam realizados, lutaria eu por eles? Por obviedade, minha resposta foi não. E comecei a criar um monólogo interior sem fim. Afinal, qual é a tamanha importância de um sonho? Um sonho, a partir dos dicionários e definições psicológicas são, nada mais, nada menos, que fatos criados pelo nosso inconsciente, vontades e desejos a serem realizados. Pois bem... Os meus sonhos são os mais variados e impossíveis, desde conhecer Vinícus de Moraes até viajar pelo mundo inteiro sem data marcada para a volta. Já que sonhar, por enquanto, não custa nada, eu sonho. E sonho alto. Confesso às vezes me sentir utópica por isso. Mas, sabe o quê? Enquanto eu estiver habitando tal mundo cheio de crueldade e desesperanças, prometi pra mim mesma, pra esse meu ego complicadinho, que jamais, sob qualquer circunstância, eu desistiria dos meus sonhos. Afinal, se não há motivação para viver, que graça a vida teria? E meus sonhos são minha motivação. E eu sei que só conseguirei alcançá-los se eu realmente acreditar e me esforçar. É óbvio que não dá pra fazer promessa pra Deus e milhares de santos, se não há um certo esforço próprio. Eu só fico chateada em saber que existem pessoas que guardam os sonhos pra si e ele acaba só na memória, só no inconsciente... os indivíduos precisam, sim, ser menos pessimistas. Precisa-se acreditar em si mesmo e deixar o destino se encarregar do resto.&lt;br /&gt;Eu tenho certeza disso ;)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-907683066405960862?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/907683066405960862/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=907683066405960862' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/907683066405960862'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/907683066405960862'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2009/06/uma-questao-de-sonho.html' title='Uma questão de sonho'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-6843505647801755424</id><published>2009-06-09T23:54:00.002-03:00</published><updated>2009-06-10T00:03:52.638-03:00</updated><title type='text'>Desabafo de uma mente confusa</title><content type='html'>Grande perda de tempo e tolice de nossas mentes tentar evitar o inevitável. Somos joguintes da êxtase do destino, presos a intensos acontecimentos presentes que nos tornam completamente dependentes de nossas ideias. Fujo do nexo, quero o que nunca existiu. Insisto na minha filosofia confusa, quero enaltecer a minha história baseada em fatos, jamais em suposições.&lt;br /&gt;Busco uma explicação inexplicável, qualquer sensação agora me torna cúmplice da mais precária palavra. É juntando letra a letra que formo orações dependentes das entrelinhas garantindo, assim, múltiplas facetas em cada rabiscar que desenho.&lt;br /&gt;O embaraço dos meus sentimentos se reflete nesse meu estranho jeito de me expor. Estou presa a um emaranhado de fatos que me faz dar voltas em torno de linhas mal colocadas.&lt;br /&gt;Cansei. Cansei de escutar aquela música cujas batidas parecem acompanhar o meu pulsar interno. Cansei de acreditar num sentimento que eu mal sei se existe. Cansei de ressaltar que o futuro é tão incerto quanto a certeza de que existe verdade. Cansei de ser eu mesma, do meu insistente senso de consequência. Cansei de me culpar, cansei de tanta coisa que a minha maior motivação é me agarrar, com todas as forças, a tudo que gira em torno da causa do meu viver.&lt;br /&gt;O futuro, o destino? Sei lá, um dia ele vem, tão irresoluto quanto essas palavras que você jamais vai entender.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-6843505647801755424?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/6843505647801755424/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=6843505647801755424' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/6843505647801755424'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/6843505647801755424'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2009/06/desabafo-de-uma-mente-confusa.html' title='Desabafo de uma mente confusa'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-1272179135886647974</id><published>2009-06-05T12:22:00.000-03:00</published><updated>2009-06-05T12:24:02.426-03:00</updated><title type='text'>Abandono</title><content type='html'>a minha alma ninguém vê, ninguém toca, ninguém sente&lt;br /&gt;meu sentimento é oculto, minha paixão, inocente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o meu amor ninguém quer, ninguém espera, ninguém pressente&lt;br /&gt;meu coração é submisso, minha alegria, descontente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(busco constantes explicações do teu abandono em mim presente).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;momento poeta&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-1272179135886647974?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/1272179135886647974/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=1272179135886647974' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/1272179135886647974'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/1272179135886647974'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2009/06/abandono.html' title='Abandono'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-4614995052586487389</id><published>2009-05-20T19:02:00.002-03:00</published><updated>2009-05-20T19:11:32.946-03:00</updated><title type='text'>Para o serzinho mais especial do mundo</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/ShSABh4h3AI/AAAAAAAAAUk/CXjDPmK-t-w/s1600-h/PA110018+c%C3%B3pia.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 253px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/ShSABh4h3AI/AAAAAAAAAUk/CXjDPmK-t-w/s320/PA110018+c%C3%B3pia.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5338032222104574978" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Hoje eu vou homenagear um serzinho que convive comigo há quase um ano, e vive berrando no meu ouvido e fazendo plantão na frente da minha boca à procura de comida: a senhorita Elvis Presley. Ok, quem não me conhece deve se questionar o porquê de Elvis ser um nome feminino e quem é essa criatura. Antes que você ganhe ataques de sublime felicidade, não, Elvis não está mais vivo. Mas não é do ídolo do rock que eu vos falo. É da minha calopsita, mesmo. Eu que achava que ela era ele, acabei me surpreendendo com um belo ovinho que ela um dia pôs (e que minha mãe conseguiu quebrar, $%#$@!@). Mas enfim, não quero aqui explicar o que é uma calopsita, por que eu adquiri um ser tão exótico e não um convencional cachorro, por que ela vive no meu ombro e nunca entrou numa gaiola. Quero explicitar o carinho IMENSO que sinto por essa criatura que, embora eu às vezes pense que ela não entenda nada disso, há vezes que o olharzinho dela parece sintetizar todo o entendimento possível do mundo. Eu procuro sempre achar palavras pra explicar tudo o que eu sinto, mas esse sentimento que eu tenho por essa criatura de topete amarelo é, realmente, inexplicável. Quando ela pede carinho, meu coração se derrete por completo. Quando estou triste, ela parece entender toda a situação e me acalma com um simples “éé”. Assim como há pessoas que, com certeza, não entendem bulhufas do que escrevo e até possam me considerar caduca por falar com um passarinho (!), há aqueles que são capazes de entender tais vocábulos perfeitamente. A questão é que os animais conseguem, sim, ser capazes de nos entender, de fazer com que o nosso cotidiano tenha mais graça. Em meio a tantos seres humanos insensíveis e sem poder de amabilidade, nada melhor que os bichinhos para suprir essa necessidade de carinho que temos. A Elvis, assim como meu outro pássaro Chapolin e a todos os outros animais que já deixaram suas patinhas na minha vida, o meu MUITO obrigada. E a quem não entendeu isso aqui, talvez seja melhor rever seus conceitos de amor, carinho, atenção e todos os sentimentos mais ingenuamente puros do mundo. Beijos e bicadinhas *-*&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-4614995052586487389?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/4614995052586487389/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=4614995052586487389' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/4614995052586487389'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/4614995052586487389'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2009/05/para-minha-bebe-preferida.html' title='Para o serzinho mais especial do mundo'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/ShSABh4h3AI/AAAAAAAAAUk/CXjDPmK-t-w/s72-c/PA110018+c%C3%B3pia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-2414246655409051044</id><published>2009-05-12T12:34:00.002-03:00</published><updated>2009-05-12T12:38:16.244-03:00</updated><title type='text'>Sexo sem vergonha</title><content type='html'>Sexo. Só de ler essa palavra tenho a absoluta convicção da reação de 99% das pessoas: ou receio, ou medo, ou como essa guria é sem vergonha. Eu quase não entendo os porquês de tanto bloqueio para tocar num assunto que na teoria é receoso, mas na prática a situação se inverte totalmente. Tal substantivo deveria deixar de ser encarado com tanto pudor e ser mais debatido entre as pessoas, principalmente entre os jovens que vêm sendo alvo de consequências lastimáveis por falta de diálogo. Nunca tive medo de questionar meus pais, amigos, professores de biologia. Talvez por sempre ter a oportunidade de papo aberto e franco dentro de casa, ou por nunca reprimir minhas curiosidades. O sexo é um tabu, um assunto que parece desafiar o proibido, sendo comentado só por debaixo dos panos, como diria minha mãe. Óbvio, não é um ato a ser discutido sem censuras, até porque isso começa a lidar com respeito e afins. Porém acho desnecessário tanta vergonha por parte de uma população que vive exibindo meninas grávidas. Sexo é natural, e é com essa mesma naturalidade que ele deve ser tratado. E com muito amor, claro (porque sou uma romântica declarada).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Post para o site do &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Tudo de Blog&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Tema&lt;/span&gt;: Vocês têm vergonha de falar sobre sexo?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-2414246655409051044?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/2414246655409051044/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=2414246655409051044' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/2414246655409051044'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/2414246655409051044'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2009/05/sexo-sem-vergonha.html' title='Sexo sem vergonha'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-3388217890098156916</id><published>2009-04-29T18:59:00.001-03:00</published><updated>2009-04-29T19:01:38.849-03:00</updated><title type='text'>Apelo Umbilical</title><content type='html'>Sabe aquele velho e bem útil clichê de que as pessoas devem parar de olhar para o seu próprio umbigo? Essa frase refere-se ao fato de convivermos constantemente com a existência de pessoas que são absurdamente egoístas, jamais pensam no seu próximo e fazem tudo que possa ser voltado aos seus interesses particulares. Concordo por completo com essa belíssima afirmação e definição, mas hoje vou sutilmente contrariá-la. Sim, estou aqui fazendo um apelo para que as pessoas olhem mais para os seus umbigos, ao invés de ter uma insistência braba de cuidar do umbigo dos outros. Sinceramente, a quantidade de casos que eu venho percebendo de gente que simplesmente tem um fascínio de cuidar de uma vida que não é sua, é absurdamente frequente. Não bastasse o seu umbigo, o seu nariz, os seus olhos e, principalmente, os seus ATOS, há pessoas que não se cansam de policiar o seu próximo, da forma mais maldosa possível. Se fulano de tal está numa festa, bebe umas e outras, faz sua farra com seus amigos, há sempre detetives que, embora não sejam contratados nem nada, tem o grande prazer de fazer um relato (quase que uma reportagem infundada) e sair espalhando por aí. Cara, eu sempre digo e repito que uma vida é muito complexa e difícil de ser bem cuidada, então imagina eu começar a cuidar de cinco, vinte, oitenta e nove?? Cada pessoa tem sua liberdade e a utiliza da maneira que bem entender (desde que não interfira na liberdade do outro). Agora, não sei exatamente o porquê, há aqueles que não conseguem entender isso! Sei lá se alguém ganha alguma coisa inventando certas barbaridades, mas eu fico MUITO indignada com essas inverdades que rolam por aí. Já que eu sei que essa realidade umbilical não vai mudar, ainda mais nas cidades pequenas, dou uma sugestão: MENTES CRIATIVAS, usem seu “dom” para ser escritores, jornalistas, contadores de histórias inventadas; mas, por favor, não venha querer mudar histórias reais com fofocas e relatos mesquinhos. Olhe pra baixo, enxergue seu umbigo e cuide MUITO bem dele, antes que alguém cuide por você. Obrigada.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-3388217890098156916?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/3388217890098156916/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=3388217890098156916' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/3388217890098156916'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/3388217890098156916'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2009/04/apelo-umbilical.html' title='Apelo Umbilical'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-6062453615302645603</id><published>2009-04-17T18:33:00.003-03:00</published><updated>2009-04-17T18:49:26.197-03:00</updated><title type='text'>Aos 30</title><content type='html'>Eu sei que, quando eu menos esperar, vou estar formada, casada, com um filho pendurado nas minhas costas totalmente dependente de mim e gritando ‘’mamãe’’ pra todos os lados. Sei que vou estar toda posuda, cheia de mim, com pensamentos fortemente amadurecidos e adaptada à rotina trabalho - casa - cuidar-do-maridinho-e-dos-filhos. Se num piscar de olhos já estou me vendo com 18, acredito que não demore muito para eu me beliscar e já estar com os 30 na cara. O tempo corre muito rápido. Não, o tempo voa, mesmo. Se eu vou estar com a cara da minha mãe aos trinta, não sei. Se vou ter capacidade de ser mãe, menos ainda. Se eu vou estar realizada profissionalmente, muito menos ainda. Se eu vou achar o cara da minha vida? Acho difícil (só não digo impossível porque sou uma fiel romântica idealizadora). Com uma boa dose de pessimismo, mal sei eu se estarei viva até lá! A única coisa que eu tenho imensa convicção nessa história é que, apesar de não saber que rumo meu destino vai seguir dia após o outro, eu estou fazendo absolutamente de tudo para viver a minha vida intensamente, sempre aliada à devida cautela. E se eu chegar aos 30 com toda a disposição que eu tenho agora, vou olhar pra trás e dizer: cara, passou rápido, mas valeu a pena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Post para o site do &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Tudo de Blog &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Tema&lt;/span&gt;: o que você faria se acordasse e já estivesse com 30 anos?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-6062453615302645603?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/6062453615302645603/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=6062453615302645603' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/6062453615302645603'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/6062453615302645603'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2009/04/sera-que-chego-nos-30.html' title='Aos 30'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-4569719232260775570</id><published>2009-04-03T22:26:00.002-03:00</published><updated>2009-04-03T22:32:52.977-03:00</updated><title type='text'>"e é por isso que te espero"</title><content type='html'>não quero ser um mero indivíduo adicional na tua vida.&lt;br /&gt;quero arrancar teus suspiros, quero olhar-te profundamente, quero interpretar os teus gestos, quero que tu sejas intensamente inexplicável.&lt;br /&gt;deixa-me sentir a sintonia que nos cerca, deixa que eu faça parte do teu caminho e, por favor, risque o teu nome bem impregnado na minha vida.&lt;br /&gt;contigo quiçá eu quero estar, contigo eu preciso vivenciar aquilo que um dia eu sonhei - e que já não me lembro mais.&lt;br /&gt;faça-me lembrar do teu ser continuamente, deixa eu ser a tua sensação mais confusa, deixa eu te olhar de frente.&lt;br /&gt;permita que eu seja uma parte de ti, entenda minhas crises súbitas de loucura, leva-me bem distante do meu senso de consequência.&lt;br /&gt;faça-me insubstituível, acenda os meus desejos mais ocultos, sem nenhuma omissão.&lt;br /&gt;deixa eu te fazer inesquecível, deixa eu ser a imagem poética mais estranha da tua vida.&lt;br /&gt;não me obrigue a nada, apenas viva-me, não faça-me parar, nunca, um momento sequer que seja.&lt;br /&gt;saia dessa rotina de incertezas, eu tô te esperando aqui, estática, tu que és o ser humano que eu mais amarei na minha vida inteira.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-4569719232260775570?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/4569719232260775570/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=4569719232260775570' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/4569719232260775570'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/4569719232260775570'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2009/04/ama-me.html' title='&quot;e é por isso que te espero&quot;'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-1497238892776212</id><published>2009-03-26T11:50:00.002-03:00</published><updated>2009-03-26T12:10:37.000-03:00</updated><title type='text'>Tensão Máxima</title><content type='html'>Tocou Perguntou Morreu. Uma vez por mês, dois ou três dias, um misto de sentimentos quase que inexplicáveis e súbitos fazem parte do meu dia-a-dia. Meu filtro cerebral some, meu controle de choro evapora, meus índices de raiva vão a um milhão. Tenho instintos assassinos e melancólicos que nem o pior dos psicopatas teria. Não, eu não to exagerando (pelo menos não tanto). A TPM, que muitos tratam como frescura, é coisa séria, sim. As influências hormonais deixam qualquer mulher perturbada e o único tratamento que parece funcionar momentaneamente é devorar uma barra de chocolate inteirinha para ficar se culpando depois. Esse período é estranho e angustiante. Parece que eu tomo um chá de pessimismo, as pessoas todas se revoltam contra mim, o mundo vai desabar na minha cabeça e tudo vai dar errado (isso quando esse misto todo não acontece de uma vez só). Porém, ainda que pareça algo interminável, ela tem seu início, ápice e fim. Todos os meses, claro, mas como a rosa tem seus espinhos, ela também tem suas pétalas aveludadas. O que quero dizer? A TPM tem suas vantagens, sim. Mas, em prol de todas as pobres mulheres que sofrem desse mal tanto quanto eu, acho melhor eu ficar bem quietinha e ir comer meu chocolate (e morrer de culpa depois).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Post para o site do &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Tudo de Blog&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Tema&lt;/span&gt;: TPM!!! Vamos falar dessa "bendita" coisa que tira muita gente do sério!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-1497238892776212?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/1497238892776212/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=1497238892776212' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/1497238892776212'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/1497238892776212'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2009/03/tocou-perguntou-morreu.html' title='Tensão Máxima'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-5406963674160275389</id><published>2009-03-13T18:58:00.003-03:00</published><updated>2009-03-13T19:51:52.846-03:00</updated><title type='text'>Cadê a lei seca?</title><content type='html'>Basta caminhar alguns metros pelo centro de qualquer cidade do Brasil para reparar os equívocos e confusões que o trânsito insiste mostrar. É impressionante observar e tirar de certas situações a piada do dia. Seja pela insegurança que o motorista demonstra pelos seus atos (o velho ditado que se deve cuidar mais dos outros do que de si mesmo) ou o fato de termos que olhar para todos os possíveis cantos na hora de atravessar a rua (afinal, às vezes 'brota' um carro chutado a toda velocidade de uma direção inimaginável), nada nas ruas funciona como talvez deveria ser. Esse costume quase que imutável que muitos brasileiros carregam dentro de suas almas consegue ser visto nitidamente na hora de seguir certas leis impactantes. A lei seca, por exemplo. Quem estava fora do Brasil e voltou há dois meses atrás nem deve saber do que estou falando. Ou você viu essa lei sendo rigorosamente seguida? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Definitivamente, eu faço parte do clube dos decepcionados. De que adianta o governo fazer leis que dão uma repercussão relâmpago, sendo alvo de notícias inúmeras, crônicas (inclusive uma minha feita na maior perda de tempo possível) e afins, se as mesmas não são seguidas? Claro, uma vez e outra alguém resolve tomar vergonha na cara e fiscalizar as ruas, seguindo uma suposta rotina que deveria ser, de fato, o caminho a ser seguido SEMPRE. Mas não, a imprensa abandonou o caso, a polícia abandonou o caso, todo mundo abandonou o caso e bebe até quase morrer e nem se hesita em pegar a chave do carro para sair dirigindo depois. O povo é engraçado. O governo é engraçado. A fiscalização é engraçada. Aliás, vou generalizar e dizer que tudo é engraçado. Pensa comigo: em junho de 2008 entra em vigor a lei que quiçá mais gerou polêmica e medo entre os meros mortais brasileiros, fazendo com que os mesmos obedecessem todos os detalhes por medo de serem punidos. Alguns engraçadinhos nem deram bola e continuaram a sua rotina normal (bebida+direção) e tiveram a sorte de não serem castigados. Nove meses depois de uma polêmica que parecia acabar de vez com esse negócio de associar bebida à direção, a única coisa que realmente aconteceu foi aumentar o número dos tais engraçadinhos que se arriscam - afinal, o perigo de eles serem multados é de uma porcentagem minúscula. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É. As coisas continuam como sempre estiveram, infelizmente. As pessoas não mudaram seus hábitos, o governo e seus seguidores continuam sendo motivo de piada. Tudo por falarem que vão seguir corretamente um fato que torna-se inexplicavelmente esquecido depois. Cara, eu já nem sei mais como me expressar, talvez a conformação e o pessimismo que me dominou sejam o melhor caminho a seguir, já que eu vi que vai demorar pra eu tirar o meu nariz de palhaço da cara, assim como muitos habitantes desse ilustríssimo país.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-5406963674160275389?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/5406963674160275389/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=5406963674160275389' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/5406963674160275389'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/5406963674160275389'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2009/03/cade-lei-seca.html' title='Cadê a lei seca?'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-7332556950482906594</id><published>2009-03-10T06:50:00.003-03:00</published><updated>2009-03-10T12:31:43.856-03:00</updated><title type='text'>Poema Oblíquo</title><content type='html'>Se eu com ele&lt;br /&gt;Não mim contigo?&lt;br /&gt;Sê nos conosco,&lt;br /&gt;E tu comigo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se eu sem ele&lt;br /&gt;Me, mim, comigo&lt;br /&gt;Te, ti, contigo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se pessoal reto,&lt;br /&gt;Faço eu certo&lt;br /&gt;Ficar contigo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se te consigo,&lt;br /&gt;Sê o que eu digo:&lt;br /&gt;És tu comigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;momento poeta&lt;/span&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-7332556950482906594?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/7332556950482906594/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=7332556950482906594' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/7332556950482906594'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/7332556950482906594'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2009/03/poema-obliquo.html' title='Poema Oblíquo'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-2935537435252231247</id><published>2009-03-10T06:33:00.004-03:00</published><updated>2009-03-10T06:42:53.188-03:00</updated><title type='text'>Será que assumo?</title><content type='html'>Celebridade sempre tem a mania de esconder a sua vida pessoal, ainda que a sua vida profissional seja alvo direto da mídia. O problema desse querer é que torna-se inevitável misturar as coisas, já que a pessoa exterior é a mesma dona dos dois enfoques vitais. O que é algo quase que ridículo é um famoso querer esconder uma relação que mais dia, menos dia, será revelada (a menos que o casal fique trancafiado em suas residências 24 horas diárias). Chegando mais próxima à realidade de nós, meros mortais, esconder um relacionamento diante de alguma circunstância constrangedora pode ser viável. Já tive que me ocultar para poder namorar, fingir não estar com aquela pessoa. Porém, toda e qualquer tentativa minha frustrou - sempre havia alguém que descobria. Fiz isso por rejeição familiar e do meu círculo de amigos, por eles acreditarem que eu estava namorando um rapaz de caráter, digamos, duvidoso. Depois de um tempo o namoro acabou sendo assumido, estava cansada de fingir viver num mundo irreal. Se escondido é melhor, tenho que concordar, mas de nada adianta viver num mundo faz-de-conta e achar (utopicamente) que nunca vai ser descoberto, afinal, de estraga prazeres esse mundo tá cheio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Post para o &lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Tudo de Blog&lt;/span&gt; 2009&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Tema&lt;/span&gt;:Seguinte: todo dia sai na mídia os encontros "às escuras" de Madonna e Jesus Luz. Eles não assumem o namoro, mas também não negam! A pratica, aliás, é comum entre as celebridades: muitos não assumem publicamente seus relacionamentos e vão burlando a mídia o máximo que puder.&lt;br /&gt;E vocês? Já passaram por uma relação "não - assumida"?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-2935537435252231247?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/2935537435252231247/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=2935537435252231247' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/2935537435252231247'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/2935537435252231247'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2009/03/sera-que-assumo.html' title='Será que assumo?'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-4930469081607680836</id><published>2009-03-08T20:25:00.001-03:00</published><updated>2009-03-08T20:27:53.958-03:00</updated><title type='text'>Uma questão de destino.</title><content type='html'>Eu sempre acreditei em destino. Desde pequena eu culpei esse substantivo abstrato por quase todos os meus feitos vitais. E hoje, vendo-me exatamente onde estou, as minhas convicções e crenças nisso só se firmam e aumentam. Minha mãe vive me dizendo que eu nasci já tentando me expressar de todas as formas que, com o tempo, foram evoluindo e fazendo parte de mim. Digo que a comunicação hoje faz parte de mim não só pelos textos que escrevo, pelos papéis que represento, pelas poesias que declamo. É muito mais forte que isso, é inexplicável. Quando tinha os meus sete anos, meu pai emprestou sua filmadora para alguma ocasião. Aquela máquina me fascinava, logo fiquei íntima dela, até que pedi para meu irmão me gravar fazendo alguns documentários sobre a horta da minha mãe. Essa história de gravar vídeos começou a fazer parte do meu cotidiano da mesma forma que a fotografia fazia e faz, afinal, filha de fotógrafo dá nisso. Vivi a minha vida inteira até o exato momento fotografando, sendo fotografada, conversando e... escrevendo. Seja nos meus constantes diários presentes na infância ou nos poemas ingênuos que já fiz, o meu eu lírico é um tanto aguçado. Hoje escrever é o verbo que eu mais conjugo, é a minha ambição, quase que a minha vida. E é por tudo isso, e por acreditar fielmente nesse tão impreciso destino que me encontro aqui, hoje, tentando dar o máximo de mim para ser uma jornalista de sucesso e confirmar tudo aquilo que um dia eu já acreditei. Inclusive no destino.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-4930469081607680836?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/4930469081607680836/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=4930469081607680836' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/4930469081607680836'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/4930469081607680836'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2009/03/uma-questao-de-destino.html' title='Uma questão de destino.'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-2589519328245688771</id><published>2009-03-08T18:09:00.004-03:00</published><updated>2009-03-08T19:31:26.611-03:00</updated><title type='text'>Busca de um Amor Perfeito</title><content type='html'>Tarde de uma sexta-feira ensolarada. Marília liga para sua companheira de praia Marina para que as duas fugissem do calor de suas casas e fossem contemplar as mil maravilhas das areias cariocas. Marília confessa à sua amiga: "Eu queria tanto arrumar um namorado... Sinto estar sozinha, preciso de alguém que me complete." Marina, muito compreensiva, promete ajudar a sua amiga a encontrar um cara legal. Chegando à praia, Marília nem quis desfazer suas malas: a busca por um namorado perfeito era muito mais importante que se situar em algum local. Marina achou estranha tal vontade súbita mas, como prometeu ajudar, largou as malas e foi dar uma volta no calçadão com a amiga desesperada. Marília mal caminha, sua preocupação era olhar para todas as direções possíveis em busca de um amor à primeira vista. O grande problema do dia foi que parecia ter sumido todos os homens do mundo: só havia mulheres andando no calçadão, e os homens que apareciam estavam sempre acompanhados. Desanimadas, as duas voltam para casa e resolvem arrumar suas coisas. Marília, após algumas horas, toma um chá de animação e quer porque quer sair - sua intuição estava forte. Marina não quis, pois estava muito cansada e nem um pouco interessada de arrumar algum affair. Marília ficou nesse vai-e-vem para achar algum carinha que preste durante os dois dias que as amigas ficaram na praia. Marina fica chateada por não ter curtido o mar e o sol com sua amiga, mas logo releva. Na metade do caminho de volta para a casa, o carro apaga. Era uma noite de lua cheia, e as duas meninas pararam no meio do nada - não havia carros e nenhuma alma viva por lá. Domadas de medo, as duas veem um carro se aproximando. Marília faz um sinal e o carro supostamente amigo para. Marília se aproxima e, do jeito mais conto de fadas possível, sai do carro um príncipe, um colírio para seus olhos, um amor apaixonantemente à primeira vista. "Aconteceu algo contigo? Algum problema no carro?" disse o bofe dirigindo se a Marília. Ela, gaguejando de emoção, responde: "É, algum problema, acho! Você pode nos ajudar?". "Claro, será um prazer". Marina sente o clima apaixonado no ar e propõe ao casal: "Marília, preciso correr para casa! Será que você pode dar uma carona a ela?". "Claro, será um prazer" [2]. As duas viajam madrugada a dentro e Marina acorda no outro dia com um telefonema superempolgante: "AMIGAAA! ENCONTREI O CARA DA MINHA VIDA!".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Post para o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;TROTE &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Tudo de Blog&lt;/span&gt; 2009 III&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Tema&lt;/span&gt;: escrever uma história sobre duas veteranas do Tudo de Blog a partir da foto do perfil do orkut das mesmas.&lt;br /&gt;Perfil das meninas escolhidas: &lt;a style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);" href="http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?uid=12239339351120447697"&gt;Marina&lt;/a&gt; e &lt;a style="color: rgb(0, 102, 0); font-weight: bold;" href="http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?uid=15410325508109984380"&gt;Marília&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-2589519328245688771?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/2589519328245688771/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=2589519328245688771' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/2589519328245688771'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/2589519328245688771'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2009/03/busca-de-um-amor-perfeito.html' title='Busca de um Amor Perfeito'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-2836773950041048129</id><published>2009-03-07T14:16:00.003-03:00</published><updated>2009-03-07T14:38:25.265-03:00</updated><title type='text'>Eu Lírico S.A.</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O maior fascínio que encontro no mais ínfimo detalhe da minha personalidade é a capacidade dela possuir múltiplas facetas em diversos momentos. Há dias que eu explicito tudo a todos, grito aos quatro ventos as minhas vontades e ponderações. Porém, há dias que meu inconsciente toma um chá de repreensão, fazendo com que tudo dentro de mim se torne latente, anônimo. Em dias de anonimato total, tenho diálogos com minha alma e juntas procuramos transformar vontades em palavras secretas as quais guardo sempre em rascunhos ou quaisquer pedaços de papel amassado. O porém de toda essa situação é que, apesar da minha alma assumir outra personalidade, meu eu exterior continua sendo o mesmo. Caso um dia eu pudesse ser anonimamente por completo, diria eu que no ápice do meu anonimato escreveria tudo que me desse na telha, esqueceria meu filtro cerebral. Diria quem é a causa das minhas constantes insônias, talvez o mesmo que me arranca os mais profundos suspiros. Seria o meu eu lírico que se esconde por detrás de vários escudos. Não temeria o ridículo e tampouco o sensível: escreveria com o coração, esquecendo totalmente essa razão que insiste ser politicamente correta. Ainda que pareça perfeito revelar tudo sem sequer ser revelada, prefiro ainda a realidade. Por mais árdua e escrota que pareça, ela é muito mais intensa: não há nada melhor que vencer desafios e ser reconhecido por isso. Não quero ser feita de papéis amassados, prefiro continuar sendo de carne, osso e algumas gordurinhas localizadas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Post para o &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Tudo de Blog &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;2009&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Tema&lt;/span&gt;: O que você postaria anonimamente? Ou: o que vc tem muita vontade de  escrever (seja para desabafar, mandar recado para alguém, etc) no seu blog, mas  não gostaria de ser identificada(o)?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-2836773950041048129?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/2836773950041048129/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=2836773950041048129' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/2836773950041048129'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/2836773950041048129'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2009/03/eu-lirico-sa.html' title='Eu Lírico S.A.'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-7531325745029743910</id><published>2009-03-05T11:42:00.009-03:00</published><updated>2009-03-06T14:08:07.701-03:00</updated><title type='text'>Chocolates y Loompas: me gusta mucho!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/SbE4AFhR2LI/AAAAAAAAATg/DgOspk30du4/s1600-h/oompa_gde.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 243px; height: 183px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/SbE4AFhR2LI/AAAAAAAAATg/DgOspk30du4/s320/oompa_gde.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5310087009779439794" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Desde que yo miré los Oompa Loompas en La Fantastica Fabrica de Chocolate, nunca más me importé con Johny Deep o otros famosos guapos. Los chiquitos Loompas son mas practicos, mas sensibles y, además, hacen uno chocolate muy exquizito. Mil veces la oportunidad de tener un Golden Ticket a que ser víctima de envidias y namorar el vampiro Robert Pattinson. Robert no trará ninguno beneficio al namoro, una vez que solamente desviará sus atenciones y  causará en usted mil crisis de celos sin sentido. Tan bueno seria despertar, mirar para su lado y encontrarse con una criaturinha cantante, hermosa y que te da besos calientes con sabor de chocolate. Robert que me de su perdón, mas su fisico débil y muy sin gracia no esta con nada: prefiero la gracia y la intensidad de los personajes con mas diversión de Hollywood: los Oompa Loompas.&lt;br /&gt;Oompa Loompa! Oompa dee doo! We've got the perfect potion for you &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);" &gt;♪&lt;/span&gt; (homenaje para mi amigo fanático - jejeje)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Post para o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;TROTE &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Tudo de Blog&lt;/span&gt; 2009 II&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Tema:&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153); font-style: italic;"&gt;Descreva o sexy appeal dos Oompa Loompas e defenda por que você prefere um Oompa Loompa como namorado do que o Robert Pattinson. Texto em &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;portunhol.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-7531325745029743910?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/7531325745029743910/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=7531325745029743910' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/7531325745029743910'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/7531325745029743910'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2009/03/chocolates-y-loompas-me-gusta-mucho.html' title='Chocolates y Loompas: me gusta mucho!'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/SbE4AFhR2LI/AAAAAAAAATg/DgOspk30du4/s72-c/oompa_gde.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-7852982142121862813</id><published>2009-03-03T00:27:00.005-03:00</published><updated>2009-03-03T13:54:08.843-03:00</updated><title type='text'>Como uma deusa!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/Sa1gpfnCXyI/AAAAAAAAATI/PjoOrKgq51M/s1600-h/DSC00244+c%C3%B3pia.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 208px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/Sa1gpfnCXyI/AAAAAAAAATI/PjoOrKgq51M/s320/DSC00244+c%C3%B3pia.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5309005801715818274" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;Só mesmo com muita graciosidade e beleza poder-se-ia aniquilar de vez todos e quaisquer problemas no tão lastimável Oriente Médio. Num ar divinamente fotográfico, deusas e suas categóricas mãos trazidas à cintura e à cabeça centrariam toda a concentração dos que velam pela guerra em tais países, fazendo com que os mesmos se esquecessem dos conflitos e passassem imediatamente a adorará-las. As deusas e suas poses trariam consigo uma magia inexplicável, capaz de unificar (aquém de qualquer preconceito) povos, preceitos religiosos e fazer com que todos aceitem as diversidades culturais existentes nesse tão raivoso sudoeste asiático.Com um simples olhar às deusas, todos seriam hipnotizados e conduzidos a uma linha de pensamento única: zelar pela paz e sua beleza &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;divina&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Post para o&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; TROTE &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Tudo de Blog&lt;/span&gt; 2009&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;&lt;b&gt;Tema:&lt;/b&gt; &lt;i&gt;Como a gloriosa Pose de Deusa poderia redefinir os limites geopoliticos no oriente médio, de forma a diminuir os conflitos políticos, culturais e religiosos?&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-7852982142121862813?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/7852982142121862813/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=7852982142121862813' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/7852982142121862813'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/7852982142121862813'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2009/03/como-uma-deusa.html' title='Como uma deusa!'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/Sa1gpfnCXyI/AAAAAAAAATI/PjoOrKgq51M/s72-c/DSC00244+c%C3%B3pia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-5558611396600848732</id><published>2009-02-27T00:40:00.002-03:00</published><updated>2009-02-27T01:00:52.508-03:00</updated><title type='text'>Como encarar seus medos</title><content type='html'>Desde pequena eu tenho uma fobia inexplicável. Ganho ataques de medo, chiliques nervosos e tremo (literalmente) na base quando vejo um ser horripilantemente aracnídeo: uma aranha. Seja o tamanho, a cor, a forma que for, quaisquer desses seres arrepiantes me causam um medo imediato. Não sei se não me simpatizo por um inconveniente qualquer da minha infância ou se minha vida passada se desfez com uma picada (enfim, eu disse que era inexplicável). O mais cômico de toda essa loucura é que sempre EU encontro esses seres malditos lá em casa. E tem mais! Sempre quando essas criaturas invadem a minha casa é no meu quarto que elas entram (!) ou em qualquer lugar quando eu estou ocasionalmente sozinha. Deve ser praga para que eu encare esse medo gigante de vez. Confesso já ter tentado tal façanha incontáveis vezes que sempre frustraram - a minha tremedeira era mais forte que a minha própria força de vontade. Até tive medo de ter sido dominada por uma esquizofrenia momentânea, uma vez que qualquer ponto preto na parede me dava um susto terrível pelo fato da minha visão distorcer o ponto e transformá-lo na mais temível das armadeiras. Acontece que, de duas semanas para cá, uma aranhazinha minúscula invadiu o teto do meu banheiro, fazendo teias e se achando a dona do lugar. Às vezes me esqueço da tal bichinha e curto meu banho em paz - até olhar para cima e me deparar com a maldita e ganhar imediatamente cinco frios na barriga. Ontem, casualmente, resolvi observá-la. Ela caminhava feito uma barata tonta de um lado para o outro e vez que outra se encolhia. Não contive meu riso e, quando dei por mim, brotou uma leve simpatia pela coitada no meu interior. Juro, me impressionei. Seria o primeiro passo para que eu perdesse o medo? Seria uma rasteira na minha (até então conhecida) identidade? Seja lá o que isso tenha sido, a representação de uma simpatia para com o meu medo maior se tornou mais inexplicável do que ele em si. Lá do fundo do meu eu lírico surgiu uma esperança de domar essa fobia, apagar ela da minha memória (por mais que eu tenha a plena consciência do quão árdua essa tarefa possa ser). Então, o que quero dizer com TUDO isso?&lt;br /&gt;Encare seus anseios, ora bolas. Acalme a sua mente e procure provar a si mesmo que isso é difícil - mas jamais impossível! Sei que não sou a pessoa mais adequada a falar isso, mas juro que estou tentando e dando o máximo de mim. Quem sabe um dia eu até tenha uma aranha de estimação. Numa outra vida, talvez.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-5558611396600848732?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/5558611396600848732/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=5558611396600848732' title='15 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/5558611396600848732'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/5558611396600848732'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2009/02/como-encarar-seus-medos.html' title='Como encarar seus medos'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>15</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-8606499648273040852</id><published>2009-02-25T23:49:00.005-03:00</published><updated>2009-02-26T01:20:19.515-03:00</updated><title type='text'>tem gente que não sabe amar</title><content type='html'>apesar de ter morrido e ressucitado umas quarenta e nove vezes assistindo ao jogo do timão e estar chorando as pitangas por extrair meu pré-molar preferido (e estar com um gigantesco vazio do lado do céu da boca), tirei tempo e concentração não sei de onde para filosofar uma frase cantada pelo Renato Russo: "tem gente que não sabe amar".&lt;br /&gt;ah, é? tem? então eu sou uma delas. aliás, onde que se aprende a conjugar perfeitamente esse verbo?&lt;br /&gt;como eu não sou amiga do tal do Renato, sou obrigada a engolir tais indagações, ainda que estas sejam indigeríveis.&lt;br /&gt;então, o que é saber amar? é amar com cautela? é se apaixonar por pessoas escolhidas por você mesmo? é abraçar o mundo e todas as suas causas sociais?&lt;br /&gt;juro que depois de tanto pensar eu estou me sentindo uma ignorante, eu não sei amar.&lt;br /&gt;minha mente não sabe escolher a quem eu irei distribuir tal sentimento (meu coração é desinformado e iludido, coitado...), eu não amo com cautela (a distribuição desse sentimento é exagerada àqueles que são atingidos), eu não consigo salvar o mundo e as pessoas que vivem de lástimas (até porque não depende só de mim).&lt;br /&gt;pensando mais um pouquinho, ninguém sabe amar.&lt;br /&gt;NIN-GUÉM.&lt;br /&gt;sabe por quê? porque todo mundo ama diferente, cada um tem a sua singular maneira de fazê-lo e, para isso, de repente não exista distinção de certo ou errado.&lt;br /&gt;desculpe, Renato querido, mas é isso mesmo, até que me PROVEM o contrário (quero fatos, hein!)&lt;br /&gt;enquanto não me provarem nada eu ficarei aqui, tentando acertar os supostos paradoxos do amor e buscando a sabedoria (ainda que esta seja inalcançável) desse estranho sentimento.&lt;br /&gt;e viva às minhas filosofias frustradas - como o final da música citada diz: "quem acredita sempre alcança".&lt;br /&gt;ok, nada a ver, vou dormir =*&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-8606499648273040852?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/8606499648273040852/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=8606499648273040852' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/8606499648273040852'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/8606499648273040852'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2009/02/tem-gente-que-nao-sabe-amar.html' title='tem gente que não sabe amar'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-406586703142022367</id><published>2009-02-25T13:49:00.002-03:00</published><updated>2009-02-25T20:06:25.850-03:00</updated><title type='text'>Qual é o seu pecado favorito?</title><content type='html'>&lt;p style="font-family: georgia;" class="MsoNormal"&gt;Sou uma constante pecadora, dona dos atos mais deliciosamente ilícitos. Entre tantas atrocidades que cometo, a que mais venero é a minha vaidade. Pode ser ela considerada um pecado estrondosamente grave, mas não tenho medo de assumi-la para esse meu ego escandaloso. Adoro explicitar a minha sutil capacidade de me colocar em primeiro plano, de ter um amor auto-suficiente para o meu indivíduo sendo parcialmente adepta a esse pecado que me torna uma pessoa com uma auto-estima de patamares altíssimos. A vaidade me torna intensa, inconsequente, talvez até inconveniente. Adoro me olhar no espelho e me sentir o máximo, fazer juras de amor a minha imagem que reflete. Ah, transgredir às vezes não há de ser tão ruim assim... Torna nossas vidas com mais sal, impedindo que sejamos&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;robozinhos movidos somente por fatos e paradigmas politicamente corretos que, convenhamos, tira grande parte da graça de viver&lt;/span&gt;.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;em style="font-family: georgia;"&gt;&lt;br /&gt;Esse texto fez com que esse humilde blog fosse selecionado para a sessão "&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;TUDO DE BLOG&lt;/span&gt;" da revista Capricho.&lt;br /&gt;Eu, juntamente a algumas blogueiras de todo o país, vamos ser responsáveis por uma página da revista, mandando textos que abordam diversos assuntos cotidianos.&lt;br /&gt;Os melhores textos entre as blogueiras serão publicados na revista quinzenalmente, portanto aguardem que (se tudo der certo) algum texto meu aparecerá por lá!&lt;br /&gt;Os textos das novas blogueiras demorarão um pouco ainda a serem enviados; mas logo, logo você entrará aqui e verá algum post relacionado à sessão!&lt;br /&gt;Preciso dizer que estou ansiosíssima para esse momento?? :)&lt;br /&gt;Ps: agradecimento especial ao meu artista preferido que vive deixando as capas desse blog "maravilindas". Brigada,&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a style="font-weight: bold;" href="http://sujeito-simples.blogspot.com/"&gt;ródi&lt;/a&gt;!&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Beijos cheios de felicidade! :D&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-406586703142022367?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/406586703142022367/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=406586703142022367' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/406586703142022367'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/406586703142022367'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2009/02/qual-e-o-seu-pecado-favorito.html' title='Qual é o seu pecado favorito?'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-3840620126722119473</id><published>2009-02-19T11:23:00.000-03:00</published><updated>2009-02-20T15:58:08.342-03:00</updated><title type='text'>trote: diversão garantida?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/SZ14lbTRKPI/AAAAAAAAARk/DBoAMOBss8M/s1600-h/PC120171.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 240px; height: 181px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/SZ14lbTRKPI/AAAAAAAAARk/DBoAMOBss8M/s320/PC120171.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5304528520491378930" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Não tive um trote universitário e ainda bem que minha universidade não faz essas coisas. Quando terminei o ensino médio, eu e meus colegas fizemos uma bagunça inesquecível: jogamos tinta um no outro, gritamos, pulamos, cantamos, enfim, fizemos nossa festa. A sutil diferença é que para isso não precisamos invadir os anseios de cada um ou interferir no físico-psíquico de alguém (afinal, era só lavar que saía. Tá, tinha que esfregar muito, mas...). O grande problema é que essa forma de comemoração vem ultrapassando todos os limites plausíveis da diversão. Cabelo e sombrancelha cortados, ingestão à força de bebidas alcoólicas, desperdício de comidas e bebidas (foi esse o motivo de termos usado a tinta). Seja lá as formas que os estudantes vêm inventando a cada dia, há algumas delas que nos fazem questionar se tais pessoas estão realmente adentrando a uma universidade ou se estão nostalgicamente voltando aos primários estudantis. É uma lástima ligar a televisão e escutar notícias de trotes violentos, mexendo com pessoas que não têm nada a ver com o momento, sendo motivo de troça e diversão aos olhos dos universitários. O que deveria ser feito (já que insistem na idéia de trotes e afins) é dar um estímulo a esses estudantes a praticarem mais trotes solidários, engraçados, divertindo a vida dos calouros e de quebra ajudando a quem precisa. O problema é que essa realidade, infelizmente, está um pouco distante do nosso alcance, uma vez que a violência se tornou mais comum e até mais fácil de ser cometida que a gentileza em si. O mais chocante é que esses jovens que hoje cometem essas insanidades serão os futuros profissionais do país... E eu só espero que tais indivíduos comecem desde já a pensar nas suas atitudes e buscar o máximo para mudá-las. Caso contrário, seremos nada mais e nada menos que platéia de realidades estapafúrdias e delinquentes como essa bem como de seres humanos em constante regressão. Infelizmente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-3840620126722119473?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/3840620126722119473/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=3840620126722119473' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/3840620126722119473'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/3840620126722119473'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2009/02/trote-diversao-garantida.html' title='trote: diversão garantida?'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/SZ14lbTRKPI/AAAAAAAAARk/DBoAMOBss8M/s72-c/PC120171.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-2307428730633188263</id><published>2009-02-06T13:35:00.000-02:00</published><updated>2009-02-06T14:00:30.462-02:00</updated><title type='text'>Atravessando as ruas vitais</title><content type='html'>&lt;div&gt;Estou enjoando do meu clima de tensão das férias, a minha angústia está me levando a um subjetivo cheio de indagações e romantismos quase que baratos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Chega, quero ser imparcial.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pois bem, ademais a quaisquer análises do meu ser vibrante que procurei fazer no decorrer desse tempo; vim aqui, agora, para falar de um assunto muito produtivo: atravessar as ruas.&lt;br /&gt;Já reparou que cada um tem seu jeito e sua singular maneira de atravessar a rua?&lt;br /&gt;Seja a mania de olhar para os dois lados, ou para quaisquer lados, ou para um, ou até para nenhum...&lt;br /&gt;Seja por sair correndo, seja por caminhar vagarosamente ou ainda só atravessar na faixa de pedestres, cada um possui sua maneira singular de fazê-la.&lt;br /&gt;Utilizei essa metáfora para fazer uma comparação direta com a sua vida (e a dos outros seres também).&lt;br /&gt;Já parou para pensar que assim como atravessar ruas cada um tem a sua maneira ímpar de viver?&lt;br /&gt;Seja a mania de olhar para o passado, ou para o futuro, ou para nenhum lugar...&lt;br /&gt;Seja por viver intensamente, seja por viver simplesmente ou ainda dotado de medos e confusões, cada pessoa possui uma maneira distinta da outra na questão de ter um ponto de vista de como encarar a vida.&lt;br /&gt;Há pessoas que sabem utilizar da sua cautela e vivem a vida sob a mesma direção, ao mesmo tempo que há outros indivíduos que atravessam as avenidas às pressas e vivem sua vida do mesmo modo.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Os apressadinhos que me perdõem, mas a calma é fundamental&lt;/span&gt;!&lt;br /&gt;Digo e repito: quem sou eu para interferir no jeito que tais pessoas encaram as ruas e a vida, mas Ele que me livre da pressa cotidiana.&lt;br /&gt;Com essa ânsia maldita deixamos para trás inúmeros detalhes que podem fazer a diferença.&lt;br /&gt;Vive-se regido por uma montoeira de riscos, como ser atropelado ou deixar a intensidade à mercê. Não que precisamos ser convenientes cem por cento do nosso tempo vital, mas respirar fundo antes de cometermos atrocidades provocadas pela pressa é sempre uma boa pedida - acredite! Se com você esse negócio de respirar não der certo; conte até &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;33&lt;/span&gt;, 100, 1000! (confesso que a minha inquietude me faz ficar sutilmente com a segunda opção).&lt;br /&gt;Por mais que na vida às vezes nós não tenhamos outra escolha a não ser sermos ágeis para economizar tempo, um pouco de calma sempre faz bem para o cotidiano estressante, seja nas nossas vidas por si só ou no meio da avenida.&lt;br /&gt;Pena que essa tal da calma não tem para vender na farmácia - é preciso muita paciência e vontade para adquiri-la e fazer com que a mesma faça intensamente parte da sua vida.&lt;br /&gt;Um bom dia e cuidado ao atravessar as ruas!&lt;br /&gt;=*&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-2307428730633188263?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/2307428730633188263/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=2307428730633188263' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/2307428730633188263'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/2307428730633188263'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2009/02/atravessando-as-ruas-vitais.html' title='Atravessando as ruas vitais'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-7226986459931025923</id><published>2009-01-27T18:12:00.000-02:00</published><updated>2009-01-28T00:01:51.486-02:00</updated><title type='text'>um viva às tristezas queridinhas</title><content type='html'>quem discordaria de mim caso eu dissesse que "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;é melhor ser alegre que ser triste, alegria é a melhor coisa que existe&lt;/span&gt;"?&lt;br /&gt;confesso que não discordaria de uma vogal desse trecho, não só pela questão lógica que ele transparece, mas porque ele foi carinhosamente contribuído pela mente do meu queridíssimo e amado Vinicius (sim, eu me permito a tal intimidade).&lt;br /&gt;acontece que, contrariando um pouco a mente do meu ídolo, eu adoro uma 'tristezinha'.&lt;br /&gt;sim, adoro, e não é porque eu goste de me martirizar ou algo do gênero.&lt;br /&gt;claro, quando a minha melancolia está nos patamares mais altos é óbvio que eu não a suporto.&lt;br /&gt;agora, quando acontece um fato que me entristece; do nada eu paro de derramar as lágrimas, me olho no espelho e penso: ei, por que é mesmo que eu estou triste?&lt;br /&gt;e lá sai uma gargalhada silenciosa que estava presa em algum lugar do meu interior.&lt;br /&gt;é dessa tristeza que eu gosto, essa que me deixa sensivelmente inspirada, essa que faz com que eu pare o mundo para me importar única e exclusivamente com o enfoque de algum motivo.&lt;br /&gt;o mais engraçado dessa tristeza (sim, paradoxal), é que ela surge subitamente e entrelaça minha garganta numa carreira de nós os quais parecem desfazer-se conforme as lágrimas vão morrendo nos meus lábios.&lt;br /&gt;aí, então, minha capacidade filosófica vai a mil, não consigo ficar numa porcentagem de melhora razoável até não encontrar pelo menos cem razões para não ficar mais triste.&lt;br /&gt;e por mais que o lado diabólico da minha mente tente me empurrar com todas as forças para o plano inferior, meu lado otimista sempre se sobressai e eu consigo me dar um pontapé lá para o alto.&lt;br /&gt;num momento de tristeza súbita como esse que descrevi, quaisquer meros detalhes parecem possuir tamanho sentido o qual talvez não teria se eu estivesse em "sã e feliz consciência".&lt;br /&gt;ah, não gosto de dar bola ao normal, e sei que meu mestre também não dá. logo depois da frase quase que equivocada ele mesmo diz: "..&lt;span style="font-style: italic;"&gt;.é preciso um bocado de tristeza&lt;/span&gt;"&lt;br /&gt;tristeza, meus leitores, é necessária. tira nossa rotina da mesmice, nos faz parar um pouquinho e faz com que coloquemos para fora um turbilhão de sentimentos impregnados no nosso lado racional.&lt;br /&gt;mas, claro, assim como outro qualquer sentimento viciante ela precisa ter sua dose certa para que seus dias não fiquem para sempre enterrados em buracos infinitos, não é?&lt;br /&gt;e pra finalizar, deixo com ele:&lt;br /&gt;"&lt;span style="font-style: italic;"&gt;A tristeza tem sempre uma esperança&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; De um dia não ser mais triste não&lt;/span&gt;"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-7226986459931025923?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/7226986459931025923/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=7226986459931025923' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/7226986459931025923'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/7226986459931025923'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2009/01/um-viva-as-tristezas-queridinhas.html' title='um viva às tristezas queridinhas'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-4869834299331902337</id><published>2009-01-15T09:46:00.000-02:00</published><updated>2009-01-19T17:17:12.147-02:00</updated><title type='text'>Perfeição? Deus me livre!</title><content type='html'>Deus me livre de quaisquer tipos perfeitos.&lt;br /&gt;Não suporto perfeição, estou a uns mil patamares longe de tal abstrato substantivo. Eu sei que sou sutilmente repetitiva, sou adepta aos meus vocábulos preferidos os quais eu não substituo por nada desse mundo. Por isso mesmo eu adoro complicar, assim me considero diferentemente igual.&lt;br /&gt;Ah, como é bom ter a liberdade de expressão, ter o poder de explicitar todos os meus sentimentos em palavras que se transformam em peraltas entrelinhas.&lt;br /&gt;Não sou um esteriótipo, não quero ser comum.&lt;br /&gt;Sou estranha, adoro a minha chatice e a minha melancolia crônica, a minha personalidade politicamente correta e a minha capacidade de extravasar de vez em quando, freqüentemente.&lt;br /&gt;Pareço contraditória? Não, caro leitor, apenas venero antíteses.&lt;br /&gt;Brincar com as palavras usando a primeira pessoa é engraçado, mas nada melhor que ser imparcial, implícita, um subjetivo escondido.&lt;br /&gt;Não, não tenho nenhum propósito com isso aqui, aliás, adoro escrever sem propósitos, sem objetivos; apenas pela simples vontade e prazer de fazê-lo.&lt;br /&gt;Se escrever é meu refúgio, acho que posso lidar com isso da maneira com que bem entendo e almejo, ainda mais nesse espaço que me possui, certo?&lt;br /&gt;E viva aos meus quiçás, aos meus advérbios, ao meu vocabulário quase que restrito e cheio de substituições, aos meus erros.&lt;br /&gt;Principalmente a esse último que faz com que eu me torne cada dia mais longe dessa perfeição chata.&lt;br /&gt;Beijos :D&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-4869834299331902337?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/4869834299331902337/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=4869834299331902337' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/4869834299331902337'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/4869834299331902337'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2009/01/perfeio-deus-me-livre.html' title='Perfeição? Deus me livre!'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-6837614041706244004</id><published>2009-01-15T01:07:00.001-02:00</published><updated>2009-01-15T01:07:43.120-02:00</updated><title type='text'>INOVAR.</title><content type='html'>Um verbo qualquer, uma palavra que soa normal como qualquer outra, uma formação vocálica simples; sem acentos ou quaisquer complexidades.Ademais a qualquer análise sintática, o sentimento que tal palavra me proporciona ao ouvi-la ou escrevê-la, traz uma sensação completamente ímpar.Inovar é acordar cada dia e encará-lo como um desafio. É saber decidir com maturidade, agir como uma inocente criança às vezes e, por que não, enfrentar a vida com mais doçura e menos pessimismo. Inovar é deixar à mercê essas mesmices que enfrentamos no caminho, como investir em algo que há tempos se encontra emperrado ou tentar ser egoísta demais ou de menos. Inovar é fugir dos clichês que tanto nos perseguem, é saber chorar (sem culpas) quando se está triste, é poder gargalhar quando se está estrondosamente feliz. Inovar é conhecer, é buscar informações, é tentar desvendar o que pra você é exótico e distinto. Escrever o que se sente, falar o que se pensa, agir por livre e espontânea vontade, abraçar sem ter o porquê, empurrar as generalizações para um lugar bem distante do seu redor. Olhar as pessoas com outros olhos, ser um pouco menos crítico (o que pra mim é difícil), mas independentemente de qualquer porém, SER VOCÊ MESMO. De nada adianta ter espírito e vontade inovadora se você possuir um milhão de faces as quais não são ligeiramente definidas e fazem com que você não passe de um mísero ser humano normal. Inovar é ser você; mas um ser diferente, um ser que vive de presente e futuro, e deixa as lembranças do passado MUITO bem guardadas na sua memória. Por isso e por n motivos os quais cada um decide por si, INOVE. Busque o novo, o distinto. Entenda o verdadeiro significado de palavras como essa, não leia por ler. As palavras são lindas demais para não serem interpretadas da maneira que elas realmente merecem. A vida é muito melhor do que se pensa (quando se pensa). Deixe de lado as crises existenciais, os calmantes, a angústia exacerbada. Busque, crie, sinta, seja, ame e odeie, mas, principalmente, INOVE!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-6837614041706244004?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/6837614041706244004/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=6837614041706244004' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/6837614041706244004'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/6837614041706244004'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2009/01/inovar.html' title='INOVAR.'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-3860696392491387717</id><published>2009-01-09T14:38:00.000-02:00</published><updated>2009-01-09T15:43:29.537-02:00</updated><title type='text'>tu...</title><content type='html'>eu tento disfarçar, mas meu olhar não consegue negar absolutamente nada. tento ocultar sentimentos, fingir que os mesmos não existem, e eu sei que tu também fazes isso. se nos olhássemos novamente, ou ainda que pela primeira vez, poderia sentir absolutamente tudo o que tu pensas nesse exato momento. não adianta eu dizer a mim mesma que estou errada, às vezes eu acho que tal palavra não consta no dicionário do meu ego. eu escrevo para ti, para um pronome pessoal indefinido, não sei quem tu és exatamente. só queria fazer com que tu pudesses te enxergar no meu interior, que eu pudesse absorver a vivacidade que possui esse teu olhar instigante, essa tua mágica capacidade de me deixar sem chão algum, de me tornar completamente inversa.&lt;br /&gt;eu fujo, eu te ignoro, eu me torno romanticamente paradoxal. oculto dentro de mim essa vontade insana de te possuir, e a única conseqüência de tal fato é me tornar adepta a um sentimento totalmente revirado, psicótico, estapafúrdio. queria poder cruzar contigo nos meus caminhos, queria-te, e somente tu... pois eu tenho a plena convicção de que és tu, exatamente tu... esse "tu" indefinido, esse amor descompassado... um dia hei de te sentir.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-3860696392491387717?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/3860696392491387717/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=3860696392491387717' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/3860696392491387717'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/3860696392491387717'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2009/01/tu.html' title='tu...'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-5033037281365896738</id><published>2009-01-09T14:10:00.000-02:00</published><updated>2009-01-19T16:32:29.843-02:00</updated><title type='text'>tem dias...</title><content type='html'>adoro surpresas, ainda mais quando é a vida que dá e prega, simplesmente. eu almejo dias suspirantes, noites inconstantes, momentos instigantes.&lt;br /&gt;tem dias que eu acordo imprevisível, tem dias que eu acordo completamente conseqüente, tem dias que eu nem acordo.&lt;br /&gt;eu sou uma pessoa de extremos, de exageros, de detalhes.&lt;br /&gt;quando eu olho para fora da janela escura que se abre de manhã, sempre procuro me surpreender positivamente.&lt;br /&gt;seja pelos berros dos canários, seja pela chuva que me torna uma melodramática romântica, seja pelo sol que faz zumbir no meu ouvido o som da festa do dia anterior e rememorar os fatos doidivanos que lá aconteceram.&lt;br /&gt;tem dias que eu acordo dando risada, tem dias que eu acordo chorando, tem dias que eu nem acordo.&lt;br /&gt;o meu humor é constantemente súbito e mutável, sou uma transição de sentimentos intensos e inesquecíveis.&lt;br /&gt;meu psicológico é sensibilíssimo, tenho afeição e uma facilidade de encontrar detalhes que me façam remoer em mágoas cujos patamares eu mal consigo explicar.&lt;br /&gt;tem dias que eu acordo intuitiva, tem dias que eu acordo assustada, tem dias que eu nem acordo.&lt;br /&gt;não tenho medo de intensidade, não temo quaisquer tipos românticos, não renuncio a mim mesma; nenhuma parte, nenhum pedaço.&lt;br /&gt;eu acredito no meu potencial de uma forma insubstituível, eu adoro quando sei que estou certa.&lt;br /&gt;eu quero, eu posso, eu consigo lutar por aquilo que eu aspiro tão profundamente.&lt;br /&gt;não sei que tipo de ser humano eu posso ser, mas sei exatamente como devo ser; cada ínfima minúcia.&lt;br /&gt;tem dias que eu acordo amando, tem dias que eu acordo sonhando, tem dias que eu acordo, simplesmente, cheia de surpresas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-5033037281365896738?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/5033037281365896738/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=5033037281365896738' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/5033037281365896738'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/5033037281365896738'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2009/01/tm-dias.html' title='tem dias...'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-6290889183733100494</id><published>2009-01-04T14:57:00.000-02:00</published><updated>2009-01-04T15:21:18.474-02:00</updated><title type='text'>eumeamo.com</title><content type='html'>diante a alguns fatos e acontecimentos, resolvi principiar o ano novo me amando, me colocando acima de quaisquer fatos; virei egocentricamente egoísta.&lt;br /&gt;demorou sabe-se lá quanto tempo até eu me conformar que eu deveria ser preenchida de amor-próprio, e que este deveria parar de ser tema de discursos psico-sociais e sair dos papéis para converter-se em ações.&lt;br /&gt;durante toda a minha vida eu sempre pus alguém num plano alto, superior ao que meu ego se encontrava.&lt;br /&gt;não me importava de me corroer por dentro, de me martirizar com supostos fatos que faziam mal a mim (eu às vezes nem percebia).&lt;br /&gt;seja no amor, quando se coloca o par sublimemente em primeiro plano; ou na amizade, quando o amigo é mais importante que o resto dos bilhões de indivíduos, essa atitude faz com que você seja um mero mortal invisível aos olhos de qualquer outro ser humano.&lt;br /&gt;afinal, como uma outra pessoa poderá lhe enxergar e até gostar de você se você não vê ninguém dentro de si e move sua vida a partir de intenções de terceiros?&lt;br /&gt;é preciso se adorar, se amar,  determinar como importante o que você tem de bom e jamais cansar de dizer isso sempre a você mesmo.&lt;br /&gt;seja encarando desafios ou simplesmente descobrindo que você tem um talento singular e dessemelhante aos outros, é preciso valorizar os seus princípios se auto-valorizando.&lt;br /&gt;não tenha medo de ser levemente egoísta, só cuide pra não ser algo exacerbado.&lt;br /&gt;você não só pode como deve amar e adorar as pessoas ao seu redor, a questão é que elas devem estar logo depois de você mesmo, sob ordem de importância.&lt;br /&gt;por isso, olhe-se no espelho, tente descobrir quem está por trás desses olhos de ressaca, desse cabelo emaranhado, dessa voz que te angustia.&lt;br /&gt;não tenha medo de parecer convencido, é tão legal estar em harmonia com o seu ego.&lt;br /&gt;no fim das contas você vai ver que só atrairá pessoas ao seu redor e se mostrará visível quando você gostar de quem você é.&lt;br /&gt;auto-afirmação é o que eu desejo a você nesse ano que nasceu.&lt;br /&gt;saiba lidar com seus defeitos, saiba enxergar as suas qualidades e venerá-las bem como elas merecem.&lt;br /&gt;não tenha receio de nada, muito menos de ser feliz.&lt;br /&gt;por falar nisso, &lt;strong&gt;FELIZ 2009&lt;/strong&gt; :D&lt;br /&gt;ah, eu amo a Bianca Hennemann. conhece?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;;)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-6290889183733100494?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/6290889183733100494/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=6290889183733100494' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/6290889183733100494'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/6290889183733100494'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2009/01/eumeamocom.html' title='eumeamo.com'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-3517728845618080605</id><published>2008-12-29T20:09:00.000-02:00</published><updated>2008-12-29T20:28:40.477-02:00</updated><title type='text'>adeus, ano velho!</title><content type='html'>é inevitável chegar ao fim de mais um ano e começar a fazer um balanço e um momento nostálgico de ações e pensamentos ocorridos durante esses doze meses de dois mil e oito.&lt;br /&gt;normalmente eu digo que reviver o passado é algo, no mínimo, equivocado.&lt;br /&gt;mantenho firme essa minha posição, porém digo que relembrar o passado é preciso, sim.&lt;br /&gt;seja ele recente ou não, é sempre bom rememorar e filosofar o quanto que você mudou os seus pensamentos, o quanto que você errou e acertou, o quanto você foi (ou deixou de ser) intenso, o quanto que você se arrepende até a morte de não ter tomado aquela atitude.&lt;br /&gt;relembrar é ver onde que foi o ápice dos seus erros, é comemorar os seus acertos, é querer ser um indivíduo melhor nesse ano que virá.&lt;br /&gt;quiçá ser menos apressado, menos mal-humorado, menos acomodado; e deixar que esse advérbio suma da sua vida e que ele seja substituído por coisas aditivas: ser mais amável, mais paciente, mais confiável, mais decidido.&lt;br /&gt;enfim, voltemos à nostalgia. é tão legal vagar nos pensamentos, rir da sua própria cara daquele momento tão desesperador (que no final das contas nem foi tão ruim como você imaginava), analisar o seu próprio amadurecimento e se gabar por isso.&lt;br /&gt;sim, gabe-se a você mesmo, mostre pro seu ego o quanto que você foi o máximo nesse ano que passou.&lt;br /&gt;não tenha medo de se convencer, não tenha medo de você mesmo; aliás, quem sabe tente um convívio ainda mais harmônico consigo nesses novos dias que virão.&lt;br /&gt;conjugue os verbos no presente do indicativo, deixe que o futuro seja fruto de ações atuais.&lt;br /&gt;guarde esse ano na sua memória, tente relembrar ínfimos detalhes os quais lá adiante poderão lhe ajudar em alguma situação qualquer.&lt;br /&gt;use o seu passado da maneira mais adequada possível, mas não se martirize com lembranças e afins, garanto que isso não lhe fará bem.&lt;br /&gt;afinal, momentos bons e ruins têm lá os seus lados opostos... interprete-os!&lt;br /&gt;você é muito mais interessantemente complexo que imagina ;)&lt;br /&gt;Adeus, ano velho! Obrigada por tudo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-3517728845618080605?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/3517728845618080605/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=3517728845618080605' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/3517728845618080605'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/3517728845618080605'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2008/12/adeus-ano-velho.html' title='adeus, ano velho!'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-536334184169464152</id><published>2008-11-18T13:01:00.000-02:00</published><updated>2008-11-18T13:32:58.355-02:00</updated><title type='text'>eu me surpreendo, cada dia mais.</title><content type='html'>hoje resolvi tirar um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;tempinho&lt;/span&gt; pra dar um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;enfoque&lt;/span&gt; num fato que vem acontecendo constantemente comigo: a surpresa com as pessoas.&lt;br /&gt;sim, ultimamente venho me surpreendendo com as pessoas em si da maneira mais paradoxal possível e impossível.&lt;br /&gt;não só pela contradição que algumas pessoas insistem esconder (e acabam tornando explícito sem querer), mas pela forma que cada um age diante de alguns fatos.&lt;br /&gt;é impressionante a capacidade de algumas pessoas mudarem a sua humilde e até então decidida opinião devido a um outro indivíduo de pensamento distinto.&lt;br /&gt;explico, de uma maneira mais simples: eu me ESPANTO negativamente com esse tipo de ser humano o qual deixa seus ideias e seus &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;objetivos&lt;/span&gt; completamente à tangente para seguirem um paradigma imposto por outro ser.&lt;br /&gt;como já havia escrito, dever-se-ia lutar pelo direito de ser diferente, e é uma lástima ponderar que quanto mais eu exponho minha opinião, tanto mais as coisas acontecem totalmente &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;adversas&lt;/span&gt; depois.&lt;br /&gt;coincidência ou não, é isso que aconteceu, acontece e acontecerá.&lt;br /&gt;eu sempre confiei no meu próximo, sempre demonstrei a firmeza da minha opinião sobre um determinado assunto e foi por isso (tenho plena convicção) que eu tanto me decepcionei com as pessoas.&lt;br /&gt;a sensação que a tal da facada entra suavemente brusca pelas suas costas já aconteceu comigo (e afirmo que poucas vezes não foram).&lt;br /&gt;eu já quis entender o porquê, eu já quis correr atrás da felicidade dos outros (por mais que esta passasse por cima de mim mesma), eu já quis ser alguém amada por todos, eu já quis mudar minha maneira de pensar para ser aceita...&lt;br /&gt;o que eu consegui com todas essas hipóteses?&lt;br /&gt;ora, caro amigo, nada mais e menos que a-ma-&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;du&lt;/span&gt;-&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;re&lt;/span&gt;-&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;cer&lt;/span&gt;. enfiar no meu cérebro que as pessoas te decepcionam sim, e que isso é normal do ser humano, ainda que não seja nem um pouco agradável.&lt;br /&gt;saber ser um pouco mais fria, menos sentimentalista, menos utópica.&lt;br /&gt;entender que é MUITO melhor você ter uma opinião formada e quiçá não ser aceita por ela a que ter um milhão de faces para querer transparecer uma personalidade agradável a qual NÃO LHE PERTENCE!&lt;br /&gt;é difícil, é duro, é chato, é amargo o gosto de se aceitar como se é.&lt;br /&gt;porém é mais complexo ainda &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;agüentar&lt;/span&gt; sua consciência gritando quando você não é quem realmente quer ser.&lt;br /&gt;sabe, aprendi muito essa semana, esses meses, esses anos todos de convivência com essa humanidade contraditória.&lt;br /&gt;aprendi a firmar os meus conceitos, a assinar &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;embaixo&lt;/span&gt; tudo o que digo e faço, assumir meus erros, a gostar de mim pelo que eu sou e só a partir daí procurar que os outros me aceitem.&lt;br /&gt;desculpe, mas virei egoísta: eu não faço nada contra a minha própria vontade para agradar qualquer indivíduo que seja.&lt;br /&gt;eu procuro agradar, sim, mas quando isso for única e exclusivamente uma vontade PRÓPRIA que respeita os meus &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;objetivos&lt;/span&gt;, as minhas vontades, as minhas ponderações.&lt;br /&gt;o meu amor próprio tá em alta, deixa eu aproveitar ;)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-536334184169464152?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/536334184169464152/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=536334184169464152' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/536334184169464152'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/536334184169464152'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2008/11/eu-me-surpreendo-cada-dia-mais.html' title='eu me surpreendo, cada dia mais.'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-6536085631904626675</id><published>2008-10-29T18:32:00.000-02:00</published><updated>2008-10-29T18:49:10.724-02:00</updated><title type='text'>Pelo direito de ser diferente</title><content type='html'>Vou entrar num assunto clichê. Um tema repetitivo pelo fato de ser muito falado, e ao mesmo tempo escasso por não ser transformado em ações o quanto deveria, infelizmente. Respeitar o "ser diferente" de cada um é uma realidade tão distante, mas tão distante, tanto que ninguém imagina. São poucos os seres humanos que não martirizam seus egos ou seu instinto maquiavélico ao verem uma pessoa supostamente fora dos padrões. Seja porque ela tem o cabelo azul, seja porque ela tem um estilo meio estranho, seja porque ela tem um cacoete irritante. Os indivíduos têm essa mania de perseguição, não negue. Eu mesmo já tive isso demais, até cair a ficha de que esse tipo de "julgamento" (querendo ou não, é isso o que é) não me levaria a nada. Se cada um tem uma filosofia de vida distinta, posso também ter a minha única, certo? Pois bem. Vivemos num mundo cheio de generalizações, onde você tem que seguir um determinado padrão pra ser aceito, e todos esses blábláblás. Sabe que isso nem me irrita tanto... O que mais me deixa p da vida é o fato das pessoas saírem por aí comentando da vida distinta de um certo ser e depois alimentar discursos sociais e filosóficos da forma mais contraditória possível!! E é aí que vemos e percebemos o quanto que as pessoas são influenciáveis... Se você leva uma vida diferente a qual VOCÊ gosta, e chega alguém e diz que aquilo é errado, você modifica sua forma de pensar, de agir, de ser, para seguir uma linha de pensamento considerada certa, mas não por você. Gente do céu, não sei quem começou a inventar esse negócio de "temos-que-ser-todos-iguais". Explicito todo esse desabafo por já ter visto (e sido) vítimas de julgamentos por uma suposta originalidade. Sim, exatamente. Agora o simples fato de ser original incomoda as pessoas. Não é por nada que daqui a pouco o mundo ameace a ser todo de uma só cor, de um só estilo, de uma só maneira. Posso até exagerar, mas é bem isso que parece. Por isso apelo, sim, APELO para que pensem... se o cabelo do fulano é daquele jeito, será que não é porque ELE gosta? Se a vida do deltrano é daquela maneira, será que não é porque ELE se sente bem assim? O que quero dizer com tudo isso, é que devemos deixar, simplesmente, cada um viver a sua maneira, sem implicâncias, sem comentários, sem bafafás. Ninguém é melhor do que ninguém. E isso basta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"eu não nasci pra ser errada, tampouco pra ser correta. eu nasci pra ser distinta".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-6536085631904626675?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/6536085631904626675/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=6536085631904626675' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/6536085631904626675'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/6536085631904626675'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2008/10/pelo-direito-de-ser-diferente_29.html' title='Pelo direito de ser diferente'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-2601837115730648308</id><published>2008-10-27T19:37:00.000-02:00</published><updated>2008-10-27T20:02:06.895-02:00</updated><title type='text'>A vida é feita de detalhes.</title><content type='html'>Estava escutando música e filosofando, faz uns três minutos atrás. Tenho meus momentos de loucura súbita, começo a pensar no mundo, nas pessoas, na vida em si. Confesso que grande parte das minhas escolhas foram decididas em momentos iguais a esse que acabei de ter. Enfim, sem mais delongas, não sei porque cargas d'águas comecei a pensar em tédio, em surpresas, essas coisas. Eu não consigo entender o motivo pelo qual as pessoas não se surpreendem por tão pouco. Sério. Depois essas mesmas pessoas que não conseguem se surpreender com uma "coisinha simples" estão por aí, atrás de analistas, enchendo os bolsos dos psicólogos por causa de seus tédios cotidianos. Quando somos crianças, tudo o que vimos que tem alguma cor, alguma forma, alguma textura, nos surpreendemos. À medida que vamos crescendo, tais cores se tornam tão comuns, tais formas se tornam tão sem nexo e tais texturas algo, nada mais, nada menos, sem sal. Nada mais é novidade, percebemos que o mundo gira e que temos que fazer algo para contribuir pra felicidade da nação (isso no caso dos utópicos). Perdendo essa susceptibilidade de se surpreender, enfiamos nossos pensamentos no buraco do tédio, ansiosos por novidades, por programas distintos, por alguma coisa que preste. Pois bem, me incluo nesses 90 e poucos por cento da humanidade (sim, tenho certeza que a maioria é esmagadora) que não reparam todo-o-santo-dia no céu azul, se a grama do vizinho tá mais ou menos verde, se a professora de biologia falou alguma palavra nova hoje. Digo isso porque acredito ser completamente errado. Talvez se reparássemos mais nesses pequenos e aparentemente míseros detalhes, nossa vida não seria, digamos que, tão tediosa. Como diz a voz bela da Ana Carolina: "você diz que é pouco e pouco pra mim não é bobagem". Quiçá esse seja o nosso problema: achar que tudo é pouco, que nada é suficiente, que os finais de semana são sempre iguais. Pois bem, no fundo sabemos que não é. No fundinho sabemos que por mais que as coisas pareçam simétricas, elas não são. Sabe por quê? Porque a vida é feita de detalhes, e é preciso mil vezes mais sensibilidade para notá-los.&lt;br /&gt;Espero que ninguém "tire com a minha cara" quando eu reparar no canto dos pássaros de manhã, estou tentando fazer a minha parte ;)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-2601837115730648308?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/2601837115730648308/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=2601837115730648308' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/2601837115730648308'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/2601837115730648308'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2008/10/vida-feita-de-detalhes.html' title='A vida é feita de detalhes.'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-6406950406299194883</id><published>2008-10-11T10:25:00.000-03:00</published><updated>2008-10-11T11:03:41.341-03:00</updated><title type='text'>sentimentos</title><content type='html'>com a trilha sonora de uma chuva que cai incessante, lá vou eu falar sobre sentimentos. movida a um pensamento pessimista, estava eu filosofando junto a alguns amigos na mesa de um estabelecimento clichê da cidade sobre um assunto que, quiçá não existisse em nossas vidas, seria esta bem mais simples: os sentimentos. por que, quando estamos tranqüilos na nossa rotina leviana, aparece alguém que faz com que tudo mude? por que, quando menos esperamos, sentimos um súbito ataque de raiva e de adoração, na forma mais contraditória possível? numa sintética conclusão, pensamos que a vida seria, sim, bem mais fácil sem esses malditos sentimentos, salvo um amigo, que discordou. na melhor das verdades, todos sabíamos que estávamos sendo ridículos em pensar que a vida seria mais fácil sem essas "malditas" impressões. talvez a vida até seria mais simplória, mas, convenhamos, seria absurdamente chata. qual seria a graça de viver sem sentir? qual seria a intensidade da vida se não vivêssemos um grande amor? se não sentíssemos raiva? se não ficássemos repentinamente felizes? sinceramente, eu resolvi voltar meus pensamentos e perceber o quão bom é sentir o coração batendo mais forte diante de um fato que me fizesse afortunada. e ao mesmo tempo que os sentimentos nos proporcionam sensações maléficas, as benéficas conseguem ser tão intensas a ponto de superar esses assombrosos maus sentimentos em todo e qualquer sentido. por isso, confesso ter sido completamente equivocada ao pensar na vida sem amor, sem paixão, sem felicidade, sem tristeza, sem ciúme, sem sentimentos. afinal, não há nada melhor que sentir e demonstrar esses sentimentos, da maneira que for ;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;um bom final de semana.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-6406950406299194883?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/6406950406299194883/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=6406950406299194883' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/6406950406299194883'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/6406950406299194883'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2008/10/com-trilha-sonora-de-uma-chuva-que-cai.html' title='sentimentos'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-6537211208561101511</id><published>2008-10-08T13:18:00.000-03:00</published><updated>2008-10-08T13:34:28.817-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>pra começar outubro, lá vai um fragmento de texto que estou construindo:&lt;br /&gt;(...)o bom de toda essa vida ''doidivana'' é saber que os nossos limites às vezes nos surpreendem. o prazer da realidade cada um permite a si, seja da forma que ela for. a solução é se permitir, a solução é a intensidade, a solução é olhar pra trás e agradecer o que está por vir. se a gente colhe o que planta, não há nada a temer. a vida, por mais previsível que pareça, continuará loucamente nos surpreendendo. felizes aqueles que desconhecem seus limites, pois esses viverão perplexamente e com uma ânsia muito maior de viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;pensem nisso.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-6537211208561101511?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/6537211208561101511/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=6537211208561101511' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/6537211208561101511'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/6537211208561101511'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2008/10/pra-comear-outubro-l-vai-um-fragmento.html' title=''/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-5930367827493112507</id><published>2008-09-01T21:04:00.000-03:00</published><updated>2008-09-01T21:05:19.255-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>e vem a vida, de mansinho&lt;br /&gt;nos seus mistérios vagarosos&lt;br /&gt;distribuindo amor, carinho&lt;br /&gt;em seres cabalmente duvidosos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;estrofezinha pra iniciar setembro com ar de dúvida.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;:*&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-5930367827493112507?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/5930367827493112507/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=5930367827493112507' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/5930367827493112507'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/5930367827493112507'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2008/09/e-vem-vida-de-mansinho-nos-seus.html' title=''/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-7821391048918594933</id><published>2008-08-18T22:13:00.000-03:00</published><updated>2008-08-18T22:14:51.876-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>por que não paro de te perseguir...?&lt;br /&gt;por que não paras de me perseguir?&lt;br /&gt;estás nos meus sonhos, na minha alma...&lt;br /&gt;não consigo mais na vida prosseguir...&lt;br /&gt;por que tu estás a me agredir?&lt;br /&gt;estás preso na minha própria calma...&lt;br /&gt;por que deixas meu pensamento falir?&lt;br /&gt;por que não resolves de mim sumir?&lt;br /&gt;deixa-me, que sem ti é pra mim palma...&lt;br /&gt;por que queres tanto me consumir?&lt;br /&gt;deixa, amor, que a paixão logo vai destruir...&lt;br /&gt;por que não paras de me perseguir?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;mais um poeminha rápido de segunda-feira de noite.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;:*&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-7821391048918594933?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/7821391048918594933/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=7821391048918594933' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/7821391048918594933'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/7821391048918594933'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2008/08/por-que-no-paro-de-te-perseguir.html' title=''/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-698649801819875817</id><published>2008-08-14T21:59:00.000-03:00</published><updated>2008-08-14T22:09:22.675-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div&gt;e se eu arder somente em paixão,&lt;br /&gt;teria eu uma previsão?&lt;br /&gt;sinto que o amor explode dentro de mim,&lt;br /&gt;queria que essa sina pudesse chegar ao fim.&lt;br /&gt;mas tão cruel és tu, amor&lt;br /&gt;que me faz causar esse fervor...&lt;br /&gt;almejaria ser monopólio teu,&lt;br /&gt;mas meu desejo se reverteu&lt;br /&gt;convicta, pondero que sou tua&lt;br /&gt;assim como da Terra é a Lua&lt;br /&gt;faça meu bem com que tu sejas meu&lt;br /&gt;pois minha firmeza no mundo se perdeu...&lt;br /&gt;então me abraça fortemente&lt;br /&gt;e vivamos isso intensamente.&lt;br /&gt;porque sou mil vezes tua, não nego&lt;br /&gt;mesmo que meu coração seja cego.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;perdão pela falta de post, mas os estudos e a preguiça estão me dominando cada vez mais!&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;:)&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;vai aí um poeminha meio "assim-assim" feito numa tardezinha de terça-feira.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;:*&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-698649801819875817?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/698649801819875817/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=698649801819875817' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/698649801819875817'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/698649801819875817'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2008/08/e-se-eu-arder-somente-em-paixo-teria-eu.html' title=''/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-8508090874093044614</id><published>2008-07-02T13:39:00.000-03:00</published><updated>2008-07-02T13:58:32.056-03:00</updated><title type='text'>valorize seu próximo enquanto há tempo.</title><content type='html'>"o valor de uma pessoa é merecidamente reconhecido quando a perdemos".&lt;br /&gt;e é no embalo dessa frase que começo a dirigir minhas palavras de hoje.&lt;br /&gt;justamente hoje parei para filosofar... por que não conseguimos valorizar uma pessoa quando a existência da mesma é um convívio normal para nós? por que tantas vezes precisamos "perder" essa pessoa para notarmos o real valor dela?&lt;br /&gt;quantas vezes na nossa vida já paramos para pensar a importância da pessoa x, da pessoa y, do fulano, do deltrano?&lt;br /&gt;pois é... essas indagações cada um deveria responder ao seu próprio interior bem como tentar fazê-las sempre, a todo momento possível, e procurar respostas e soluções imediatas.&lt;br /&gt;talvez precisamos deixar de ser tão egoístas e visar o mundo num raio de um metro ao nosso redor. talvez precisamos nos importar REALMENTE mais com os outros e notar que cada ser humano é insubstituível... por mais que esse carregue defeitos inúmeros consigo, precisamos deixar de ser realistas demais e procurar ser mais otimista em relação às pessoas.&lt;br /&gt;quanto mais o tempo passa mais eu me convenço que os indivíduos só dão valor à vida quando estão perdendo-a...&lt;br /&gt;tudo pelo maldito comodismo que nos faz achar que somos ridiculamente imortais.&lt;br /&gt;vamos erguer nossas cabeças e curtir nosso caminho sempre ao máximo, porque enquanto não comprovem que temos uma outra chance de habitar esse mundo maluco, a vida é uma só.&lt;br /&gt;juntamente a essa intensidade, vamos olhar ao nosso redor e agradecer a todas as pessoas que nos cercam e que de uma forma ou de outra contribuem para fazer de nós seres humanos em constante ascendência.&lt;br /&gt;desculpe pelas palavras confusas, é um sentimento muito desgastante quando precisamos senti-lo para entender.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;ótimo resto de semana a todos.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-8508090874093044614?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/8508090874093044614/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=8508090874093044614' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/8508090874093044614'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/8508090874093044614'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2008/07/valorize-seu-prximo-enquanto-h-tempo.html' title='valorize seu próximo enquanto há tempo.'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-332016497918397889</id><published>2008-06-24T15:49:00.000-03:00</published><updated>2008-06-30T21:07:25.316-03:00</updated><title type='text'>álcool zero.</title><content type='html'>segunda-feira, praticamente surda de um ouvido. lá vai eu 'pestiada' (pra variar) fazer um post em companhia a esses serezinhos vivos malditos que insistem em ficar no meu corpo fazendo uma festinha geral (queria poder eliminar as bactérias desse mundo, por mais que eu tenha consciência do deseqüilíbrio que isso geraria).&lt;br /&gt;pois bem, falando em deseqüilíbrio, vou expor minha humilde opinião sobre um fato que deixou o país euforicamente deseqüilibrado, diga-se de passagem, nas ruas do Brasil. literalmente.&lt;br /&gt;inútil eu me sentiria se não viesse ponderar sobre esse estrondoso fuzuê que está acontecendo no Brasil. cruzes, acho que nunca presenciei uma lei que desse tamanha polêmica quanto essa. todos sabem, a essa altura do campeonato, que vigora uma lei popularmente conhecida como "lei seca" ou "álcool zero" a qual afirma que o motorista será punido se dirigir com qualquer (sim, eu disso isso) quantidade alcoólica presente no corpo. qualquer mesmo! e se você exagerar MUITO, de quebra pode até ser preso. o que era alvo de diversão e causa de inúmeras euforias de grande parte da população festeira (principalmente a jovem) tornou-se um transtorno imensurável. essa lei veio pra provar que dirigir, hum, bêbado não é uma brincadeira. porém, tal fato gerou um choque imenso na população porque a mesma estava o tratando como se fosse algo completamente normal.&lt;br /&gt;não posso esconder uma concordância com essa lei, porque só assim talvez as pessoas inconseqüentes possam ter a consciência de que um simples líquido pode gerar destruições, acidentes, mortes. a partir disso, esse "pavor" gerado pode conscientizar essa parte de indivíduos. pois é, eu disse PODE.&lt;br /&gt;como todos sabemos, a realidade brasileira é algo ridículo( perdão o termo, adoro o país no qual vivo, por incrível que pareça).&lt;br /&gt;é óbvio que muitos continuarão a tomar essas atitudes errôneas e sendo indiferente a diversos cartazes que expõem o clichê "se dirigir não beba". até porque o policiamento não consegue flagrar todo esse bando de estouvados.&lt;br /&gt;mas, analisando o outro lado da moeda, os parâmetros dessa lei são considerados, no mínimo, patéticos.&lt;br /&gt;por mais que essa quiçá tenha sido a única solução plausível, um pai de família agora não pode mais beber uma, eu disse UMA taça de vinho sequer no jantar; não se pode mais entrar em lojas de chocolates e experimentar os deliciosos bombons de licor, nem tomar xarope quando se tem tosse tampouco passar enxaguante bucal para eliminar germes e (malditas) bactérias. porque se você fizer essas ações e depois dirigir, vai pagar um preço alto. literalmente de novo! R$ 955,00&lt;br /&gt;no ato, perde a carteira por um (!) ano e pode sofrer um processo de homicídio doloso, por intenção de matar.&lt;br /&gt;já pensou? e o mais cômico dessa história é que enquanto essa pessoas que bebem "conscientes" (se é que posso dizer isso) são multadas, há inúmeros "maloqueiros" que se matam de beber, dirigem e dão risada disso tudo sem serem flagrados.&lt;br /&gt;a minha esperança é que essa lei tenha surgido só pra dar esse sustinho, e que os nossos queridíssimos governantes analisem melhor esse equívoco e alterem essa situação.&lt;br /&gt;o tal do beber socialmente não existe mais, o que é uma lástima.&lt;br /&gt;então, reforço aqui para que tenham cuidado com a bebida... às vezes é por uma boa causa, uma diversão, uma atitude "inocente", porém muitas vezes não sabemos até onde ela pode nos levar.&lt;br /&gt;não preciso nem dizer que tantas dessas vezes não são lá para caminhos muito bons.&lt;br /&gt;enfim, não quero ser contraditória, sou um indivíduo louco por diversão, sejá lá do jeito que for. o que é necessário é cada um conhecer seus limites e saber diferenciar os bons dos ruins.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;tenham uma ótima semana e lembrem-se:&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;SE DIRIGIR, NÃO BEBA!&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;;D&lt;br /&gt;aheuheiauheiuhaeiuhae.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-332016497918397889?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/332016497918397889/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=332016497918397889' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/332016497918397889'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/332016497918397889'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2008/06/lcool-zero.html' title='álcool zero.'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-3275173333423627644</id><published>2008-06-20T20:01:00.001-03:00</published><updated>2008-06-20T20:06:38.448-03:00</updated><title type='text'>um pouco de psicologia :)</title><content type='html'>sabe, andei pensando em escrever algo que expressasse uma revolta e eu pudesse exibir meu poder crítico numa sexta-feira. então lembrei que sextas-feiras são dias empolgantes, os quais estamos nos preparando psicologicamente pro final de semana, evocar notícias e acontecimentos que serão comentados durante o resto da semana até chegar a sexta-feira e assim sucessivamente. peraí, falei em preparar psicologicamente, certo? ceeerto, vocês conhecerão uma Bia agora que é fascinada por esse assunto. falar de psicologia é algo, no mínimo, entrelaçado e curioso. o nosso psíquico é impressionante. e o mais legal de tudo isso é que dificilmente uma pessoa terá um caráter psíquico igual a outra. ok, ok. alguém deve agora se perguntar: o que é um caráter psíquico? pois bem, é nada mais, nada menos, que o nosso caráter em si. é a soma dos nossos aprendizados psicológicos e valores aprendidos que formarão nossa estrutura interna, nossa estrutura psíquica. e isso depende de tuuuuuuuuudo que passamos nada mais, nada menos (lá vem eu de novo com isso) que na nossa infância. siim, a educação que recebemos desde que saímos de dentro do útero aconchegante e passamos a habitar esse mundo cruel. essa educação, transformada em valores, dirão mais tarde quem somos, o que somos, por que somos. e eu digo isso porque é estranho pensar que a psicologia pode interferir completamente no nosso ciclo vital. poderia passar horas aqui repassando as informações pensadas por Freud e seus companheiros de filosofia psicológica. mas não é esse recado que quero dar. quero simplesmente frizar o quão importante é a diversidade de caracteres psicológicos presentes no mundo inteiro e o quão fascinante e atrativo o ser humano pode ser.&lt;br /&gt;viva às diferenças! já pensou se fôssemos todos iguais?&lt;br /&gt;viixi, não quero nem pensar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;BOM FINAL DE SEMANA PRA TODOS :D&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-3275173333423627644?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/3275173333423627644/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=3275173333423627644' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/3275173333423627644'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/3275173333423627644'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2008/06/um-pouco-de-psicologia.html' title='um pouco de psicologia :)'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-468849817478677126</id><published>2008-06-17T21:30:00.000-03:00</published><updated>2008-06-19T20:23:49.840-03:00</updated><title type='text'>pessoas possessivas</title><content type='html'>outro dia estava eu lendo uns depoimentos de umas mulheres numa revista feminina e fiquei completamente embasbacada. por tal fato, resolvi falar hoje sobre um assunto completamente caótico: o ciúme. é aquele sentimento que quando as pessoas lhe perguntam se você tem, você diz (tá, a grande maioria diz): - ah, gosto de ciúme na medida; e não tenho, não!&lt;br /&gt;preciso dizer que é piada? ciúme todo mundo tem, não acho ridículo não!&lt;br /&gt;e tampouco acho disforme assumir que você o possui.&lt;br /&gt;digamos que o ciúme é algo que se diferencia em dois enfoques: um que é "saudável" e outro que é "cruel".&lt;br /&gt;o ciúme saudável é aquele sentimento que provoca em momentos de pouca segurança de si próprio ou quando o danado do inconsciente quer mostrar pro seu (burro) consciente que você tem afeição para com a determinada coisa a qual está lhe despertando ciúme. nesse ponto até concordo em dizer que o tal do ciúme é na medida, pois é apenas um pico de medo (?) que às vezes passa pela cabeça de um indivíduo. tem gente que acha que é demonstração de paixão, amor (ou defina o sentimento como quiser). mas eu concordo com a visão de que o ciúme em alguns momentos é tão egocentricamente egoísta quanto o ser humano. quiçá seja esse um sentimento que se deu fruto da imaginação dos humanos quando eles não tiveram nada melhor pra filosofar (haha). porém, quando esse ciúme considerado normal passa a ser rotineiro demais, vira doença. vira falta de amor próprio, falta de segurança de si mesmo. o inconsciente tem a suprema necessidade de mostrar pro seu (burro) consciente a afeição que você tem pela tal coisa. o problema é que o consciente às vezes (quase sempre) entende errado, transformando o que era pra ser apenas um pico de medinho em desespero, frustação, obsessão e afins. a pessoa se torna impertinentemente capaz de tudo e, concorde comigo, vira um indivíduo insuportável e possessivamente CHATO. (ninguém merece gente possessiva).&lt;br /&gt;a psicologia da pessoa torna sensibilíssima e ela deve partir pra tratamentos ou aceitar viver nessa realidade doidivana.&lt;br /&gt;tenho um pesar a essas pessoas com tal acúmulo de sentimento, sei que talvez seja um mal ao qual poucos conseguem se livrar.&lt;br /&gt;mas mesmo assim, não esconda o pouco ciuminho que você tem! (vai que quanto mais latente fica pior será depois!).&lt;br /&gt;pouco maquiavélica né? mas por hoje é só.&lt;br /&gt;(odeio escrever com pressa).&lt;br /&gt;:*&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-468849817478677126?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/468849817478677126/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=468849817478677126' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/468849817478677126'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/468849817478677126'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2008/06/outro-dia-estava-eu-lendo-uns.html' title='pessoas possessivas'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-9106702511343907517</id><published>2008-06-11T17:36:00.000-03:00</published><updated>2008-06-11T17:55:06.570-03:00</updated><title type='text'>Dia de namorar...</title><content type='html'>Perdão pela falta de atualização! Estava em ritmo escolar forte, porquanto tive que abandonar um pouquinho aquii! Mas acá estou eu ;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Namorar... Afinal, qual é a tamanha complexidade de tal verbo? Namorar, numa visão egocêntrica da coisa, é estar disposto, quiçá inteiramente, a dividir todos os tipos de sensação com um outro alguém. Isso é muito mais do que simplesmente levar uma pessoa a sério. Namorar é permitir que a paixão una dois corpos num só. É ter consciência de que uma vida a dois, por mais complicada que seja, pode ser, no mínimo, satisfatória. Longe de idealizações quaisquer, é saber que as desavenças são muito mais simplórias quando encaradas com vontade de resolvê-las, a base de conversas, olhares e compreensão de ambas as partes. Ter uma pessoa ao seu lado é um fato magicamente maravilhoso, capaz de permitir ensinamentos diversos os quais outra experiência jamais ensinaria.&lt;br /&gt;Ah! Como é bom namorar... sentir-se bem apenas com um abraço confortante ou um beijo apaixonado... Sentir que a cumplicidade pode ser tão prazerosa ao ponto de deixar a vida muito mais colorida e feliz!! Namorar é uma das formas mais lindas de mostrar o quanto que um ser humano pode depender do outro para construir sua vida... Sozinhos podemos ser grandes, mas junto a outro alguém podemos ser gigantes! O namoro é bom quando o sentimento é intenso, quando a vontade de estar junto é mais forte que qualquer outra coisa. Bendizer que não existe um tipo padrão de namoro, até porque nos portaremos de maneira distinta conforme a pessoa com quem estivermos nos relacionando. Viva às formas diversas de namoros! Seja ela do jeito que for, que tenha muita paixão, muito amor, muita intensidade, prazer, alegrias e motivações. E que juntos os enamorados possam descobrir o quão bom é poder contar com alguém bem como descobrir que tornar-se dependente de um sentimento recíproco é uma das coisas mais esplêndidas existentes no universo!&lt;br /&gt;E que esse dia doze de junho seja um dia com muita paixão e beijinhos na boca de quem se gosta ;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;FELIZ DIA DOS NAMORADOS!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;solteiros, não se stressem! às vezes a solidão é confortante também, quando não se achou a pessoa certa! hehe.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-9106702511343907517?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/9106702511343907517/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=9106702511343907517' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/9106702511343907517'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/9106702511343907517'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2008/06/dia-de-namorar.html' title='Dia de namorar...'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-720911347742583996</id><published>2008-05-29T21:37:00.000-03:00</published><updated>2008-05-29T22:00:37.824-03:00</updated><title type='text'>opiniões.</title><content type='html'>estava eu aqui a matutar um fato que insistia me perseguir nos últimos tempos: o poder da opinião. afinal, qual a importância que tal substantivo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;abstrato&lt;/span&gt; possui em nossas vidas? opinião é algo muito único, distinto e essencial. é a partir dela que podemos expressar o que sentimos, o que almejamos, o que necessitamos. até porque opinião é, sim, uma necessidade. confesso que não sei ficar calada diante de um fato que necessita minha ponderação. é óbvio que já saí mal de diversas situações alheias por ter deixado minha opinião. mas, fazer o que, como já disse, era MINHA opinião. é lastimável pensar que poucas pessoas têm essa coragem: a de expressar seus sentimentos e opiniões. há indivíduos que ficam quietos, ficam calados, cerram suas bocas num consentimento absurdo para as coisas que acontecem ao seu redor. se o cara lá de cima deu um dom mais memorável e apreciável ao ser humano que as palavras, esse dom ainda está por vir. não há nada mais precioso que uma pessoa ter liberdade de poder explicitar o que sente, sem angústia nenhuma. tal dom foi difícil de ser aceitado, pois nos primórdios tempos expressar a opinião própria não era pra qualquer ser humano. tal benefício era restrito às pessoas mais favorecidas, de acordo com suas classes sociais e afins. e, passando por extensas transformações, hoje a liberdade de expressão é uma realidade um tanto muito admirável. e, dando ênfase novamente à lástima que é as pessoas não terem coragem de se expressarem, quero aqui afirmar que isso É NECESSÁRIO SIM. se toda a população não se calasse diante dos ascendentes absurdos que a cerca, talvez tais absurdos sequer existissem! por isso, não deixe de expressar o que sente, jamais deixe sua opinião de lado, achando que a mesma não é importante. quiçá ela possa mudar a realidade de muitos seres humanos. ficar calado diante uma situação que a sua ponderação pode ser importante é algo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;notadamente&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;incorreto&lt;/span&gt;. mas, claro, não dá pra sair por aí jogando sua opinião a cima dos outros e chatear diversas pessoas com isso. é necessário uma filtragem, mas não uma calada geral de boca!&lt;br /&gt;claro, não imploro a concordância com o que escrevo, afinal, essa é a MINHA opinião (e que bom que posso expressá-la sem restrições!) ;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;novamente, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;ótimo&lt;/span&gt; início de sexta a todos&lt;/em&gt;. :*&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-720911347742583996?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/720911347742583996/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=720911347742583996' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/720911347742583996'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/720911347742583996'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2008/05/opinies.html' title='opiniões.'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-7722484035155244449</id><published>2008-05-29T21:33:00.001-03:00</published><updated>2008-05-29T21:36:36.665-03:00</updated><title type='text'>bola pra frente!</title><content type='html'>na nossa vida, muitas vezes repetimos incansavelmente essa expressão. seja por uma forma de consolo ou por uma necessidade, jogar a bola pra frente é, no mínimo, necessário. iniciemos por uma defininição. bola pra frente significa, da maneira mais simplória, deixar a vida acontecer, não se prender por uma decepção ou algo semelhante. talvez isso que esteja faltando pra muitas pessoas. há indivíduos que insistem em deixar suas vidas empacadas num mesmo acontecimento e esquecem que assim poderão estar perdendo grande parte do existir. trilhamos nosso caminho sem saber ao certo como ele será, o que faremos pra nos arrepender. hum, arrependimento... existe aquela frase super clichê: nunca se arrependa do que você fez, mas, sim, do que você deixou de fazer. de certa forma concordo com tal afirmação. claro, não podemos sair por aí fazendo tudo que queremos, tampouco agir de forma incorreta com qualquer circunstância. não se pode ter medo de seguir os caminhos, não se pode ter medo de errar, não se pode ter medo de ser errado. aí entra a tal frase: o que é certo? o que é errado? afinal, coisas certas e erradas são questões completamente relativas, que dependem de um ser para outro ser. enfim, estávamos falando de bola pra frente, né? confesso hoje estar um pouco confusa. um bom humor súbito me dominou e as palavras só estão se embaralhando na minha cabeça pouco complexa. voltando pela milésima vez a "bola pra frente", só quero afirmar aqui que não importa o que passou, devemos deixar o desafio de seguir a vida nos dominar. deixar às vezes o destino se encarregar do resto é bom. por mais utópica que eu pareça, é a realidade que pondero ;) ótimo começo de sexta-feira e BOLA PRA FRENTE!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-7722484035155244449?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/7722484035155244449/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=7722484035155244449' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/7722484035155244449'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/7722484035155244449'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2008/05/bola-pra-frente_29.html' title='bola pra frente!'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-693442508261178598</id><published>2008-05-26T19:20:00.000-03:00</published><updated>2008-05-26T20:00:48.420-03:00</updated><title type='text'>ai, ai. o amor...</title><content type='html'>já que mencionei sobre paixão, me sentiria absurdamente culpada se eu não fosse mais complexa e falasse sobre amor. ai, ai, amor. quando penso em escrever algo sobre o assunto confesso ter um pouco de medo. até porque cada um tem a sua opinião sobre tal fato e eu, por obviedade, vou mencionar a minha. amor é, desculpe o termo, um negócio muito foda. a gente não sabe direito quando sente, não sabe direito quando parou de sentir, não sabe quando vira obsessão, não tem a mínima idéia de quando vira ódio. e, ademais de todas essas coisas, se não for correspondido torna nossa vida um inferno. ééé... amor até pode ser um dos bens mais lindos existentes, mas, concordem que é um dos mais complicados (se é que não é o mais). o amor torna qualquer ser humano sensível demais ao ponto de deixar cego, na maioria das vezes. talvez o amor seja mais simples, e sou eu que gosto de complicar. ou talvez nunca tenha sentido esse tal de amor, vai saber... o que eu acho que eu senti (ou sinto - o que algumas pessoas costumam chamar de amor), foi (é) intenso, foi (é) lindo e horrível ao mesmo tempo, foi (é) amargamente doce. é, isso aí. o amor é um constante paradoxo contornado por metáforas intermináveis e dúvidas insubstituíveis. ele entra nas nossas mentes e parece sugar todos os nossos sentidos, todas as nossas razões. e amor dói, dói de verdade. lá no coração. não é uma dor física, é uma dor distinta, inexplicável diante de qualquer conceito ou qualquer palavra. há quem diga que amor verdadeiro não acaba jamais. então, o que muita gente sente? amor falso? amor que não é amor? bom, tanto faz. juntamente a isso, quero ressaltar que pessoas usam o "eu te amo" como se fosse bom dia. pois é... antes de amar uma pessoa precisamos adorá-la. precisamos ter admiração por ela. não existe amar por amar, amar simplesmente... por mais que seja só uma opinião que não possa ser comprovada, eu tenho convicção disso. pelo menos deveríamos pensar um pouco antes de dizer que amamos alguém... enfim o amor é indefinível, faz nos tornarmos repetitivos e confusos em palavras. ademais de todo esse enrolamento, deixo o desfecho com meu mestre amado, Vinícius de Moraes:&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;"(...) &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;amo-te tanto, meu amor... não cante&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;o humano coração com mais verdade...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;amo-te como amigo e como amante&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;numa sempre diversa realidade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;amo-te enfim, de um calmo amor prestante,&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;e te amo além, presente na saudade.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;amo-te enfim, com grande liberdade,&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;dentro da eternidade e a cada instante&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(...)"&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;e que a vida seja cheia de amor, mas só daqueles lindos, por favor. e ah, se não for pedir demais, que seja correspondido ;)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;boa semana!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-693442508261178598?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/693442508261178598/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=693442508261178598' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/693442508261178598'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/693442508261178598'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2008/05/j-que-mencionei-sobre-paixo-me-sentiria.html' title='ai, ai. o amor...'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-7132236554905286384</id><published>2008-05-24T12:42:00.000-03:00</published><updated>2008-05-24T13:08:46.952-03:00</updated><title type='text'>passado, PRESENTE, futuro.</title><content type='html'>confesso que esse assunto eu já quis falar a muito tempo.&lt;br /&gt;uma questão de passado e futuro. ué, e por que não o presente?&lt;br /&gt;a minha preocupação é que as pessoas prezam demais pelo passado e almejam DEMAIS o futuro e o presente acaba sendo deixado de lado. justo o presente, que é algo que precisa ver vivido com a maior intensidade possível e impossível!!&lt;br /&gt;sabe, ligar-se demais ao passado é um dos maiores erros da humanidade. afinal, por obviedade, se o passado já passou, que importância que ele tem? claro, não sejamos hipócritas, afinal, é pelo passado que aprenderemos coisas que precisaremos fazer ou não para tentar um caminho CERTO em nossas vidas (apesar de existir milhares de pessoas que sentem euforia em fazer coisas erradas). e esse caminho certo precisa ser esboçado no presente. caso contrário, de nada adianta querer ter um futuro maravilhoso... futuro galera, fala sério! é algo tão incerto, tão imprevisível! e, por que, mesmo assim, insistimos em nos importar com ele? confesso já ter acreditado demais nessa utopia de idealizar um futuro, ansiar para que o mesmo venha logo, loguíssimo. claro, fazer planos não faz mal a ninguém, é até bom que seja assim. mas se prender por completo nesses planos vai tornar você a coisa mais ridícula desse mundo, perdão pela franqueza! por isso, a única preocupação que nos deveria contornar é a de viver o presente. e viver com tudo, mergulhando fundo, errando mas tentando acertar. e que venha o futuro, mas que continue sendo tratado com indiferença (pelo menos uma mínima possível). e o que passou, passou. e isso vale pra tudo: atos certos, atos errados, relacionamentos e afins. falando em relacionamentos, precisamos aprender a esquecer aqueles que não valeram ou os que não valerão a pena. afinal, eles poderão prender o nosso presente e impedir com que vivamos ele com a tal da intensidade, certo? óbvio que falar é muito fácil, mas acreditando fica muito mais fácil ainda. ;)&lt;br /&gt;portanto, viver com vontade, com tesão de encarar os fatos é o melhor que se faz.&lt;br /&gt;então, o que tá esperando? desenvolva seus anseios, encare o presente, porque ele tá virando passado já.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;eu estou indo fazer isso ;*&lt;br /&gt;BOM SÁBADO!!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-7132236554905286384?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/7132236554905286384/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=7132236554905286384' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/7132236554905286384'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/7132236554905286384'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2008/05/passado-presente-futuro.html' title='passado, PRESENTE, futuro.'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-4659785125818208766</id><published>2008-05-23T13:07:00.000-03:00</published><updated>2008-05-23T19:44:05.689-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='u'/><title type='text'>melancolia súbita.</title><content type='html'>"tá tudo assim tão diferente". e é no embalo do som de cássia eller que vou fazendo esse post.&lt;br /&gt;afinal, por que as coisas insistem em mudar subitamente? por que a felicidade, na maioria das vezes, nos faz uma visita veloz sem nem se despedir direito? pois é. e a melancolia chata e insuportável adora ficar numa visita de semanas, meses, anos, sem nem dar uma chance maior à felicidade. Às vezes acabamos sendo domados pelo pessimismo, pela incapacidade de querer viver intensamente. isso é a famosa melancolia, onde a única coisa que é intensa é a vontade de querer que o mundo acabe, a vontade de sumir do mapa mundi, a vontade de viver como um vegetal. a gente perde a graça, perde o ânimo pra tudo, é como se vivessemos numa tensão pré-menstrual constantemente. nesse caso, reticências talvez nem se encaixem.&lt;br /&gt;mas, sabe, às vezes me sinto tão mal que me sinto egoísta de achar que estou tão mal assim. existem pessoas que habitam o mundo que se encontram em estado mil vezes pior que eu, e mesmo assim continuo somente me queixando. deve ser rebeldia de adolescente, espero eu.&lt;br /&gt;e se não for, que passe logo!&lt;br /&gt;bom. hoje estou insuportável pra tentar passar uma mensagem e quis, de certo modo, tentar justificar um porquê.&lt;br /&gt;sendo assim, hoje apenas desejo uma boa sexta-feira.&lt;br /&gt;e que o final de semana tenha um pouco de alegrias, pelo menos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;:D&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-4659785125818208766?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/4659785125818208766/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=4659785125818208766' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/4659785125818208766'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/4659785125818208766'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2008/05/melancolia-sbita.html' title='melancolia súbita.'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-4164925080774727311</id><published>2008-05-21T19:35:00.000-03:00</published><updated>2008-05-21T19:53:04.285-03:00</updated><title type='text'>abobadamente apaixonados.</title><content type='html'>só de ler o título pessoas já dão aqueeeeele suspiro. confesso que foi a intenção. assuntinho meio difícil de falar, até porque cada um tem uma maneira distinta de ponderá-lo bem como de senti-lo. paixão é algo que se assemelha ao fogo, ao prazer súbito de fazer algo ou de sentir algo por alguém. ao contrário dos pensamentos de muitos, paixão não é somente um sentimento em relação a alguma pessoa. sou apaixonada pelas palavras, pela música, por viver a vida em si e uma infinidade de coisas abstratas, talvez mais do que sou apaixonada por pessoas, digamos que concretas. ser apaixonado é algo que deixa a vida com mais graça, que a torna com ímpeto de ser bem vivida. ter paixões deixa a nossa rotina com muito mais graça, e poder sentir essas paixões sempre é um privilégio estrondosamente bendito.&lt;br /&gt;mas, claro, tenho a consciência de que a paixão entre pessoas existe. e como é bom senti-la, Deus do céu (perdão por tomar o Santo nome, mas foi por falta de um termo semelhante). acho até que nem é preciso justificar tal afirmação. quando estamos apaixonados largamos sorrisos à toa, sentimos prazer até ao ver uma formiga carrendo uma folhinha (!), enfim, viramos, literalmente, uns abobados. e, convenhamos, como é bom ser abobado assim :)&lt;br /&gt;sou adepta da filosofia de que quando um relacionamento acaba, é a falta de paixão que o provoca. se um relacionamento acabou, do nada, e ainda existe uma paixão de ambas as partes... desculpe, meu bem, mas o relacionamento não acabou, por completo.&lt;br /&gt;sabe, confesso ter a convicção de que se as pessoas fossem mais apaixonadas pelo que fazem, pelas pessoas que as cercam, muitas não estariam por aí afundadas em buracos imensos de depressão bem como estampariam mais facilmente sorrisos em suas faces.&lt;br /&gt;bom, o recado de quarta-feira, que eu venho deixar aos leitores dessa minha paixão que é escrever, é que é preciso viver tudo, ABSOLUTAMENTE tudo com paixão. com vontade, com desejo, com intensidade.&lt;br /&gt;faça o seguinte: prove essa sensação. permita que ela brote em seu interior sem censuras. deixe a paixão tomar conta de você. aposto que será muito mais feliz ;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;muita paixão nesse feriado, pra todos!&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-4164925080774727311?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/4164925080774727311/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=4164925080774727311' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/4164925080774727311'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/4164925080774727311'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2008/05/abobadamente-apaixonados.html' title='abobadamente apaixonados.'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-4607243337270012988</id><published>2008-05-14T20:43:00.000-03:00</published><updated>2008-05-14T20:45:34.564-03:00</updated><title type='text'>perdão =/</title><content type='html'>devido a motivos maiores de estudos e uma falta de inspiração momentânea de hoje, só volto a escrever na sexta-feira.&lt;br /&gt;mas prometo um textão bem crítico, estou pensando num assunto com muito cuidado ;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;beijo a todos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-4607243337270012988?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/4607243337270012988/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=4607243337270012988' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/4607243337270012988'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/4607243337270012988'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2008/05/perdo.html' title='perdão =/'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-4132026020467271332</id><published>2008-05-13T18:40:00.000-03:00</published><updated>2008-05-13T19:13:28.474-03:00</updated><title type='text'>rótulos.</title><content type='html'>huum... assunto meio complexo pra se falar num estado gripal aos extremos como estou hoje!&lt;br /&gt;mas, enfim... vamos lá :)&lt;br /&gt;bom, o porquê de eu ter escolhido isso pra falar é um motivo muito simples: quem nunca sofreu com esse tal de rótulo?&lt;br /&gt;pois é... estranho e contraditório esse assunto. ao mesmo tempo que sofremos isso, alimentamos para que isso não acabe. que jogue a primeira pedra quem nunca julgou uma pessoa só pela maneira pela qual ela se veste, anda, fala...&lt;br /&gt;o pior de tudo é que fazemos isso com a consciência de que é a coisa mais errada desse mundo!&lt;br /&gt;tá, até que rotular não é a coisa mais errada. o problema são as conseqüências disso.&lt;br /&gt;há pessoas que deixam de ser quem realmente são para não serem vistas de uma maneira crítica pelo seu próximo. eu, particularmente, acho isso um equívoco. e olha que foi difícil eu aprender tal fato.&lt;br /&gt;havia tempos que eu pensava somente em agradar os outros. a coisa que eu mais aspirava era ser vista por bons olhos por todo mundo. em síntese, queria que todos gostassem de mim. não preciso nem dizer que sofri muito com isso, né?&lt;br /&gt;pois bem, depois de certos episódios resolvi pensar na minha felicidade, no MEU JEITO DE SER.&lt;br /&gt;e, pra isso, aprendi a conviver com os rótulos.&lt;br /&gt;gosto das minhas combinações, do meu jeito de se vestir, das minhas companhias que gostam disso também.&lt;br /&gt;mas tenho que encarar rumores e comentários do tipo: -olha aquela mina, que pati que ela é.&lt;br /&gt;HAHA. dou muita risada disso. como uma pessoa tem a capacidade de apenas me examinar e já poder levantar uma ficha sobre o meu caráter psíquico? o.O&lt;br /&gt;confesso que foi estranho escutar isso pela primeira vez. mas agora eu escuto e já não dou a mínima importância. quiçá seja mais legal assim. as pessoas se surpreendem quando me conhecem. quantas vezes já escutei essa frase: - nossa, bia, imaginava que você fosse diferente! imaginava que você fosse uma pati mimada cheia de nove horas!&lt;br /&gt;pois é... e isso é só uma das realidades e um dos enfoques. há aqueles que gostam de preto e são rotulados metaleiros, há aqueles que gostam de cortar a franja pro lado e gostam de xadrez e são rotulados de emos... enfim!&lt;br /&gt;jamais tenha receio de se assumir com medo de preconceitos.&lt;br /&gt;como um amigo meu me disse uma vez: o segredo do sucesso eu não sei, mas o segredo do fracasso com certeza é tentar agradar a todos.&lt;br /&gt;por isso aqui deixo meu recado: tente não rotular, CONHEÇA!&lt;br /&gt;tenho certeza que você se surpreenderá com muita gente por aí, seja ela da tribo que for.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;:*&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-4132026020467271332?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/4132026020467271332/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=4132026020467271332' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/4132026020467271332'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/4132026020467271332'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2008/05/rtulos.html' title='rótulos.'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-7555193888257209863</id><published>2008-05-12T18:18:00.000-03:00</published><updated>2008-05-12T18:36:48.097-03:00</updated><title type='text'>reticências!</title><content type='html'>hoje eu pensei em diversos assuntos pra poder me expressar, mas o que mais me veio à tona são as famosas reticências! ahn, bia, tá ficando doida?&lt;br /&gt;não, não mesmo! reticências conseguem expressar absolutamente tudo que estou sentindo nesse exato momento. no meio de antíteses, prosopopéias, hipérboles e afins, as reticências é a figura de linguagem mais simpática das diversas existentes, na minha opinião. através delas podemos explicar diversas coisas que estamos sentindo e as palavras não se encaixam... (olha elas aí!). ou poder deixar aérea uma coisa que gostaríamos de dizer mas que não convém ao momento. sabe, hoje é tanta coisa engasgada nesse meu interior confuso que acabei resolvendo postar MILHARES DE RETICÊNCIAS pra tentar expressar algo que ficaria ambígüo.&lt;br /&gt;não, calma, é óbvio que não farei isso, foi só uma brincadeira :)&lt;br /&gt;então vou tentar justificar um pouco desse meu momento equivocado.&lt;br /&gt;sabe quando os problemas se misturam e resolvem fazer uma festinha mix no seu inconsciente, consciente e subconsiente (!) ao mesmo tempo? bom, caso você não saiba, nem queira saber!&lt;br /&gt;enfim, a vida é meio complicada, sempre foi! mas hoje, sinceramente, meu ego parece que vai sair pela boca (quase que literalmente pela quantidade de espirros que dei hoje - kué!)... creeedo, é problema pessoal, é problema social, é problema mundial... o.O&lt;br /&gt;às vezes penso que gosto de complicar, porque confesso que complicando as coisas é que meu senso crítico fica aguçado. mas, sei lá, quando estou assim parece que as pessoas estão todas revoltadas contra mim, parece que o mundo vai desabar só na minha cabeça, parece que tudo vai dar errado (às vezes esse misto acaba acontecendo, acredite se quiser!). E JURO QUE NÃO É TPM, falta uns bons dias pra ela vir, ae se preparem! hihi, enfim.&lt;br /&gt;bom, eu estou enrolando, porque não costumo deixar explícito os meus problemas e minhas desavenças, então: ...&lt;br /&gt;&lt;em&gt;reticências&lt;/em&gt; ;D&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-7555193888257209863?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/7555193888257209863/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=7555193888257209863' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/7555193888257209863'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/7555193888257209863'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2008/05/reticncias.html' title='reticências!'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-2576919032452055006</id><published>2008-05-10T12:38:00.000-03:00</published><updated>2008-05-10T20:13:17.720-03:00</updated><title type='text'>Mutters Tag!</title><content type='html'>mãe. criatura divina, bela, cheia de atributos. tão lastimável é saber que palavras jamais conseguirão defini-la... míseros vocábulos não passam próximo ao sentimento que por ela sinto. já que inventaram o tal de amor, com certeza amor de mãe é algo muito mais complexo. um amor cúmplice, um amor bonito e puro, um amor incapaz de se transformar em ódio. mãe é a palavra mais bela de todos os vocabulários, pois seus significados são múltiplos e, ao mesmo tempo, únicos. nossa progenitora é algo, no mínimo, estranho. sim, estranho. como pode alguém que nos agüentou extensos nove meses dentro de si dando chute, patadas e afins nos amar TANTO? por mais que haja mães que não demonstrem, elas nos amam sim. cada uma do seu jeito, cada uma da sua maneira. e isso acaba comprovando o quanto elas são multifacetadas e, ao mesmo tempo, iguais.&lt;br /&gt;-filho, não esquece do casaco! não volta muito tarde! vou estar dormindo já, hein! cuida na rua!&lt;br /&gt;(a parte do ''vou estar dormindo'' é mentira. pode ter certeza que ela não fica tranqüila até você voltar).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;mãe é a coisa mais fantástica que já inventaram, é a coisa mais perfeita que existe.&lt;br /&gt;e, já que fizeram isso de inventar dia das mães (porque dia da mãe é TODO o dia), fica aqui minha homenagem à pessoa que eu mais amo nesse mundo, com toda a convicção que existe dentro de mim: MINHA MÃE, FLÁVIA HOFFMANN.&lt;br /&gt;tal nome é um nome de honra, tal pessoa é minha musa inspiradora, minha maior ídola! obrigada por todos os feitos conscientes e inconscientes na minha memória. obrigada por me entender com um simples olhar, por ter sido tão presente, por demonstrar o seu amor todos os dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;hoje posso dizer com orgulho que tenho a melhor mãe que poderia ter. confesso que o tal do papai do céu foi muito generoso comigo, apenas pelo fato de ter me dado a oportunidade de ser filha da mãe mais perfeita desse universo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_hEah0JGi40w/SCYrXO142CI/AAAAAAAAAHw/wn6CGVLjYME/s1600-h/DSC02745.jpgCOPIIA.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5198890497966921762" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_hEah0JGi40w/SCYrXO142CI/AAAAAAAAAHw/wn6CGVLjYME/s320/DSC02745.jpgCOPIIA.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FELIZ DIA DAS MÃES, TE AMO!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-2576919032452055006?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/2576919032452055006/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=2576919032452055006' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/2576919032452055006'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/2576919032452055006'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2008/05/mutters-tag.html' title='Mutters Tag!'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_hEah0JGi40w/SCYrXO142CI/AAAAAAAAAHw/wn6CGVLjYME/s72-c/DSC02745.jpgCOPIIA.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7058972804642840317.post-6937014895693249052</id><published>2008-05-09T15:04:00.000-03:00</published><updated>2008-05-09T15:06:47.878-03:00</updated><title type='text'>momento poético.</title><content type='html'>decrépito sentimento&lt;br /&gt;dê-me um resultado preciso.&lt;br /&gt;quero poder te esquecer,&lt;br /&gt;morra em mim o meu juízo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;porque paixão é como o vento:&lt;br /&gt;incalculável, consiso.&lt;br /&gt;se eu não mais te querer,&lt;br /&gt;juro que não mais poetizo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(a melancolia é a melhor das inspirações pra poetas amadores, pode crê).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;preparando um texto pra mãezinha, amanhã eu posto&lt;/em&gt;!! :D&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7058972804642840317-6937014895693249052?l=adjuntoadverbial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/feeds/6937014895693249052/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7058972804642840317&amp;postID=6937014895693249052' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/6937014895693249052'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7058972804642840317/posts/default/6937014895693249052'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adjuntoadverbial.blogspot.com/2008/05/momento-potico.html' title='momento poético.'/><author><name>Bia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03917499847979846910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_hEah0JGi40w/TBACRTyyZcI/AAAAAAAAAZg/43_ROm5G9pc/S220/IMG_7709+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
